sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Após reação de usuários, Instagram recua quanto a mudanças em termos

Presidente-executivo da companhia divulgou nota de esclarecimento.
Em primeira alteração nos termos de uso, serviço permitia venda de fotos.


O Instagram recuou quanto às controversas mudanças em seus termos de serviço depois de uma feroz reação dos usuários. Em um post publicado no blog oficial da empresa, na quinta-feira (20), Kevin Systrom, fundador e presidente-executivo do Instagram, pediu desculpas por não ter "comunicado nossas intenções claramente".

Segundo Systrom, as mudanças nos termos de serviço referentes à publicidade foram revertidas e as normas anteriores, que valiam desde outubro de 2010, foram restauradas. Alguns usuários do Instagram, entre os quais a revista “National Geographic”, anunciaram que deixariam de usar o serviço depois das novas regras.

Os novos termos pareciam permitir que anunciantes do Instagram exibissem fotos dos usuários sem remuneração, mas a linguagem dos termos de uso foi alterada na atualização de quinta-feira (20). Os termos atualizados e a nova política de privacidade entrarão em vigor em 19 de janeiro de 2013.


"Quero que fique bem claro: o Instagram não tem a intenção de vender suas fotos e nós nunca as vendemos. As fotos não são nossas – são de vocês", disse Systrom. "Daqui para frente, em vez de pedir permissão para vocês para introduzir possíveis produtos de publicidade, que ainda não desenvolvemos, vamos pegar esse tempo para completar nossos planos e, depois, voltar para nossos usuários e explicar como gostaríamos que o nosso negócio de publicidade funcionasse", acrescentou o executivo.

Os termos atualizados também não contêm a controversa regra em que menores de idade que usam o serviço deixariam implícito que seus pais concordaram de forma tácita com os termos do Instagram.

Mas as normas ainda contêm uma cláusula de arbitragem compulsória, ausente nos termos de serviço de outras companhias de mídia social como Twitter, Google, YouTube ou mesmo o Facebook , que isentaria o Instagram de responsabilidade judicial por muitos delitos, de acordo com especialistas jurídicos.
 
 
Os especialistas em internet afirmam que o Instagram foi muito agressivo em sua afirmação de direitos sobre as informações de usuários, convidando quem discordasse da ideia a cancelar sua conta em prazo de algumas semanas. Os termos atualizados ainda afirmam que quem acessar o Instagram estará aceitando os novos termos de uso, que vigorarão a partir de 19 de janeiro.

A companhia também manteve termos que permitiriam que colocasse anúncios junto de conteúdos gerado pelos usuários, e afirmando que "nem sempre identificaremos serviços pagos, conteúdo patrocinado ou comunicações comerciais como se o fossem".

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Iphone da Gradiente repercute pelo mundo: "empresa atrevida"

O smartphone com marca iPhone lançado pela fabricante brasileira Gradiente repercutiu mundialmente nesta semana. Sites, jornais e agências de notícias internacionais noticiaram a disputa pela marca iPhone que começa no Brasil entre a Apple, que vende o smartphone com este nome em todo o mundo, e a Gradiente, que têm os direitos de uso do nome "iPhone" no Brasil desde 2008.

O jornal britânico Daily Mail destacou o "novo iPhone que roda Android": "Empresa brasileira atrevida aproveita status de culto a Apple com gadget de nome semelhante", diz o título da matéria. O texto afirma que, se deixar o nome de lado, "existem poucas semelhanças entre os dois aparelhos".

O aparelho com tela de 3,7 polegadas lançado pela companhia pertence à linha G Gradiente Iphone, com câmera de 5 megapixels e Android 2.3 e preço sugerido de R$ 599. O aparelho aceita dois chips, tem conexão Wi-Fi, 3G e Bluetooth, e cartão de memória de 2 GB. A empresa afirmou em nota que é "detentora exclusiva dos direitos de registro sob da marca IPHONE no País" desde 2008, quando foi garantido o pedido feito em 2000 ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O direito vai até 2018, segundo a nota.

O site especializado em tecnologia Engadget brincou que "os advogados cancelam a pausa de Natal" após o lançamento do celular da Gradiente. "Não achamos que muitas pessoas serão enganadas pelo novo, novo iPhonem mas uma coisa que sabemos com certeza é que a Apple não está assustada com uma batalha sobre marca", diz o texto. O site destacou que uma empresa brasileira reivindica a marca iPhone no Brasil, o que chamou de "Trololol". Já o site Übergizmo lembrou que a Apple pode ter dificuldades de recuperar a marca no Brasil, já que o registro da Gradiente foi aberto em abril.

A agência AP destacou que o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), que administra o registro de marcas no Brasil, confirmou que a Gradiente fez o pedido da marca antes da Apple e pode usá-la até 2018.

O Wall Street Journal detalha a legislação de marca brasileira, e diz que a disputa legal pode levar anos. "A lei brasileira recompensa o primeiro a chegar, independente de quem usou a marca primeirou ou trouxe mais valor e reconhecimento para a marca", diz. O jornal destacou ainda que a Gradiente enfrentou problemas financeiros em 2008 e está buscando revitalizar sua marca após acordo com credores

Facebook habilita novos recursos de privacidade, diz site

O Facebook começou a habilitar para os usuários uma série de novos menus e notificações de privacidade, informa o site The Next Web. Os primeiros relatos de cadastrados com os recursos são de contas na Nova Zelândia, diz o site.

As mudanças são projetados para dar aos usuários um acesso mais fácil ao controle de privacidade de suas informações no site. Um novo menu de atalho privacidade foi adicionado à barra principal, por exemplo. Há também uma nova página que exibe as opções de privacidade de forma simplificada, e permite optar por ter o conteúdo de sua Timeline indexados pelos motores de busca ou não.

As novas configurações correspondem até a imagens de visualização.

 A privacidade tem sido um ponto sensível para a rede social. Em novembro de 2011, foi determinado nos Estados Unidos que o Facebook teria de enfrentar 20 anos de auditorias de privacidade da Comissão Federal de Comércio, devido ao que o CEO Mark Zuckerberg admitiu como erros" no tratamento de questões de privacidade.

Em outubro deste ano o Facebook anunciou ter chegado a 1 bilhão de usuários, 1,18 trilhão de likes (curtidas), 140,4 bilhões de conexões entre amigos, 219 bilhões de fotos publicadas e 17 bilhões de check-ins desde o lançamento.

Se fosse um país, o Facebook seria o terceiro maior do mundo, atrás da China (1,34 bilhão) e da Índia (1,21 bilhão), e à frente dos Estados Unidos (314,5 milhões). O marco serviu também para refletir sobre as polêmicas de privacidade da rede social, já que, segundo especialistas, a população não é o único ponto em comum do serviço de Zuckerberg com países. Lori Andrews, professora de Direito da Chicago Kent-College of Law, por exemplo, declarou à época que o Facebook vigia usuários como muitos países gostariam de fazer com seus cidadãos.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

TOP 5: Comerciais virais de 2012

Ad Age elencou os filmes comerciais mais compartilhados e vistos ao longo deste ano. Confira!

Kony 2012 Invisible Children
NA


 
Stratos Red Bull
NA

 
 
Galaxy S III Samsung
72andSunny Los Angeles
 
The Beauty Inside Intel, Toshiba
Pereira & O'Dell
 
Angry Birds Space Rovio
NA

 

 

Os hábitos da Nova Classe Média na web

A secretária Sandra Aparecida da Silva Santana, de 33 anos, já comprou geladeira, panela, micro-ondas e utensílios domésticos pelo computador de sua casa. Precisava de todos os itens, mas nada foi efetuado sem a certeza do melhor preço. E agora virou hábito. Sempre que tem de adquirir algo, ela pesquisa antes na internet para ver em qual endereço está a melhor oferta. “Muitas vezes encontro preço menor nos sites do que nas lojas físicas”, diz.

Sandra pode ser considerada uma típica e-consumidora. Pertencente a nova classe média, ela ajuda a compor o perfil do usuário de e-commerce brasileiro. Em 2011, dos nove milhões de novos consumidores, 61% pertencia à classe C, segundo o relatório WebShoppers publicado pela e-Bit. Nos primeiros seis meses de 2012, 5,6 milhões de pessoas fizeram transações online pela primeira vez, totalizando 37,6 milhões de brasileiros. O aumento no número de compradores se deu por causa da contínua entrada da classe C, de acordo com pesquisa da e-Bit, divulgada esse semestre.

A classe média emergente, que já domina o mundo real, tornou-se também a principal protagonista do universo virtual. Estima-se que 53% da população brasileira pertença à classe C. Liberação de crédito, aumento do consumo, compra de computadores e acesso à banda larga guiaram essa fatia de brasileiros para as vendas online, garantindo os bons resultados. Segundo a Cetelem, 53% dos brasileiros preferem fazer compras pela internet.

Em 2011 o faturamento do varejo eletrônico foi de R$ 18,7 bilhões, 26% a mais do que 2010. No primeiro semestre de 2012 o comércio online no Brasil rendeu R$ 10,2 bilhões no primeiro semestre, um aumento de 21% em comparação ao mesmo período do ano passado. A projeção para o segundo semestre deste ano é que as vendas pela web cresçam 20%, finalizando o ano com um total de R$ 22,5 bilhões.

Entender os hábitos de consumo desse público é a atual meta dos profissionais da área. Uma pesquisa realizada pela WMcCann, em 2011, apontou algumas diretrizes. O estudo foi feito com usuários de toda a América Latina e concluiu: “os consumidores emergentes que utilizam a internet formam uma nação com mais de 80 milhões de usuários na América Latina. A presença da banda larga em seu meio já é uma realidade, com uso médio semanal de internet bastante elevado.”

Este cliente que está debutando no carrinho digital faz parte do Bottom of the Urban Pyramid, tendência indicada pelo bureau Trendwatching. São pessoas com orçamento limitado, mas que hoje exigem criações voltadas às suas necessidades – de mobilidade à falta de espaço doméstico. “A classe C mudou e isso tem um impacto nos negócios. O desafio está em eliminar velhos preconceitos. O novo consumidor exige o mesmo nível de serviço e qualidade do que qualquer outra pessoa. Esse é o ponto de partida para atendê-los. Eles querem se sentir vips e a internet pode ajudá-los facilmente”, afirma Pedro Waengertner, coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital da ESPM.

“Os novos consumidores ainda não têm uma marca preferida, mas buscam por produtos e serviços consagrados no mercado e de qualidade. Assim, penso que preço, uma boa promoção e condições de pagamento são essenciais, mas qualidade também é fundamental”, opina Arthur Guitarri, diretor de marketing da Zip Code, empresa de marketing direto.

Para Jorge Inafuco, gerente sênior da área de varejo na Price Waterhouse Coopers (PWC), é compreensível a migração de novos consumidores para o comércio virtual. “Pegamos, por exemplo, a compra de um tênis. Na internet você tem mais acesso a informações, você lê os comentários de usuários, compara as especificações do produto, os modelos, e toma a decisão mais facilmente. Muitas vezes um vendedor de loja física não sabe dar esses detalhes”, explica. E esse público quer gastar, mas não pode errar.

Vender um produto como exclusivo, por exemplo, é afugentar esse calouro da web. “A menina da classe C quer se sentir fazendo parte do grupo. Ela quer chegar à festa vestindo o mesmo vestido das amigas. Para a nova classe média o exclusivo não importa”, acredita Luciana Burger, diretora do portal Terra, especialista em comércio eletrônico e professora da ESPM. Segundo Pedro Waengertner, é preciso fazer uma imersão na rotina desse e-consumidor para conhecer seus gostos. “Isso é pouco feito, portanto há muitas oportunidades para ser exploradas”.

INVESTIMENTOS
Muitos empresários aceleraram a implementação de suas estratégias para ocupar um lugar nesse grande shopping virtual. A varejista de moda Riachuelo e a rede de materiais de construção Dicico anunciaram para breve o lançamento das vendas online. Em agosto, o Extra.com lançou seu delivery de alimentos. “Já estava no nosso planejamento. Queremos atender as necessidades do consumidor, entre elas, ter praticidade. O crescimento do poder de consumo da classe C nos motivou”, afirma João Edson Gravata, diretor de operações do Delivery de alimentos do Extra.com.

Com investimento de R$ 15 milhões, o novo e-commerce do hipermercado quer transpor as características das lojas físicas para a internet. “Manteremos, por exemplo, a quarta Extra e Extra vantagem, que são nossas tradicionais promoções”, diz Gravata. O e-commerce atende alguns bairros de São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda esse mês deve ser levado para outras cidades paulistas.

Mas não são apenas os grandes varejistas que querem atingir a base da pirâmide. Pequenos empreendedores também estão lançando operações de olho no extrato emergente. O site Antes Que a Moda Pegue é um bom exemplo. A ideia inicial das amigas Monique de Souza e Silva e Nicoli Bambini, que se conheceram na faculdade de moda, em São Paulo, foi lançar uma “fast fashion” virtual. “Nosso objetivo é vender peças acessíveis e com informações de moda”, conta Monique.

Blusas, bolsas, acessórios custam, em média, R$ 120. Naturalmente, portanto, o AQMP atraiu meninas com menor poder aquisitivo. “Nem era nossa ideia principal, mas aconteceu e foi muito positivo. O acesso à informação de moda é maior a cada dia. Por isso também mantemos um blog, que é uma forma de orientação”, afirma Monique. Em menos de um ano elas alcançaram 2000 visitas únicas por dia.

Como acontece no varejo tradicional, algumas empresas estão lançando uma segunda marca para atender a classe C. É o caso da Nova Flor, “braço” mais pop da Giuliana Flores. “Não adiantava esticarmos muito a corda para vender a todos. Era importante nos posicionarmos. Percebemos através de pesquisas que havia um público que achava nosso produto caro”, conta Juliano Souza, gerente de marketing da Nova Flor.

Isso não significa que Sandra, a personagem símbolo da nova classe média, não possa presentear alguém com rosas colombianas. “Em vez de um buquê com 24 rosas, vendemos um arranjo com 6”, explica Juliano. Um erro comum, segundo ele, é achar que os novos consumidores não estão atentos à estética do site. “O lay out não pode ser feio, tem de ter um componente aspiracional. Eles compram na 25 de março, mas querem passear na Oscar Freire”, brinca.

Lay out bonito, rosas colombianas, mas e na hora de abrir a carteira? “Um dos principais desafios é a forma de pagamento. Nem todos têm cartão de crédito. Facilitar a efetuação da compra é primordial”, afirma Natan Sztamfater, diretor da Profite, consultoria em e-commerce. Enquanto na Giuliana Flores é possível pagar em até 3 vezes, na Nova Flor o parcelamento pode ser feito em 6. Monique, do AQMP, permite até que a consumidora vá pagar, pessoalmente, no escritório da empresa.

O boleto bancário também é oferecido em muitos sites, mas é uma cobrança inadequada. “Até pagar o boleto, a consumidora pode desistir da compra. Mas, para nossa sorte, a fatia de vendas com cartão de crédito é maior”, afirma Tiago Pereira, gerente de e-commerce da Marisa.

No ar há 12 anos e pioneiro no setor da moda, o e-commerce das lojas Marisa constantemente se renova para fidelizar a clientela. “Investimos muito nas imagens das roupas. É uma compra que a consumidora não toca no produto, paga antes e recebe depois. Portanto, ela tem de ter facilidades e confiar muito na marca”, explica Tiago. Em 2010, a Marisa lançou uma ferramenta patenteada que cadastra as medidas da cliente. Quando ela volta ao site, peças do tamanho indicado são sugeridas.

Marca tradicional para esse público alvo, a Casas Bahia começou a vender na internet em março de 2011, acaba de lançar uma lista de casamento. “Foi uma demanda do público e já percebemos grande interesse”, atesta Vicente Rezende, diretor de marketing da Nova Pontocom, empresa que opera a Casas Bahia.com.

Com a marca consolidada, a loja online da Casas Bahia busca integração com os clientes. “Fazemos muitos concursos culturais e buscamos interação com as redes sociais. São ações que visam nos aproximar do cliente”, completa Vicente.

A tela do computador não pode ser obstáculo na relação e-vendedor e e-consumidor. Segundo Natan, da Profite, o amadurecimento do e-commerce no país segue com a promoção de boas experiências para o comprador virtual. Ele cita como exemplo o site de brinquedos Toymania, que solicita que os próprios clientes mandem fotos utilizando os produtos comprados. “Tornar a venda mais agradável é premissa básica. A ideia agora é como interagir da melhor maneira com os clientes”, diz Natan.

Chats online e vídeos explicando a utilização de produtos facilitam a vida do cliente novato. Também é importante imprimir alguma pessoalidade na relação virtual. “Nós fechamos a compra com uma mensagem personalizada na tela do computador ou mandamos um brinde na encomenda”, diz Tiago, da Marisa.

MOBILIDADE
E na era das compras em multicanais, não se deve minimizar o crescimento das vendas pelo celular. O barateamento dos smartphones está ajudando o acesso à conectividade móvel. O relatório WebShoppers, realizado pela e-Bit, aponta que as compras feitas por aparelhos de celular ou tablet somam 1,3% de todas as transações online do país. Em 2011 esse número era de 0,3. “É um erro achar que o mundo digital está distante da nova classe média. Muitos compram o smartphone antes mesmo do PC doméstico. E a tendência é cada vez mais o celular ser utilizado para pagamentos”, completa Inafuco, da PCW. O desafio agora é melhorar a navegabilidade do site nos aparelhos móveis. E assim ajudar a Sandra, nossa e-consumidora do início da matéria, a comprar também pelo celular.

E-SERVICE
Há um filão pouco explorado na internet quando falamos em comércio eletrônico. Trata-se do e-service, a venda de serviços na web. “No e-commerce temos a comercialização de um elemento tangível. No e-service fazemos a venda de algo intangível. Essa á a diferença,” explica Fernando Canuto.

Fernando é o fundador do Bougue, site lançado há um ano que vende serviços de manutenção, decoração, reforma na internet. Ele tem um cadastro de quatro mil profissionais, entre eles, pintores, encanadores, marceneiros, paisagistas etc. “O grande desafio é mostrar para o consumidor que ele pode confiar na entrega do ‘produto’. Temos de garantir a satisfação do usuário e sanar o problema dele”. Em um ano de operação o Bougue já tem 10 mil usuários. Outro exemplo é o site Boa consulta que ajuda a agendar visitas a diversos especialistas.

Para Fernando, o e-service é um caminho sem volta. Nos Estados Unidos, onde esse mercado é um pouco mais desenvolvido, contrata-se pela internet até pessoas para fazer a compra do supermercado. Recentemente, o site E-bay anunciou que também vai ofertar serviços. “Lá a relação de confiança é outra. Falta amadurecimento para o nosso mercado, mas as pessoas estão cada vez mais resolvendo seus problemas pela internet, então isso vai acontecer naturalmente”, finaliza Fernando
.

Dispara leitura de e-mail no mobile, diz pesquisa

No Brasil, índice chega a 14%, mas Webmail lidera, com 56%, seguido pelo Desktop, com 30%

A Return Path, companhia global especializada em e-mail intelligence, divulgou pesquisa mobile que revela um número maior de pessoas abrindo e-mails em dispositivos móveis (37%), superando o webmail (30%). A participação do mobile cresceu 300% desde 2010 e com previsão de continuar “ganhando terreno” ao longo do tempo, diz o levantamento. Atualmente, quatro entre 10 e-mails são lidos em um dispositivo móvel.

No Brasil, o índice de abertura de e-mails em dispositivos móveis chegou a 14%. O webmail ainda continua tendo a preferência dos brasileiros, liderando com 56%. Desktop aparece em segundo, com 30%.

A Return Path também descobriu dados que sugerem variedades de comportamentos mobile dependendo do sistema operacional do smartphone.

• Mais usuários de Apple estão utilizando seus dispositivos para abrir e ler e-mails que qualquer outro grupo, com o iPad apresentando maior crescimento em comparação com o iPhone; o lançamento do iPad Mini deve aumentar ainda mais essa cota;

• O Windows Mobile apresentou um crescimento de 85% em abertura de e-mail desde abril de 2012, mas ainda retém apenas 0,3% do total de e-mails abertos em smartphones;

Metodologia

A Return Path analisou dados de suas ferramentas de e-mail intelligence para rastrear quais plataformas e quais softwares os assinantes utilizam para abrir seus e-mails. Para este estudo, foram analisados quase 1,8 bilhão de fontes de dados entre abril e outubro de 2012.

As apostas do Facebook, LinkedIn e Google+ para 2013

O Facebook, a rede social mais acessada em todo o mundo, atingiu em outubro a marca de 1 bilhão de usuários. No Brasil, são 61 milhões de pessoas conectadas, mais de 80% da população que usa internet no país. Ao mesmo tempo em que a rede de Mark Zuckerberg continua atraindo milhares de usuários, novas redes sociais surgem e conquistam espaço no mundo digital. No início de novembro, em um pouco mais de um ano de existência, a rede do gigante de buscas, Google+, já contava com 400 milhões de usuários em todo o mundo, chegando perto dos números do Twitter. Um dos crescimentos mais rápidos da história das mídias sociais. Enquanto isso, YouTube, Instagram e LinkedIn continuam a conquistar seguidores. E não vão parar.

Com foco em grandes massas de pessoas, como é o caso do Facebook e Google+, ou de interesses específicos, como o LinkedIn, o fato é que as mídias sociais vieram para ficar. As que já conhecemos vão se reinventar com novas ferramentas de interação e recursos para aumentar a conexão entre usuários e marcas. Outras ainda vão surgir. Isso porque as pessoas não abrem mão mais de poder compartilhar e se conectar em qualquer lugar, em todos os momentos. “Nos últimos 20 anos de web, assistimos a uma grande evolução: do navegador para a caixa de busca, e finalmente, para uma rede de conexões e descobertas. Nos próximos anos, teremos muito mais conexões, que serão principalmente móveis, com cada vez mais compartilhamento”, prevê Adriana Grineberg, diretora comercial do Facebook no Brasil. Mas, o que vem de novo por aí?

 
Foco em mobile
A afirmação da executiva reforça o movimento que o Facebook iniciou este ano com a compra do Instagram por U$ 1 bilhão. Um dos principais focos e investimentos da rede para os próximos anos será em mobile. “Alguns estudos globais apontam que há uma tendência de migração da audiência de internet para os dispositivos móveis. Ali, temos mais usuários ao mesmo tempo, por mais tempo, com mais frequência”, revela. Hoje, 60% do total de usuários já acessa o facebook a partir de plataformas móveis. No Brasil, são 20 milhões de usuários móveis. “Nos próximos anos, será um desafio para o Facebook e as demais redes sociais manterem a base de usuários interessada e ativa. O papel do mobile vai ser fundamental para isso”, acredita Fred Siqueira, sócio e head de criação da Ampfy.

Para isso, o Facebook está buscando parcerias com as operadoras de telecomunicações para reduzir o preço dos pacotes de dados. Além disso, está desenvolvendo um produto, “Facebook for Every Phone”, um aplicativo na linguagem Java que permite simular funcionalidades de um smartphones quando o usuário navegar na rede mesmo a partir de um aparelho mais simples. O programa permite atividades como o envio de mensagens, com o Facebook Messenger, e a inclusão de filtros em fotos como no Instagram. O novo produto já está disponível para 3.600 aparelhos de marcas e modelos distintos em todo o mundo. “O nosso objetivo é que o usuário tenha a melhor experiência de navegação independente de onde ele esteja conectado”, afirma Adriana.

 Seguindo o exemplo da gigante Facebook, o LinkedIn também pretende ampliar o acesso por dispositivos móveis. “O número de usuários mobile vem crescendo. Eles querem estar em contato com a rede profissional a qualquer momento para ter informações e insights”, diz Osvaldo Barbosa, diretor geral do Linkedin no Brasil. Por isso, a rede criou, este ano, aplicativos para iPad, iPhone e Windows Phone, desenhados para garantir melhor usabilidade dos seguidores.

 O Google+, apesar de muito novo, também já começou a investir em soluções para conquistar os usuários móveis. “Trabalhamos muito rápido em um app mobile para iOS e Android mais robusto. O nosso objetivo é criar uma experiência agradável e simples, que permite que as pessoas possam conectar-se por dispositivos móveis a ferramentas como o Hangout, por exemplo”, afirma Ricardo Blanco, gerente de Comunicação do Google para a América Latina.

Mais interação
O Hangout, do Google+, é um serviço de videoconferência para até 10 pessoas em uma única chamada, com compartilhamento de tela e diversos aplicativos. É um dos recursos que mais atrai pessoas e administradores de páginas. Uma nova versão, Hangout On Air, permite a transmissão ao vivo das imagens da videoconferência. “Marcas e pessoas agora podem transmitir o que acontece com até 10 pessoas para o resto do mundo. A interação ganha uma audiência global para assistir essas conversas de comunidades. Agora, já vemos chefs ensinarem culinária para apaixonados em cozinhar, jogadores de futebol falar para a multidão antes de um grande jogo, marcas como Claro, promover uma conversa inédita com Ronaldo, e grandes grupos de mídia, como a Veja, conectar seus leitores a um grande ídolo como Paulo Coelho. Acreditamos que esse tipo de interação será cada vez maior”, afirma Blanco.


Apesar de ser muito novo, não podemos dizer que o Google+ é exatamente um bebê. Já começou grande. O que vem chamando atenção em torno da rede do Google é a ideia de algo novo, uma evolução das mídias sociais que conhecemos. Para começar, ele não se considera uma rede social. “Nós vemos o Google+ a partir de duas perspectivas: uma camada, na qual, uma vez registrado, o usuário permeia toda a experiência do Google na web; um lugar para interagir com pessoas que você conhece e uma maneira simples de encontrar mais pessoas com quem você compartilha interesses comuns”, afirma Blanco. Junto com essa nova definição, o que está conquistando as pessoas são as novas funcionalidades que a rede oferece e que estão em constante processo de melhoramento. “Estamos trabalhando de forma muito rápida para lançar novos recursos. Isso é apenas o começo”, avisa.

Segmentação de fato
À medida que as mídias sociais foram conquistando legiões de seguidores, os gestores de marcas pouco a pouco foram entendendo a sua importância. “Nos últimos dois anos as empresas dedicaram uma fatia maior dos investimentos publicitários para social media, o que antes poucas faziam. Em 2012, assistimos uma corrida desenfreada para atrair mais fãs. Isso porque as eles já haviam entendido o retorno e a importância das redes sociais”, afirma Fred Siqueira, da Ampfy.


Com maiores investimentos e mais experimentação, a palavra de ordem até 2012 foi: amadurecimento. E, agora, o que vem depois? Para Siqueira, o foco dos próximos anos será a qualidade da base de seguidores. “Primeiro, as marcas buscaram quantidade. Mas, conquistar milhares de fãs, não garante um alto grau de engajamento. Na maioria das vezes, são pessoas que não têm a ver com a marca. Algumas já entenderam isso e vão focar o trabalho em 2013 na qualificação dos seguidores e para aumentar o engajamento”, diz.

Esse movimento também já está sendo antecipado pelo Facebook. Em setembro, colocou para funcionar a ferramenta Custom Audience, que permite que as empresas possam cruzar o CRM da empresa, com telefone e e-mail dos clientes com a base da rede social. Com isso, a partir de agora, as marcas vão poder segmentar a audiência e atingir clientes com mais mensagens altamente personalizadas do que poderiam antes da ajuda do Facebook. Empresas nos Estados Unidos já estão testando a ferramenta. A empresa de comércio eletrônico OpenSky conseguiu uma taxa de conversão de 30% maior em seus anúncios orientados pelo Custom Audience.
“A regionalização dos posts é uma das estratégias do Facebook. Na rede, os anúncios disputam espaço com pessoas do relacionamento do usuário, por isso é importante que sejam cada vez mais relevantes, customizados e consistentes. Com novos produtos e ferramentas como Custom Audience, Facebook Exchange – para retargeting inteligente –, Facebook Offers, Promoted Ads e posts recomendados por amigos, esse trabalho fica mais fácil”, explica Adriana.

Para uma rede de usuários com interesse comum, como o LinkedIn, a segmentação é a base de tudo. No Brasil, a rede continua crescendo, em 2011 eram 6 milhões de usuários e em 2012 chegou a 9 milhões. “No próximo anos vamos ver mais uma evolução do que uma mudança de paradigmas significativas, com novas interfaces para entregar maior valor às pessoas”, prevê Osvaldo Barbosa. De acordo com o executivo, os brasileiros já estão conseguindo separa a vida pessoal da profissional também no mundo digital. O que dá mais uma oportunidade para as marcas.

Pensando nisso, o LinkedIn redesenhou recentemente o formato das páginas de empresas e pretende trabalhar, no país, mais próxima das agências e anunciantes. “Vamos continuar a educar o mercado sobre o valor de usar a rede profissional para produzir uma audiência engajada, com uma comunicação que pode ser totalmente segmentada”, afirma. Uma das funcionalidades da nova página de empresas no LinkedIn é permitir posts segmentados por tipos de pessoas, cargos e regiões.

“A história da mídia mostra que caminhamos sempre para uma base segmentada. A TV, hoje, é praticamente on demand, buscamos cada vez mais os nichos específicos. Por isso, a máxima para os próximos anos será: segmentação e conteúdo”, prevê José Wilson Fonseca, diretor da F451.


 
DNA social
Ok. Todos já entenderam a importância de estar nas redes sociais. Primeiro, o foco foi conquistar fãs, entender como se comunicar, experimentar. A partir de agora, vai ser preciso fazer mais: criar um DNA social. “As marcas que fazem mais sucesso são as que tem o conteúdo mais próximo a sua própria realidade. Algumas mais românticas, outras malandras, outras ainda engraçadas. Por isso, é importante pensar: se a marca fosse uma pessoa como ela se comportaria? O que gosta, o que faz. Para ter um diálogo direto com o consumidor vai ser preciso humanizar a marca, criar um DNA social”, afirma Chico Baldini, VP de criação da W3Haus.

O marcador de sucesso deixa de ser o número de fãs e passa a valer o índice de engajamento. Por isso, o conteúdo passa a ganhar ainda mais força. “A prestação de serviço e informações coordenadas com a proposta das marcas vai ser fundamental. Vamos ver mais marcas de beleza mais preocupadas em dar dicas de beleza do que serem apenas engraçadas”, prevê Pedro Porto, VP de convergência da Fisher&Friends e professor de criação digital da MiamiAdsSchool/ESPM.

Para Eduardo Camargo, CEO da Mutato, nova agência do Grupo JWT, irá acontecer um uma aproximação entre conteúdo e propaganda. “O conteúdo usado nas mídias sociais irá virar, gradualmente, uma base ou um padrão de como as marcas vão construir suas campanhas publicitárias. As empresas estão começando a se acostumar a virarem produtoras de conteúdo. Ao poucos, vão deixar de supervalorizar a plataforma em detrimento do conteúdo e ele passa a ser o protagonista da estratégia de comunicação”, afirma. Por isso, é fundamental construir uma proposta de valor da marca e educar o consumidor em relação a esse DNA. “As marcas competem com a atenção das próprias pessoas. Isso as obriga a terem um significado muito maior para atrair atenção dos consumidores”. Agora, é esperar para ver o que acontece.

Brasil alcança 92 milhões de internautas

Ibope passou a incluir na medição crianças e adolescentes de 2 a 15 anos de idade com acesso em casa

O total de pessoas com acesso à internet no Brasil no terceiro trimestre de 2012 foi de 94,2 milhões, segundo o Ibope Media.

O número considera as pessoas de 16 anos ou mais de idade com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses e outros locais), mais as crianças e adolescentes (de 2 a 15 anos de idade) que têm acesso em domicílios.

A partir deste trimestre, o Ibope passou a incluir na medição crianças e adolescentes de 2 a 15 anos de idade com acesso em casa. Sem considerar esse público, o número seria de 85,3 milhões no terceiro trimestre de 2012, crescimento de 2,4% sobre os 83,4 milhões do trimestre anterior e de 8,8% sobre os 78,5 milhões do terceiro trimestre de 2011.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Johnnie Walker cria pop-up stores no Rio, São Paulo, Brasília e Recife

Lojas instaladas em shoppings terão produtos exclusivos da marca voltados para o mercado premium e permanecem abertas somente até o dia 31 de dezembro

A Johnnie Walker cria pop-up stores em shoppings do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife. Nestes espaços, a marca pretende criar uma experiência de compra diferenciada, oferecendo produtos premium exclusivos, entre eles os recém-lançados Johnnie Walker Gold Label Reserve e o Platinun Label, packs para presentes entre outros itens . Algumas garrafas podem ser personalizadas. As pop-up stores permanecerão abertas somente até o dia 31.

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Brasil, o País do mobile

Mercado de smartphones segue trajetória de forte alta neste fim do ano e em 2013

Com previsão de crescimento contínuo de dois dígitos no curto prazo, o mercado de smartphones anima as fabricantes de aparelhos e também as operadoras móveis, de olho no aumento da oferta de pacotes de dados móveis e com a chegada do iPhone 5 no país na sexta-feira, 14.

Mas não apenas o produto da Apple – entre os mais caros do mercado – terá chance no mercado brasileiro. As faixas de smartphones mais simples também devem ter sucesso.
“O (mercado do) Brasil é tão grande que todas as faixas de smartphones têm grande potencial de mercado, até a faixa de high end (mais sofisticada) é muito interessante”, disse o analista Fernando Belfort, da consultoria Frost & Sullivan.

Segundo ele, para fabricantes e varejistas os smartphones mais simples (até R$ 500) ou de sofisticação média (na faixa de R$ 500 a R$ 1 mil) são os dispositivos que mais podem colaborar em termos de receita, enquanto os aparelhos mais refinados (a partir de R$ 1 mil) têm maiores margens.

A consultoria espera vendas de 15,5 milhões de smartphones no Brasil em 2012, alta de mais de 55% sobre o ano passado. Para 2013, o total deve chegar a 21,4 milhões de unidades.

E quem compra smartphones vai querer utilizar o máximo possível de seus recursos, o que inclui acessar a internet e baixar dados, com a contratação de pacotes de internet móvel.

Os dados mais recentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que das 259,3 milhões de linhas móveis em outubro, 59 milhões foram de 3G – apenas 23% do total.

Analistas apontam que o mercado total de celulares no Brasil deve somar 71,8 milhões de aparelhos em 2013, com smartphones compondo de 35 até quase 40% desse total –ou de 25 milhões a 28,7 milhões de unidades.

iPhone 5 - As principais operadoras vão comercializar o novo smartphone da Apple, considerado sonho de consumo por grande parte dos entusiastas de tecnologia móvel.
A TIM venderá o modelo a partir de R$ 2,4 mil, sem subsídio para fidelizar clientes. A Vivo, da Telefônica Brasil, ofertará o aparelho a partir de R$ 1,5 mil, dependendo do plano contratado e pontuação em plano de fidelidade. A Oi também trabalhará com a versão mais recente do iPhone, vendendo o produto a partir de R$ 2,4 mil, e a Claro foi a primeira a informar que venderá o dispositivo.

Google revela termos mais procurados em 2012

Gigante de buscas revelou maiores eventos marcas, músicos e músicas mais procuradas ao longo do ano

O Google anunciou nesta quarta-feira, 12, seu Zeitgeist anual, ranking que reúne maiores eventos, marcas mais procuradas, músicas e músicos mais populares no ano, entre diversas outras categorias, baseada em pesquisas feitas por usuários no Brasil e lá fora. Vale a pena conferir o vídeo com um resumo logo abaixo do texto.

Termos gerais mais procurados no Brasil em 2012
1. Face
2. BBB12
3. Ask
4. Avenida Brasil
5. Zerg Rush
6. Eleições 2012
7. Transformice
8. Enem
9. TRE
10. Fina Estampa

Termos gerais mais procurados no mundo em 2012
1. Whitney Houston
2. Gangnam Style
3. Hurricane Sandy
4. iPad 3
5. Diablo 3
6. Kate Middleton
7. Olympics 2012
8. Amanda Todd
9. Michael Clarke Duncan
10. BBB12

Orelhão Mágico: Oi surpreende crianças com linha direta com o Papai Noel



 A Oi realizou no Rio de Janeiro o Orelhão Mágico, em que crianças podiam falar diretamente com o Papai Noel. Remotamente, atores do Retiro dos Artistas viam os pequenos, e preparavam surpresas como presentes, coral, neve e até projeção mapeada. A reação das crianças é o presente de quem assiste.
O telefone para falar com o Papai Noel está disponível para qualquer criança – 21 2243.2012 – e as tarifas serão doadas para instituições que participaram da ação.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

"Avenida Brasil" é o assunto mais comentado no Facebook em 2012

O Facebook divulgou nesta terça-feira as principais tendências de 2012 entre os brasileiros na rede social. A novela Avenida Brasil, da Rede Globo, foi o assunto mais comentado do ano, enquanto a cantora Adele dominou a lista de músicas mais executadas no ano na rede social, emplacando cinco dos 10 sucessos. O único artista brasileiro que aparece nessa lista é Luan Santana.
A lista de assuntos mais comentados do ano é dominada pelo esporte e pela TV. Os destaques foram o ginasta Arthur Zanetti, que conquistou uma medalha inédita para a ginástica artística nas Olimpíadas de Londres, para a apresentadora Hebe Camargo, que morreu em setembro, e para Lionel Messi, jogador de futebol argentino e único nome estrangeiro na lista.
Além disso, o Facebook divulgou também os locais mais populares no Brasil. O Parque do Ibirapuera, em São Paulo, foi o local que mais recebeu check-ins em 2012, seguido das praias de Ipanema e Copacabana, no Rio.
 
O Facebook divulgou nesta terça-feira a lista dos assuntos mais comentados de 2012. A novela Avenida Brasil, da Rede Globo, foi o tema mais discutido na rede social Foto: Reprodução 
 
Entre as músicas mais executadas do ano, a cantora Adele domina metade da lista. O único artista brasileiro a aparecer entre as 10 músicas mais ouvidas é Luan Santana Foto: Reprodução
 
O Facebook divulgou também os locais mais populares do ano. O Parque do Ibirapuera foi o que mais recebeu check-ins de usuários em 2012 Foto: Reprodução

Homenagem ao aniversário do Silvio Santos

Veja o filme criado pela VML, em parceria com o SBT, para Colgate-Palmolive e que faz uma homenagem a Silvio Santos e ao seu sorriso. Nesta quarta-feira, 12/12/12, o apresentador comemora seu aniversário.
 
O comercial, veiculado durante todo o dia no SBT, mostra uma série de imagens do sorriso de Silvio Santos em diferentes épocas e busca reforçar os benefícios da linha Colgate Total 12.

A coincidência numérica da data foi perfeita para marcar a nossa homenagem ao Silvio Santos”, comenta Damian Pirichinsky, diretor de Oral Care.
O filme também poderá ser visto em peças de mídia online nos principais sites e portais do Brasil e ficará disponível no canal da Colgate-Palmolive no YouTube.


Ficha Técnica:
Título: Homenagem Silvio Santos
Agências: VML
Cliente: Colgate
Produto: Colgate Total 12
Duração: 60"
VP de Criação: Vitor Knijnik
Direção de Criação: Nelsinho Botega, Silmo Bonomi
Criação: Jairo Anderson, Wellington Ferreira, Dani Mochida e Gabriel Cuevas
Planejamento: Bernardo Kirschner
Atendimento/Agência: Valeria Ordonhez, Felipe Wanderley, Mariana Baldin
RTVC: Aline Moura
Mídia: Fabiola Sidorenko
Aprovação Cliente: Adriana Leite, Damian Pirichinsky, Sergio Herrera e Carolina Gorgulho
Produtora de filme: SBT Vídeos
Direção do filme: Fernando Pelegio
Produtor Executivo: Willian Pesenti
Direção de Produção: Leon Abravanel

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Beyoncé fecha campanha "colaborativa" de 50 milhões de dólares com a Pepsi

A cantora Beyoncé fechou na segunda-feira (10) um contrato de 50 milhões de dólares com a marca de refrigerantes PepsiCo. As informações são do "New York Times".
Segundo o jornal, o acordo prevê um projeto híbrido: além de estrelar os anúncios da marca, Beyoncé também receberá fundos para apoiar projetos criativos.

  Divulgação

"A Pepsi abraça a criatividade e entende que os artistas evoluem", disse Beyoncé em um comunicado. "Como empresária, isso me permite trabalhar com uma marca de estilo de vida sem comprometer e sacrificar a minha criatividade".

A campanha deve coincidir com o lançamento do novo álbum da cantora, que ainda não tem título ou data de lançamento, mas está previsto para sair em 2013.

Depois de se apresentar no intervalo da final do campeonato de futebol americano (o Super Bowl), em 3 de fevereiro, Beyoncé vai aparecer em um novo comercial de TV da Pepsi e seu rosto estampará uma edição limitada de latinhas do refrigerante.

O lado menos convencional do acordo inclui patrocínio para projetos colaborativos que podem não ter nenhuma ligação com a marca Pepsi, como eventos, vídeos, sessões de foto ou quase qualquer outra coisa, de acordo com declaração de Lee Anne Callaham-Longo, gerente geral da empresa se Beyoncé.

A Pepsi também irá patrocinar a turnê que a cantora deve fazer em 2013.

Veja as maiores falhas do Photoshop envolvendo celebridades em 2012

O ano de 2012 foi repleto de casos de Photoshop Fail envolvendo celebridades. E se engana quem pensa que apenas os não tão famosos foram vítimas do uso indevido do editor. Madonna, Britney Spears, Lady Gaga e outras personalidades conhecidas estamparam campanhas publicitárias bizarras. .


1. Em outubro, uma campanha de perfumes estrelada por Christina Aguilera teve grande repercussão na Internet. Isso porque a propaganda da Royal Desire mostrava a cantora muito mais magra do que na realidade, além de deixar o corpo de Christina desproporcional.
As fotos foram tiradas em 2010, mas o caso ganhou a atenção dos internautas depois que o anúncio foi publicado na revista "US Weekly". Mesmo há dois anos atrás, a intérprete já apresentava formas bem mais avantajadas do que as da peça publicitária. Na imagem editada, os erros mais evidentes são o da cabeça, muito grande para o resto do corpo; e o encontro do queixo com o pescoço, região demasiadamente sombreada.


Christina Aguilera no anúncio e em foto não retocada da mesma época (Foto: Reprodução)

2. Britney Spears também foi vítima do uso abusivo do Photoshop. Na capa da edição de dezembro da revista “Lucky”, o rosto da pop star foi tão modificado que ela ficou parecendo outra pessoa.
Os fãs da cantora não gostaram nada da drástica alteração e se apressaram em reclamar da publicação via Twitter. A revista aproveitou o microblog para fazer um pedido de desculpas; já Britney não se pronunciou sobre o incidente.


Capa da revista "Lucky" com Britney irreconhecível (Foto: Reprodução)

3. Madonna foi outra a protagonizar um Photoshop Fail este ano. No dia 19 do mês passado, a diva pop apareceu inteiramente modificada no anúncio de sua nova fragrância, Truth or Dare Naked, divulgado através de seu perfil oficial no Facebook.
O que chama atenção de imediato é o corpo ilustrado na fotografia, que parece o de uma mulher de 20, e não de 54 anos. Mas vários elementos da imagem são estranhos, como a sombra em volta de Madonna e os dedos da mão direita. Embora a campanha tenha recebido mais de 30 mil curtidas na rede social, muitos internautas criticaram o uso abusivo do editor de imagens.
 
Anúncio do perfume Truth or Dare Naked mostra Madonna photoshopada (Foto: Reprodução)
 
4. Ainda no rol das cantoras pop internacionais, Lady Gaga também recebeu críticas relacionadas à manipulação de uma foto sua. A origem da polêmica foi a capa da edição de setembro da Vogue, na qual a artista aparece muito mais magra do que no “behind the scenes” divulgado pela própria revista. As alterações foram tão abundantes que Gaga ficou com aparência de desenho.
 
Capa da Vogue em setembro e screenshot do vídeo dos bastidores (Foto: Reprodução) 

5. Fechando a lista de musas do cenário musical, Katy Perry. Em propaganda para uma marca de batatas, a cantora aparece sem um dos dedos da mão direita. Até existe alguma possibilidade de o dedo em questão estar sob os cabelos de Katy, mas não há qualquer
 vestígio do indicador na fotografia, o que aponta para um clássico Photoshop Fail.
 
Propaganda da Popchips com Katy Perry (Foto: Divulgação)


6. A brasileira da relação é a modelo
Lais Ribeiro, que posou para a campanha das lingeries da Victoria’s Secret. Desde que uma das fotos da sessão foi divulgada via Facebook, em agosto, várias pessoas comentaram que a magreza da moça não é natural, mas fruto do (mal) uso do Photoshop.
O defeito estaria na lateral direita da cintura da modelo, que pareceu estranho a alguns usuários da página. As avaliações podem estar certas, mas não é possível afirmar a alteração, já que a Lais Ribeiro é bastante magra, como mostra a comparação abaixo.
 
Comparação entre foto do Facebook e outra de Laisa pode tirar prova dos nove (Foto: Reprodução)

7. Nem só as mulheres sofrem com o excesso de Photoshop em suas fotografias. O ator Jackie Chan também passou por esse problema em uma campanha destinada ao combate da paralisia infantil. Na imagem usada, o braço do comediante e lutador de kung-fu aparece torcido, em uma posição praticamente impossível na vida real.
 
Propaganda mostra Jackie Chan com braço em posição estranha (Foto: Reprodução) (Foto: Propaganda mostra Jackie Chan com braço em posição estranha (Foto: Reprodução))

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Michael Jackson revolucionou a música e o marketing com seus videoclipes


Em 30 de novembro, "Thriller", o sexto álbum de Michael Jackson, completou 30 anos. O disco não foi só um marco musical, mas também um fenômeno de vendas que mudou para sempre a indústria da música. Até hoje, cerca de 100 milhões de cópias foram vendidas em todo o mundo. Um recorde.

"Thriller" foi o disco que mostrou para as gravadoras que, em casos especiais, valia investir em "blitzkriege" publicitárias sem precedentes, tratando o LP como um "evento". O álbum de Jackson mudou a forma como discos eram comercializados e divulgados.

O lançamento coincidiu com a popularização da recém-inaugurada MTV. Foi a partir da exibição dos clipes de Michael Jackson que a emissora se tornou um fenômeno global.
Jackson foi um dos primeiros artistas a entender a importância dos videoclipes. Tanto que, quando a rede CBS se recusou a pagar os US$ 150 mil para fazer o videoclipe de "Beat It", o cantor tirou dinheiro do próprio bolso.

Apesar de toda a sua qualidade de produção, a verdade é que "Thriller" foi gravado e mixado às pressas.

A gravação durou três meses. O perfeccionismo de Jackson e de seu produtor, Quincy Jones, quase impediu o disco de chegar às lojas para o Natal de 1982.
Michael ficou tão deprimido com a primeira versão da mixagem de "Thriller" que, segundo relatos, teve crises de choro no estúdio. Exigiu da CBS mais um mês para entregar o disco, que foi prensado a toque de caixa.
Michael Jackson em cena do videoclipe de "Thriller"
"MOONWALK"
Além da qualidade da música, outros fatores colaboraram para o sucesso do disco: em março de 1983, Jackson dublou "Beat It" numa cerimônia televisiva em homenagem aos 25 anos da gravadora Motown.

Nesse show estreou seu famoso "moonwalk", passo de dança que deixou o público embasbacado.

No fim de 1983, um ano depois do lançamento do disco, Jackson realizou sua jogada de mestre: lançou o videoclipe de "Thriller", megaprodução de quase 14 minutos de duração e orçamento de US$ 500 mil, dirigida por John Landis.

A MTV norte-americana exibiu o clipe duas vezes por hora, o que tomou metade de sua programação. A fita VHS do clipe vendeu 9 milhões de cópias e foi, por um bom tempo, a mais vendida da história.

Jackson revolucionou não só a música pop mas também seu marketing

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dá pra inovar sem grana?

Quem trabalha com publicidade está mais que acostumado com o fantasma da inovação. Ações inovadoras são legais e trazem orgulho (e quem sabe prêmios) para o cliente, a agência, a equipe. Talvez por isso a inovação tenha virado tema central do último Plan B Talks.
Aconteceu quase sem querer. Como sempre, separamos os cases legais da semana e votamos. Os escolhidos foram a ação da Nescafe para lançar um produto no Facebook e o cinema 360º da Odebrecht.

A Nescafe decidiu contar com o engajamento dos fãs para revelar a nova lata do produto para os clientes. Eles mudaram a foto do topo para uma imagem totalmente coberta com grãos de café e pediram para os fãs divulgarem. Quanto mais likes na página, menos grãos cobriam a imagem e, ao final, a nova lata foi revelada
.



Para nós, o mais interessante da ação foi a simplicidade. Sem muito custo eles conseguiram extrapolar o formato da cover picture e utilizá-la de uma forma diferente. Além disso, achamos muito legal o fato da marca contar com o engajamento dos seus fãs sem oferecer prêmios. Fica a lição de sempre tentar ir além dos formatos de mídia disponíveis e conseguir fazer um novo uso deles.A Odebrecht também encontrou uma forma diferente de apresentar seu produto ao público. A construtora criou um cinema 360º: uma cúpula com oito metros de altura e 16 de diâmetro, equipada com elementos visuais 3D e elementos sensoriais 4D. Tudo para gerar uma experiência de imersão para o cliente e mostrar o futuro empreendimento como se ele já fosse realidade.



É um projeto ambicioso, que tirou a Odebrecht da zona de conforto dos anúncios tradicionais para gerar uma experiência real ao consumidor. Com isso, a construtora conseguiu estabelecer um novo parâmetro para o lançamento de empreendimentos de luxo no Brasil. Inovação na sua essência, tanto tecnológica quanto de comunicação.Correr atrás de novas ideias, seja em ações menores do dia a dia, seja em grandes projetos, é fundamental para criar uma comunicação relevante para as marcas. Além disso, gerar um conteúdo de qualidade para o público torna o diálogo entre marca e cliente sempre mais rico.

Mas a lição principal da tarde foi: a inovação não está diretamente ligada à verba!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dono de imobiliária aumenta vendas em 40% criando chamadas curiosas

'O mais legal no apartamento é ficar longe da sogra', diz uma das placas.
Placas em São Vicente, SP, viraram atração e tiraram imobiliária da crise.
 
Corretora anuncia imóveis em placas com mensagens divertidas (Foto: Mariane Rossi/G1)

O dono de uma imobiliária em São Vicente, no litoral de São Paulo, tem atraído clientes com placas bastante curiosas para anunciar imóveis à venda. Ele é o responsável pelos textos com as características dos apartamentos e, ao mesmo tempo, criar frases relacionadas ao imóvel brincando com sogras e argentinos, por exemplo. Com a atitude, Agemiro Durante Filho, de 69 anos, passou a chamar a atenção de quem passa na rua e aumentou as vendas com as placas inusitadas.
Durante era taxista mas, há cerca de 40 anos, entrou para o ramo imobiliário a convite do irmão. Em um ano ele se tornou um dos melhores vendedores da imobiliária localizada próxima à praia do Itararé, onde está até hoje, agora como dono. Em 2008, a imobiliária não estava tendo sucesso nas vendas. Durante começou a usar a criatividade para inovar nas placas. Ele passou a criar histórias e contar piadas utilizando as características dos apartamentos e dos prédios. A partir da primeira placa divertida, as vendas começaram a aumentar. “De 30% a 40% são as placas que vendem”, afirma Durante.
 
O dono da imobiliária diz que precisa de inspiração para criar as frases nas placas. Algumas delas são escritas em folhas de sulfite. Já outros anúncios são feitos com giz em dois grandes quadros que ficam na porta da imobiliária. As brincadeiras são relacionadas a sogras, cunhadas, maridos, netos e também relaciona a questões sexuais e do trabalho. Um exemplo que retrata bem o estilo de Durante pode ser visto em uma das placas que tem a seguinte explicação. “Esse apartamento é ótimo pelo seguinte: caso você quebre o pau com a sua esposa ou sogra, você desce rapidinho e vai dormir nas duas garagens que o apartamento tem direito! O mais importante nisso é que você vai ficar longe da sua sogra! Que maldade gente! Eu faria ao contrário. Mandaria a sogra para a garagem! Ufa!”, mostra a placa. Depois da brincadeira, ele coloca todas as informações sobre o apartamento, a quantidade de quartos, cozinha, banheiros, localização, os diferenciais de cada um e também o preço. Os anúncios ficam na frente da imobiliária e também no site, que conta com as mesmas placas.
 
No escritório, onde escreve a maioria das frases das placas, ele já tem duas pastas cheias com as divertidas propagandas. Durante conta que depois que começou a fazer as placas engraçadas muitas pessoas comentam, dão risadas e começaram a chamá-lo de poeta. “Recebo até emails de parabéns pela coragem de escrever”, conta. Porém, outras pessoas até entram na imobiliária só para criticá-lo sobre as coisas que ele escreve. “Cerca de 10% não gostam, acham apelativo. Mas é nessa apelação que eu vendo. Eu quero é que chame atenção mesmo”, diz.
A comerciante Ilda Fátima da Silva, de 53 anos, tem uma churrascaria próxima à imobiliária de Durante. Atraída pelas placas, ela já comprou quatro apartamentos no local. Além deste chamariz, ela conta que o atendimento também é um diferencial. “Ele é um grande profissional. Dá todas as informações com os dados do apartamento e entrega em uma pasta para a gente. Eu recomendo”, garante ela, que confessa que os clientes da churrascaria que passam em frente a imobiliária adoram ler as placas de Durante. “É muito interessante. Eu sempre leio. Não só eu como meus clientes também”, confessa.

Após alguns anos, Durante também passou a deixar mensagens para os clientes. Em datas especiais, como dia das Mães, Natal e Ano Novo, ele fala sobre seus familiares, sobre desejos e sobre a data. Assim, Durante conseguiu emocionar uma das pessoas que passava pela rua. “Uma mulher entrou aqui e disse que tinha ficada emocionada. E eu fiquei emocionado no dia. Ela falou assim. ‘O que o senhor escreveu na placa eu não consegui falar para o meu pai”, conta.
Além de divertir e emocionar os clientes, Durante consegue uma boa economia com a divulgação. “Não gastei mais anunciando em jornal”, conta ele, explicando que as pessoas que querem vender seus imóveis o procuram para prestar o serviço e exigem que a placa seja feita por ele. Raramente os corretores da imobiliária procuram os apartamentos. Ele garante que se um dia parar com a mania de fazer as frases engraçadas nas placas, o movimento nas vendas com certeza cairá. “Todo mundo já conhece o meu jeito. Tenho certeza que eles (clientes) não vão aceitar, vão saber que não é o ‘poeta”, finaliza.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Dia da Propaganda

Em homenagem ao Dia da Propaganda temos um clássico dos anos 80.

Anúncio de Nescau de 1986.
Créditos da imagem: JWT Brasil.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Os 20 comerciais mais compartilhados

Kony 2012, com mais de 10 milhões, liderou a lista da Unruly Media com os filmes publicitários mais compartilhados de 2012

O site Viral Video Chart, da Unruly Media, divulgou o Global Viral Video Ads Chart 2012, um ranking com os 20 filmes publicitários mais compartilhados anualmente. Kony 2012, do Invisible Children, ficou com a primeira posição após gerar mais de 10 milhões de compartilhamentos desde seu lançamento, no dia 5 de março. O segundo colocado, TNT: A Dramatic Surprise On A Quiet Square teve menos de cinco milhões de compartilhamentos.

Confira a lista completa abaixo:
1.
Invisible Children: Kony 2012 – 10.068.928 de compartilhamentos
2.
TNT: A Dramatic Surprise On A Quiet Square – 4.352.283 de compartilhamentos
3.
Abercrombie & Fitch: Call Me Maybe – 2.435.774 de compartilhamentos
4.
DC Shoes: Gymkhana 5 – 2.292.354 de compartilhamentos
5. P&G: Best Job – 2.227.528 de compartilhamentos
6.
Dancesport Studio: Two-Year-Old Dancing The Jive – 2.094.766 de compartilhamentos
7.
Melbourne Metro: Dumb Ways To Die - 1.217.751 de compartilhamentos
8.
Chevrolet: OK Go, Needing/ Getting – 1.140.769 de compartilhamentos
9.
Volkswagen: The Bark Side – 1.127.479 de compartilhamentos
10.
PBS Studios: Mister Rogers Remixed, Garden Of You Mind – 1.045.039 de compartilhamentos
11.
Google: One Day, Project Glass – 1.025.854 de compartilhamentos
12.
Go Pro: Black Edition, Smaller, Lighter and 2X More Powerful – 989.904 de compartilhamentos
13.
Coke: Unlock The 007 In You. You Have 70 Seconds – 933.601 de compartilhamentos
14.
Nike: Mercurial Vapor VIII: Cristiano Ronaldo vs Rafa Nadal – 921.039 de compartilhamentos
15.
Nike: My Time Is Now – 902.609 de compartilhamentos
16.
Sesame Street Workshop: Share It Maybe – 863.969 de compartilhamentos
17.
Red Bull: Athlete Machine (Red Bull Kluge) – 804.418 de compartilhamentos
18.
Banco Som Sabadell: Som Sabadell FlashMob – 794.749 de compartilhamentos
19.
Air New Zealand and WETA: An Unexpected Briefing – 753.200 de compartilhamentos
20.
Febelfin: Amazing Mind Reader Reveals His ‘Gift’ – 695.896 de compartilhamentos

Google lança manifesto por internet livre

Companhia criou campanha em que apela para autoridades de todo o mundo para que não tentem censurar a web

Uma internet livre e aberta. Essa é a proposta de uma campanha lançada pelo Google em seu blog oficial. O post, assinado pelo vice-presidente Vint Cerf, é entitulado “Keep the Internet free and open”, e traz um desabafo do executivo em que ele pede que autoridades de todo o mundo não tentem censurar a liberdade que os internautas têm de se expressar na web (veja aqui o site).

“Um encontro de governantes de todo o mundo acontece em Dubai e a regulamentação da Internet está na pauta. A União Internacional de Telecomunicações está promovendo uma conferência entre os dias 3 e 14 de dezembro para revisar as leis e os governantes podem votar. Algumas propostas podem permitir que se justifique a censura da liberdade de expressão e até cortem o acesso à Internet em seus países”, diz a nota.

A publicação tem ainda um mapa que demonstra em quais países houve algum tipo de manifestação à favor da internet livre e sugere que os internautas que abraçam a causa acessem um abaixo assinado para demonstrar sua opinião. “Por favor, faça sua voz ser ouvida e espalhe a mensagem”, encerra Cerf.

Facebook pode comprar WhatsApp

TechCrunch revela que Mark Zuckerberg entrou em contato com a empresa responsável pelo programa de envio de mensagens multimídia gratuito

O Facebook, que já comprou o serviço de compartilhamento de fotos Instagram, está interessado em adquirir o WhatsApp. Segundo informou o TechCrunch, Mark Zuckerberg já entrrou em contato com a empresa responsável pelo programa de envio de mensagens multimídia gratuito.

O site de notícias revela ter fontes internas que confirmam o interesse do Facebook no WhatsApp, porém não informa os possíveis valores da transação e nem datas para o acordo ser fechado.

“Ainda estamos apurando qual seria o valor e em que pé está o negócio. Mas como os dispositivos móveis são fundamentais na batalha pelo mercado da internet, não existe nenhuma dúvida de que um acordo faria sentido”, revela o TechCrunch.

E.life analisa trending topics do Twitter

Entre as nove categorias pesquisadas, “Esporte”, “Música” e “TV” dominam os termos que mais se destacaram nos TTs

Exatamente metade dos assuntos que chegam aos Trending Topics (ou TTs) do Twitter são influenciados, direta ou indiretamente, pela programação televisiva, revela o estudo “Trending Topics do Twitter”, realizado entre os dias 1º de abril e 30 de outubro pela E.life, líder na América Latina em inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais. Das categorias analisadas no período, esporte, música e TV pautaram os assuntos que mais chegaram aos TTs, ou seja, foram os temas que ganharam popularidade e notoriedade com rapidez no microblog e se destacaram na repercussão da rede social, indicando tendências.

A televisão foi a responsável por três dos cinco assuntos mais presentes nos trending topics entre os meses analisados. São eles: Avenida Brasil, Rebeldes e Olimpíadas de Londres, respectivamente. A novela da Rede Globo foi um fenômeno não apenas nas telas de TV, mas também nas redes sociais, levando aos TTs diversos termos como “Carminha” e “Essa Nina”, além das hashtags #AvenidaBrasil e #oioioi. As Olimpíadas, maior evento esportivo do ano, também foram muito lembradas pelos usuários do microblog.

Com relação à categoria esporte, as conquistas do Corinthians, principalmente a Copa Santander Libertadores e a vaga para o Mundial de Clubes, fizeram com que o time estivesse entre os que mais atingiram os trending topics no período monitorado pela E.life. Na categoria música os cantores Demi Lovato, Justin Bieber, Gangnam Style, Lady Gaga e Miley Cyrus foram os que mais figuraram dos TTs.

Para o monitoramento nove categorias foram analisadas: Cinema, Datas Comemorativas, Esportes, Eventos, Internet e Tecnologia, Música, Notícias, Política e, também, TV.