Em enquete realizada em setembro e outubro últimos pela consultoria de
gestão de negócios OThink, quase um terço dos entrevistados afirmou já
crer na futura extinção da mídia impressa (substituída, provavelmente,
por alternativas virtuais).
A enquete abordou a pergunta: “No ano 2050, haverá livros, revistas e jornais impressos em papel?”; foi realizada através de uma base pré-selecionada em um instituto de pesquisa, e realizada via e-mail. Houve mil respostas, e enquanto 52% dos respondentes afirmaram não acreditar no fim dessas mídias, outros 33% manifestaram crença em sua extinção (outros 15% disseram não saber responder).
Houve, mostra o quadro abaixo, variações nas respostas a partir de fatores como idade, classe social e faixa etária:
Escolaridade: 57% das pessoas com curso superior acreditam que ainda haverá periódicos impressos, e no público com escolaridade inferior esse índice cai para 48% das (nesse segundo segmento, 36% acredita que não haverá mais livros, revistas e jornais impressos em 2050)
Região Geográfica: o Nordeste é a região mais conservadora nessa previsão: 62% de quem lá vive lá não acredita na extinção dos materiais impressos; já o Centro-oeste , com um índice de 45% -, é a região na qual é mais forte a crença no fim dos meios impressos
Faixa Etária: nas faixas com idade entre 18 a 24 e 45 a 54 anos, 30% acredita na substituição dos impressos; e, talvez surpreendentemente, a faixa de 55 anos ou mais é a que mais acredita na extinção dessa tecnologia de disponibilização de conteúdo: 42%
Classe social: a classe A é a que mais acredita na existência de periódicos impressos (58%) e a Classe B é a que menos acredita (50%). A Classe C é a mais insegura em relação ao futuro dessa tecnologia: 18% de seus integrantes disseram não saber responder
Sexo: em ambos, 52% acredita na existência de periódicos impressos
Para Marlos Barbosa, presidente da OThink, essas informações mostram ser já muito importante a necessidade, nas empresas de comunicação, de pensar de maneira muito decidida em conteúdos e formatos mais adequados aos novos meios, pois é já latente a expectativa pelo fim dos conteúdos impressos.
“E, se no Brasil cerca de um terço do público já compartilha dessa crença, em alguns países o índice de quem crê no fim da mídia impressa já supera 60”%, pondera Marlos.
A enquete abordou a pergunta: “No ano 2050, haverá livros, revistas e jornais impressos em papel?”; foi realizada através de uma base pré-selecionada em um instituto de pesquisa, e realizada via e-mail. Houve mil respostas, e enquanto 52% dos respondentes afirmaram não acreditar no fim dessas mídias, outros 33% manifestaram crença em sua extinção (outros 15% disseram não saber responder).
Houve, mostra o quadro abaixo, variações nas respostas a partir de fatores como idade, classe social e faixa etária:
Escolaridade: 57% das pessoas com curso superior acreditam que ainda haverá periódicos impressos, e no público com escolaridade inferior esse índice cai para 48% das (nesse segundo segmento, 36% acredita que não haverá mais livros, revistas e jornais impressos em 2050)
Região Geográfica: o Nordeste é a região mais conservadora nessa previsão: 62% de quem lá vive lá não acredita na extinção dos materiais impressos; já o Centro-oeste , com um índice de 45% -, é a região na qual é mais forte a crença no fim dos meios impressos
Faixa Etária: nas faixas com idade entre 18 a 24 e 45 a 54 anos, 30% acredita na substituição dos impressos; e, talvez surpreendentemente, a faixa de 55 anos ou mais é a que mais acredita na extinção dessa tecnologia de disponibilização de conteúdo: 42%
Classe social: a classe A é a que mais acredita na existência de periódicos impressos (58%) e a Classe B é a que menos acredita (50%). A Classe C é a mais insegura em relação ao futuro dessa tecnologia: 18% de seus integrantes disseram não saber responder
Sexo: em ambos, 52% acredita na existência de periódicos impressos
Para Marlos Barbosa, presidente da OThink, essas informações mostram ser já muito importante a necessidade, nas empresas de comunicação, de pensar de maneira muito decidida em conteúdos e formatos mais adequados aos novos meios, pois é já latente a expectativa pelo fim dos conteúdos impressos.
“E, se no Brasil cerca de um terço do público já compartilha dessa crença, em alguns países o índice de quem crê no fim da mídia impressa já supera 60”%, pondera Marlos.
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