segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A Evolução do Sampling

Ações ganham novas extensões na era das redes sociais e de consumidores Sustentáveis. Entre as novidades estão as lojas de amostras grátis, ações interativas e que integram o consumidor e o momento que ele está vivendo.

O sampling, ou distribuição de amostras grátis, é uma ferramenta de suma importância para a divulgação dos produtos. A novidade é que ela ganha novas formas de aplicação para tornar o produto conhecido em lançamento ou ampliar o número de pessoas que o conheçam, reforçando sua imagem e aumentando seus consumidores. Guilherme de Almeida Prado, Presidente da AMPRO (Associação de Marketing Promocional), cita as lojas de amostras grátis, que surgiram há alguns meses e que já estão revendo seus conceitos, e também as ações de sampling pela internet e redes sociais. Exemplo: os X primeiros que se cadastrarem vão receber amostras. Marcelo Scalabrini, diretor comercial da S&L Marketing Promocional, cita que a proposta deste tipo de ação é levar ao consumidor um determinado produto, onde quer que ele esteja, com o objetivo de gerar experimentações, discussões e comparações das marcas presentes na vida das pessoas.
Segundo ele, as ações agora estão mais interativas, com a utilização de uniformes, performances das equipes que remetem ao conceito direto do produto e suas vantagens em relação ao concorrente mais próximo, com o único e exclusivo objetivo de formar consumidores fieis.

E, além das ações em bares, restaurantes ou locais públicos de grandes concentrações, estão sendo explorados outros locais, como praças de pedágios nos fins de semana ou véspera de feriados, onde se promovem ações relacionadas à situação do consumidor. “Hotéis, empresas de manutenção de veículos, escolas e vestibulares, entre outros. Ações promocionais, que integram o consumidor e o momento que ele está vivendo, ou seja: viagens, família reunida, conforto, segurança, etc. Mensagens que serão pauta dos próximos 100 km ou de sua próxima viagem”, ressalta Marcelo. Roberto Flesch, sócio-diretor da Agita Brasil, cita que, quanto mais qualidade/diferencial tem um produto, mais importante se torna utilizar o sampling, afinal, se o produto é bom, é importante fazer o consumidor experimentá-lo. Segundo ele, há muitas novidades nas atividades de sampling, não apenas pela evolução da tecnologia/meios digitais, mas pelo maior conhecimento das empresas sobre seus consumidores/compradores.
Roberto reforça que o importante não é apenas entregar a amostra, mas fazer o consumidor se envolver no espírito da marca.

Tendências


Os especialistas apontam as redes sociais e a preocupação com sustentabilidade como as novas apostas para esse tipo de ação. Marcelo Scalabrini cita que “ação corpo a corpo no Brasil é e sempre será o forte, pela forma do brasileiro ser e gostar da proximidade, calor humano, ver o que está acontecendo com seus próprios olhos e mãos”, explica.
Hoje, algumas ações de Sampling não se limitam apenas a abordagem e distribuição de amostras. Atualmente, na internet, que é um meio fluído, plural e avesso ao confinamento, a mensagem é dissipada com muito mais eficiência, explica o diretor comercial da S&L Marketing Promocional. Uma ação de Sampling integrada a uma mídia on-line atinge muito mais consumidores e gera interesse da experimentação. Outro aspecto apontado pelo profissional é o da equipe. A divulgação on-line proporciona uma maior interação dos consumidores com as ações de campo, porque ele recebe uma determinada amostra, já conhecendo a mecânica da ação, facilitando o reconhecimento da marca e/ou produto.
“Recentemente, podemos citar a grande campanha realizada pela Procter Gamble (Oral-B), em que os usuários de uma rede social podiam se cadastrar no website da empresa e solicitar amostra grátis do produto que seria entregue no endereço cadastrado no site”.
Roberto Flesch, da Agita Brasil, concorda que será cada vez mais frequente o uso de tecnologia (internet ou celular) em ações de marketing promocional, inclusive no sampling. “A era digital mudou muita coisa na vida das pessoas, e o sampling aproveitou os benefícios disso”, explica Roberto Flesch. Podemos não apenas fazer a ação de sampling, mas, graças à tecnologia, reforçar com ações de pós sampling, que fortalecem o relacionamento. Atualmente, já há maquinas chamadas de sampling machines que entregam amostras para quem passar na frente, por meio de um contato virtual, geralmente um SMS. “Imagine um sampling sem promotora e com mínima dispersão. Um sampling em que a empresa consegue criar uma base de relacionamento com quem experimentou o produto”. Ações de pós-sampling podem ser executadas sem dispersão, explica o sócio-diretor da Agita Brasil. Outra mudança radical apontada pelo especialista é a oferta de empresas em seus sites. Basta o consumidor solicitar para receber em casa uma amostra de determinado produto. O custo de entrega por amostra é maior, mas há entrega de amostras apenas a quem está interessado no produto. A probabilidade de conversão por amostra é infinitamente maior.
 “Nossas ações de sampling estão ficando cada vez mais focadas e em locais do PDV cada vez mais diferentes. Estamos percebendo que são os produtos orientados para nichos de mercado que requerem ações de sampling muito mais focadas. Nossos clientes, por exemplo, não querem apenas falar com donas de casa, agora querem falar com mulheres, jovens, com hábitos saudáveis”.
O presidente da Ampro, por sua vez, aborda outra estratégia dentro das novidades no setor. Segundo Guilherme Prado, a tendência é a mensuração da atividade para identificar se a amostra foi usada e se o consumidor comprou o produto pós-ação. “De nada adianta fazer uma ação por um custo baixo se ninguém usa a amostra que você entregou. Da mesma forma, não adianta entregar amostras para pessoas que usam, mas que não são do target”. Para ele, o desafio é desenvolver atividades de sampling com estratégias inteligentes e com mensuração. E, por isso, é fundamental o cliente entender que o sampling não é apenas contratar equipe e sair distribuindo amostra. Investir numa agência que pense consumidor na estratégia, no planejamento e na mensuração faz toda a diferença.

Sampling X Sustentabilidade


No momento em que alguns clientes começam a prestar mais atenção em ações de sustentabilidade, um dos novos papéis do sampling é levar essa conscientização ambiental até eles. Uma das formas de isso acontecer, segundo Marcelo Scalabrini, é passando a informação de que a produção daquele produto é politicamente correta sob as leis e conceitos da sustentabilidade, bem como os serviços prestados e o aproveitamento das matérias-primas para utilização de novos projetos.
“Conscientizar o consumidor e demonstrar que podemos usufruir de produtos com mais produtividade torna-se fundamental para o processo de propagação da sustentabilidade.” Roberto Flesch cita que, para o marketing, sustentabilidade não é apenas cuidar do meio ambiente e do planeta. No caso de marketing, é atuar de forma responsável e ética perante seus consumidores: “Não forçar (coisa paradoxal para os marketeiros) venda de um produto desnecessário para o consumidor. Estamos percebendo que em sampling isso é ainda mais importante, pois qualquer overpromise é imediatamente percebida pelo consumidor.”
Ele alerta também que a abordagem do público infanto-juvenil (criar a “dependência”) está cada vez mais controlada. “É de se tirar o chapéu para a maneira como algumas empresas já aprenderam a respeitar o consumidor”.
Voltando a falar de sustentabilidade na perspectiva de meio ambiente e como plataforma de sampling, percebemos que ainda estamos engatinhando. Já para o presidente da Ampro, a questão maior é a preocupação com o target, ou seja, saber se a pessoa vai usar o sampling é o principal ponto. “Entregá-lo para alguém que não quer ou que vai se esquecer de usar o produto é desperdício de dinheiro do cliente e lixo desnecessário”, enfatiza Guilherme Prado.

Sucesso no Facebook em 8 passos.

Não resta nenhuma dúvida que a maneira como as marcas interagem com os consumidores mudou demais nos últimos três anos. A influência e a relevância das chamadas mídias sociais ganharam corpo, importância e tornaram-se obrigatórias em qualquer estratégia de marketing.
O Social Media Examiner.com apresentou histórias de empresas que incluíram o Facebook em seus planos de marketing e obtiveram sucesso por utilizar a plataforma de maneira adequada. Alguns pontos mostram com clareza que a simples presença no Facebook não leva a lugar algum e não cria engajamento. Muitas marcas simplesmente replicam o conteúdo de seus sites em suas fan pages, um esforço absolutamente em vão. Usuários buscam integração, algo para compartilhar e fundamentalmente se sentir incluído e próximo das marcas. Também não basta ter milhares de fãs se a interação do usuário se limita a isso. É preciso trazer frequentemente o consumidor para sua página e fazer com que o conteúdo disponível seja sempre relevante.
De acordo com o Social Media Marketing Report de 2011, 75% das empresas ouvidas na pesquisa planejavam aumentar seus investimentos no  Facebook nesse ano.
No momento que escrevo esse artigo, o Facebook tem 747.39 milhões de usuários, 26.83 milhões no Brasil e 31% dos usuários acessa o site diversas vezes ao dia. Um potencial gigante que deve ser explorado da maneira adequada. Para isso, relaciono aqui oito sugestões para que a estratégia de comunicação se torne ainda mais poderosa.

1 - Concursos criam engajamento e ampliam o alcance
Promover concursos através de sua página é uma solução muito interessante para que o consumidor possa interagir com as marcas, como a melhor foto de um cheeseburguer, a melhor resposta a uma pergunta, um vídeo que mostre a melhor performance com uma bola e outras tantas.

2 - Fotos e vídeos são grandes chamarizes
A IdeaPaint é uma empresa que produz uma tinta que, quando aplicada, transforma qualquer superfície comum em uma lousa. Trata-se de uma empresa B2B que transborda para consumidores comuns seu posicionamento e seu produto. A estratégia se torna vencedora por meio do uso de vídeos inspiradores que mostram claramente como o produto é utilizado e, principalmente, como projetos de sucesso acontecem com o auxílio da tinta. Disponibilizar esse conteúdo no Facebook deixa muito simples o compartilhamento e interação com os fãs, enriquecendo a experiência de marca.

3- Integre sua loja ao Facebook
Lojas online disponíveis no Facebook encurtam o caminho dos fãs até o produto. A PETCO, varejista americana de produtos para pets, trouxe todo o conteúdo de sua loja online para sua página no Facebook. É possível comprar com segurança, contar aos amigos o que foi adquirido, sem que o usuário saia da página. O mesmo acontece com a Threadless, loja de camisetas que mostra as suas estampas em uma vitrine em sua página do Facebook, onde é possível curtir uma estampa, postar um modelo no mural ou ainda efetuar a compra redirecionando o internauta para o site da loja para que a transação seja feita com segurança.

4- Encoraje seus fãs a postar em sua página.
Atitudes simples, que permitam que os fãs dividam como utilizam seu produto ou algo que compraram, podem trazer o público para junto de uma marca e estimular envolvimento e participação. Perguntas simples como: “Qual o seu lugar favorito para comer um cheeseburguer?” ou “Para quem você daria o último biscoito do pacote?” são ótimos exemplos. Vale destacar que simplicidade e frequência correta são palavras chave para aumentar as chances de sucesso.

5- Guidelines que direcionam a interação com a sua página
A interação deve ser espontânea, mas algumas dicas podem ajudar a aumentar a aderência da interação do fã com a marca. Sugestões sobre o que postar e o que não postar devem ser feitas de maneira simpática e discreta. A intenção é deixar clara a política de moderação para que o usuário não se sinta censurado ou enganado quando algo que ele publicou for removido.

6- Use e abuse do Photo Strip e do avatar
O Photo Strip nada mais é do que as cinco fotos que aparecem na parte superior da página do Facebook. É uma das áreas mais nobres disponíveis e pode ser um grande atrativo. Produtos de destaque, mensagens de maior importância deve ser colocados no Photo Strip.
O avatar, outra área nobre do Facebook e corresponde a foto do perfil, também pode ser ricamente explorado. Avatares que são trocados regularmente geram fluxo recorrente a página. Criar uma unidade entre o avatar e o photo strip é também uma opção muito interessante.

7- Dê motivos para que curtam a sua página
Permitir que o usuário tenha acesso ao conteúdo da sua página apenas se ele curti-la é um recurso bastante simples e garante que todos os usuários que se interessem sobre a sua marca engrossem a lista de fãs. Condicionar acesso a vídeos, descontos exclusivos, vantagens, séries limitadas apenas para quem se engaja com sua página aproxima consumidores, cria o sentido de pertencimento e engaja fãs.

8- Matenha o fã em sua página
Acessar a página é fundamental, mas mais importante ainda é manter o fã conectado. Por isso, desenvolver um conteúdo relevante para o público é fundamental. Criar uma série de vídeos  que conta uma história em capítulos e faz com que o acesso seja diário ajuda muito. Jogos e atividades lúdicas que promovam o contato com seu produto e o contato com outros usuários de maneira atrativa vai, com certeza, manter seu fã conectado por muito tempo a sua página.

O Facebook é uma plataforma poderosa e absolutamente estabelecida. O número estrondoso de usuários e a facilidade de interação e implementação podem tornar a rede social mais popular do mundo uma grande aliada.Por conta disso, muitas empresas buscam se inserir nesse cenário, mas é fundamental que isso seja feito com critério e principalmente com um cuidado muito grande com o conteúdo.
Com a abordagem correta, com certeza, sobrarão motivos para curtir.

Comunicação Off-line e On-line: Como Utilizá-las para fortalecimento da marca?

Criar experiências com o consumidor no ambiente off - line, trazê-las para o ambiente virtual e mantê-las por meio da interatividade da rede social. Entenda os três passos para otimizar a relação empresa/consumidor


Ao estabelecer uma comunicação com o cliente nos ambientes off-line e on-line, a empresa constitui relacionamentos mais próximos, o que permite ações mais segmentadas por meio das ferramentas de mídias sociais. Como utilizar a comunicação off-line e on-line de forma a fortalecer a marca e o contato com os clientes?

Etapa 1

Crie experiências com seu cliente


Uma grande possibilidade de fidelização de seus clientes é por meio da experiência que ele terá com o produto. Quanto mais inusitado, eficiente e útil, maior a chance de ser repercutido em uma publicidade boca a boca positiva para a marca. Experiência esta que não deve ser pensada apenas no produto em si, mas em todas as possibilidades de contato com o público.
A coordenadora de Social Media da agência Rae,MP, Marina Mizioka, salienta que oferecer presentes gratuitos, sem um planejamento, não é o caminho. Para Mizioka, a grande experiência que irá gerar a fidelização é a solução pontual do produto ou serviço, sem que haja pressão no consumidor. “O seu produto ou serviço, oferecendo um benefício real ao cliente, já é a maior das experiências”, relata.

Etapa 2
Uso de e-mails para se conectar com os consumidores

Ao realizar a etapa 1, torna-se possível às marcas estabelecer conexões autênticas com seus clientes e, após essa conexão, é permitido contatá-los por meio de newsletters ou e-mail marketing. Mas cuidado: Visando eficiência, é necessário solicitar a permissão para envio desse material, afinal, será encaminhado para pessoas interessadas no produto e no que a empresa tem para falar e oferecer. “A primeira regra FDA Internet é comunicar aquilo que interessa às pessoas, além do ego dos diretores e gerentes aprovadores das mensagens. Na internet, vende quem tem uma ‘marca-Vênus’, aquela que atrai, seduz e fideliza a pessoa”, diz Marco Antônio Rezende, diretor de branding da Cauduro Associados.
A dica é enviar conteúdo relevante para seu público, assim, quando este receber o boletim, além de ficar informado sobre algo relacionado à empresa, terá prazer na leitura, trazendo um conteúdo útil, que pode ser compartilhado e capaz de propiciar uma experiência única ao leitor, que não será facilmente oferecida em outro lugar.


Etapa 3

Conversa em tempo real por meio das mídias sociais


A cada dia, surgem novidades na rede que podem alavancar os negócios das empresas e não é a toa: os clientes estão inseridos nesse meio digital e as empresas precisam estar presentes para dar continuidade na conexão que iniciou off-line. As redes sociais permitem interatividade em tempo real e isso exige das empresas agilidade, estrutura física e de pessoal, para saber como lidar com os internautas empresa. Na TV, o tempo se mede em segundos. Na internet, tudo acontece em frações de segundos, em um clima de muita competitividade visual e verbal. “Do ponto de vista do branding, a primeira condição é que as marcas sejam ÓTIMAS. A exemplo neste espaço. Seja no ambiente on-line ou off-line, a resposta imediata é fundamental para estabelecer o vínculo. Quando não acontece, a empresa passa ao cliente uma postura de desinteresse, desleixo e/ou de falsa atenção prometida pela da marca GOOGLE, na Internet, as marcas serão líderes quando forem simples, precisas e, ao mesmo tempo, saibam se fazer claras e únicas, relevantes para todas as pessoas”, exemplifica.
É preciso ter em mente que a qualidade das comunicações e relações sempre irá prevalecer sobre a quantidade de informações. Para isso, é necessário um cuidado sobre o que divulgar, a forma como isso será feito, a linguagem, a qualidade dessa informação, como será o retorno ao público. Tudo isso é analisado pelo consumidor, quando ele opta por fazer parte da sua rede social. A coordenadora da Rae,MP comenta que ainda há o mito de que quanto mais seguidores no Twitter, maior será o sucesso da empresa. Este mito foi o responsável pelo surgimento de sites que oferecem artifícios para conseguir um grande número de seguidores, porém, ela informa que essa prática é considerada até ilegal pelo próprio Twitter. “O que deve ser feito, no mínimo, é interagir com as pessoas que tiveram interesse em seguir a sua empresa e oferecer informações que agreguem alguma coisa à vida delas”, explica Mizioka.
Oferecer algo que o cliente não obtém em jornais, revistas e PDV é utilizar a plataforma on-line de forma correta, segundo a coordenadora. É possível interagir um assunto ou informação que só o mundo virtual oferece, sendo permitido um contato próximo com o público, por ser possível questionar, aprofundar ou comentar o tema instantaneamente. Existe também a grande oportunidade de conhecer melhor quem é o seu target, o que propicia a alteração dos rumos de muitos planos seguidos ou executados pela empresa. Além da vantagem da mobilidade e praticidade (de contato com a empresa em qualquer ponto via web). “O que não pode fazer é deixar de agradecer sempre às pessoas por experimentar e apreciar a marca no mundo on-line, pois elas são a parte mais importante do processo”, finaliza.

Ações Promocionais

Você sabe a diferença entre elas? Aqui vão alguns exemplos para saber se você está usando a ação certa para o seu produto.

• Cross Merchandising – Podemos cruzar os produtos e expô-los conjuntamente.

• Display de chão e Balcão – Expondo de forma vertical, sem ocupar muito espaço mas valorizando a marca, itens pequenos como carrinhos, jogos de cartas e bonecas;

• Demonstração – De carrinhos de controle remoto, produtos que mudam de
cor com água gelada, são fundamentais para impulsionar vendas;

• Faixa de Gôndola/Wobbler
Excelente para destacar seu produtos dos demais em um ambiente de visual poluído.

• Folheteria – Caso você pretenda fazer ofertas de produtos nas lojas em que vai atuar.

• Molduras decorativas – Cabem como diferenciais no ponto-de-venda, fazendo um efeito de destaque para o produto que se quer exibir.

• Ponto-de-venda falante – Acoplado a displays, dispara uma mensagem quando consumidor passa, chamando-o a conhecer o produto.

• SMS – Uma antena Bluetooth pode estar na loja disparando Ringtones ou Wall
papers para o celular.

• Sorteio Eletrônico / Urnas – As redes de varejo costumam usar sorteadores
para aumentar o ticket médio e atrair consumidores para linhas específicas de
produto. Se o consumidor comprar R$ 40,00 em produtos da loja por exemplo, ele roda a roleta e pode ganhar um prêmio na hora.

• Totem Multimídia – Excelente opção para mostrar imensas linhas de produto
sem o auxílio de promotoras. Catálogos completos de produtos podem ser mostrados ao simples toque da tela.

• Telas com conteúdo nas Gôndolas e prateleiras – Impulsionam as vendas na medida em que mostram vídeos dos produtos veiculados na TV e mostram o funcionamento dos produtos. Uma alternativa de baixo custo quando comparado a outros tipos de ação, muito interessante para produtos de valor agregado.

• Try me – Displays com videogames funcionando, com sensores de movimento
ligados, pois são produtos que exigem experimentação. Não deixe de ter um bom sortimento de jogos para experimentar.

• Vitrinismo – Altamente vendedor no universo infantil. As crianças entram no
clima do herói ou da boneca, se ela estiver numa linda casa. Investir numa boa vitrine é certeza de encantamento antes mesmo do consumidor entrar na loja.

Que tal tentar nas próximas datas promocionais?


Boa sorte e boas vendas!!

Blogs Corporativos

Como fazer uso dessa ferramenta corretamente para o fortalecimento da marca e do relacionamento com o cliente? Confira a opinião de especialistas.

Resultados de pesquisas realizadas nacionalmente auxiliam empresas a traçar o perfil do consumidor brasileiro, sendo possível conhecer seus hábitos e anseios de consumo e, muitas vezes, traçar o processo de construção para a realização de uma compra. O Instituto Ibope Mídia retratou que 50% dos consumidores estão aptos a fornecer informações sobre um produto, enquanto 34% relataram conversar com outras pessoas sobre os que são de seu de interesse antes de efetuarem a compra e 34% concordaram ser provável conseguir convencer outros potenciais compradores com a sua opinião sobre mercadorias. Por esta razão, é importante que as empresas estejam nas redes sociais, local de fácil aproximação com os clientes.

Os blogs corporativos são excelentes opções para que a empresa aborde assuntos orbitais ao seu negócio ou produto principal. Para o especialista em marketing digital e sócio-diretor da agência M2BRNET, Ricardo Marsili, os blogs permitem uma linguagem com um pouco de informalidade ou a geração do conteúdo com o intuito de criar um vínculo maior com os clientes, promovendo, inclusive, interação. “Dessa forma, é possível aumentar a indexação nos buscadores, como o Google e o Bing, além de ser um prato cheio para a divulgação nas redes sociais. Por essas razões, uma parcela totalmente nova de seu público-alvo poderá ser impactada pela empresa”.

A arquitetura utilizada em blogs é ideal para ser encontrada por mecanimos de busca como o Google, por exemplo. Assim, de forma efetiva, o conteúdo da web fica disponível para internautas interessados pelo tópico em questão por longo tempo. Na opinião do publicitário Kauê Linden, “Se utilizado de forma eficaz no dia a dia, um blog pode se tornar um canal precioso de informação para clientes e consumidores, ou até mesmo pode ser utilizado em campanhas específicas e empregado como Hotsite, servindo de apoio para campanhas promocionais da empresa”. Para o sócio da agência Kindle, Bruno Chamma, dependendo das funcionalidades que a empresa disponibiliza no blog corporativo, é possível trazer um público diferente para a página, sendo necessário que o conteúdo ou, principalmente, a ferramenta disponibilizada tenha relevância para este novo segmento. O professor de mídias sociais da ESPM relata: “Eu, por exemplo, mesmo sendo homem e estando, portanto, fora do público-alvo da marca, costumo visitar o Blog da Farm, pois existe um conteúdo que não se restringe a moda e fala de atualidades, artes, tecnologia e comunicação. Quem sabe quando eu for comprar um presente de natal para a minha esposa, a Farm não seja a primeira marca a vir a minha cabeça?”.

A imagem da companhia e o valor agregado são importantes influenciadores nesta decisão, o que mostra a importância real do e-Branding. Isso faz com que haja cada vez menos espaço para aqueles que só querem anunciar e vender sem se ocuparem em construir uma imagem na web e estreitar o relacionamento com o consumidor. Para auxiliar nessa construção, os blogs podem e devem levar conhecimento a empresas e pessoas com o objetivo de fortalecer o setor, gerar conversação, discutir questões importantes e criar um relacionamento da empresa com o mercado no qual atua.

O especialista Bruno Chamma retrata em três pontos a forma como essa ferramenta deve ser utilizada: “O primeiro ponto é gerar conteúdo de qualidade. Mas isso não é suficiente se este conteúdo não for gerado com uma boa frequência. E, por fim, é fundamental uma boa estratégia de divulgação para que o blog se torne conhecido após o seu lançamento”. Para o fundador da empresa de hospedagem de sites Hostnet Internet, Kauê Linden, os blogs têm sido usados com frequência como um canal oficial da empresa com seus consumidores em um tom mais formal. “Em algumas vezes, é utilizado como apoio para outras realizações de empresas. Certas companhias estimulam seus funcionários ou colaboradores a manter um blog próprio interno com suas realizações como forma de organizar a gestão da empresa”.

Otimizar ferramenta para buscadores é fundamental. Um blog armazena uma grande quantidade de informações que devem ser atualizadas constantamente, assim, cativa o público que sempre encontra novidades sobre assuntos de interesse. Isso também é muito útil no trabalho de SEO – Search Engine Optimization (Otimização para sites de busca). Todo o conteúdo postado deve ser construído de forma estratégica para que os buscadores encontrem sua empresa quando um usuário procurar por palavras chave contidas no blog corporativo. Ricardo Marsili pensa ser “fundamental para a empresa investir em uma ferramenta integrada às redes sociais e que esteja otimizada para os SEOs, além de ter bastante cuidado com o acabamento e identidade visual”. Para ele, a equipe de conteúdo deve dedicar um bom tempo para conversar com os responsáveis pelo atendimento, marketing e área comercial da empresa, pois certamente poderão ter insights valiosos sobre o universo da empresa e seus clientes.

Tendências

Em 2011, a principal tendência que merece atenção das empresas é o móbile marketing. Para isso, as corporações precisam acompanhar a popularização dos smartphones com conexão à internet, iPad e tablets, que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (APPs) e games. O número de novas opções cresce com frequência e apresentar maneiras diferenciadas para seu público pode cativá-lo ainda mais. Essa mobilidade contribui para que empresas, além de ter a possibilidade de economia de custos com a alocação de equipe (home office), possam realizar pelo blog a cobertura in loco de um evento ou acontecimento importante.

Pensando ainda na mobilidade para os colaboradores, o professor do MBA de Marketing Digital do Instituto Infnet diz que trabalhar com mais flexibilidade é um benefício muito apreciado por diversos colaboradores, o que pode contribuir para o aumento da qualidade do trabalho e diminuição do turnover nas organizações. Quando pensamos em potenciais clientes, essa facilidade de acesso permite ler o conteúdo da empresa em diversos lugares, até mesmo quando estão em algum momento de decisão de compra e precisam recorrer ao blog corporativo para o auxiliar na tarefa.

Alguns cuidados são necessários para que essa facilidade de comunicação não comprometa a credibilidade da empresa. É fundamental que a pessoa responsável pela alimentação de conteúdo e relacionamento com os usuários seja muito competente e esteja muito bem treinada de acordo com as políticas da empresa. Há também um fator agravante, que é a falta de supervisão em tempo real. “Dependendo da hora em que o texto é inserido, pode demorar horas até que um responsável identifique o problema e tome as providências necessárias para corrigir a situação”, alerta Ricardo Marsili.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Google lança Click-to-call

Anunciantes do Adwords dos EUA e Reino Unido podem receber chamadas de telefone por meio dos resultados de busca

O Google já permite que os anunciantes do Adwords passam a receber chamadas de telefone por meio dos resultados de busca. De acordo com o buscador, vários anunciantes acreditam que disponibilizar o número de telefone da empresa em anúncios pode aumentar o número de telefonemas e inclusive o número de cliques.

O sistema funciona assim: quando um usuário vê um anúncio e liga para o número, o AdWords registra a chamada e encaminha para o anunciante. Dessa forma, quando o anunciante olhar para os relatórios do AdWords, ele verá o número de chamadas geradas por cada campanha, duração de chamada, e de acordo com o Google, em um futuro próximo, vai ser possível ver o código de área da pessoa que ligou.

O novo recurso de chamadas só está disponível nos Estados Unidos e Reino Unido e apenas os anunciantes com CPC máximo - valor mais alto que você deseja pagar por um clique em seu anúncio - podem usá-lo. O Google já fez mais de 12 milhões de chamadas para milhares de empresas, mas infelizmente ainda não existe previsão de quando o serviço pode chegar ao Brasil.

Marketing de Relacionamento – o X da questão


Ferramenta segue as tendências digitais mercadológicas e modifica a forma de interação das marcas com os consumidores

Quando um não quer, dois não brigam – já dizia o famoso ditado popular. A antiga frase não perde seu sentido quando falamos em comunicação empresarial. Hoje, o contato entre a marca e o consumidor deve estar em sintonia e equilíbrio, sem discrepância de esforços e dedicação para nenhum dos lados. Afinal, se o cliente fala e não é ouvido, sua insatisfação será propagada aos demais consumidores, e se a marca comunica, mas não atinge de forma atrativa quem desejava, ela mudará sua estratégia ou o público alvo de sua ação.

Investir e ter eficiência no relacionamento com o cliente é uma questão de sobrevivência no mercado atual. Após a revolução digital, os consumidores buscam experiências diferenciadas e novas formas de interação com as marcas. Sendo assim, o setor capaz de auxiliar as companhias a atenderem tais expectativas é o marketing de relacionamento. Não há mais como garantir os GRPs (Gross Rating Points) - alcance x frequência - necessários para a consolidação de uma nova marca ou para a manutenção da imagem de uma empresa tradicional apenas com a inserção de comerciais em mídias tradicionais. Além disso, a revolução digital multiplicou a concorrência e tornou relevante a busca por satisfazer ao máximo os consumidores.

Os avanços tecnológicos conectam o mundo, tornando viável o consumo de volumes inimagináveis de informações e fornecendo ainda mais poder aos consumidores. Para a efetivação do marketing de relacionamento, as principais novidades são as mídias sociais. Segundo o profissional de marketing e criação, especialista em programas de fidelidade e projetos de mídias sociais, Fernando Guimarães, elas estão mudando a relação entre os clientes e as marcas. “O consumidor não apenas reage passivamente aos comandos dos anunciantes, mas é pró-ativo e opinativo. Mas a grande tendência do momento são as ferramentas de Social CRM, que integram as bases de dados com as mídias sociais.”, afirma.

Uma das principais redes sociais digitais utilizada para a efetivação da comunicação empresarial é o Twitter. De acordo com uma recente pesquisa realizada pelo IZO, embora 70% das grandes empresas da América Latina estejam presentes nesta mídia, poucas utilizam este canal para relacionar-se e estabelecer um compromisso com seus clientes. Hoje, os consumidores procuram informações sobre a marca na internet antes mesmo de obter um contato pessoal com a mesma. Sendo assim, é necessário que as empresas invistam na efetivação e na melhoria da comunicação com seu público alvo, sempre seguindo a revolução contínua da web e das demais ferramentas digitais.

Porém, as novidades não se limitam apenas ao mundo virtual. Hoje, os Pontos de Venda podem ser relacionais com a utilização do móbile. Segundo Rui Piranda, esta interação proporciona que o consumidor se identifique com a marca e receba ofertas pertinentes a seus hábitos. Além disso, é possível que a empresa ofereça experiências e informações relevantes ao público a partir de informações coletadas no primeiro contato. “Além do PDV, há novidades na área de administração de comunidades sociais e campanhas de mídia indoor e outdoor com QR Codes, tudo associado a um poderoso banco de dados. Mas é importante lembrar que, se a marca não souber o que perguntar ou responder, melhor não ‘descer para brincar nesse play’”, indica Piranda.
Para a fidelização de um cliente, é necessário que a empresa realize um atendimento bem feito, ou seja, ouvir e resolver o que o consumidor almeja com eficácia. Neste contexto é que o marketing de relacionamento ganha relevância para auxiliar as empresas a buscar a satisfação de seus clientes, e este contentamento é transmitido aos demais consumidores por meio do “boca a boca”, primordialmente na web.

Em tudo e todos...
O consumidor do século XXI está disposto a interagir com as marcas e trocar informações por benefícios em produtos ou serviços, porém, segundo Rui Piranda, o problema principal é que o mercado ainda é imaturo, estabelecendo, muitas vezes, relações curtas e por ação. “Se juntarmos os conceitos de personalidade de marca e CRM ao marketing de relacionamento, a comunicação entre as marcas e os consumidores simulará relações interpessoais, indo além da venda e dos serviços – compartilhando valores e histórias”.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Street View passa a fotografar interior de estabelecimentos

O Google Street View não vai se restringir às ruas. A parte interna dos estabelecimentos comerciais também serão fotografados pelo gigante de buscas; pode ser até um recurso de marketing. Imagens em 360° de lojas, bares, escritórios e afins poderão ser disponibilizadas no serviço de mapas.

Além disso, as fotografias podem ser indexadas no site da casa. No ano passado, o serviço já havia sido anunciado, mas se tornou real agora. Segundo o site VentureBeat, mais de mil locais já foram fotografados.

O comerciante e/ou empresário que quiserem cadastrar seu ponto deve preencher um formulário no Google Maps. Até então somente algumas cidades dos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Inglaterra e França contam com o serviço.

Crianças consumindo mídia mobile

Pesquisa da Common Sense Media revela que 50% das crianças tem acesso a mobile mídia nos Estados Unidos


É um fato que consumidores de todas as idades estão cada vez mais em contato com diferentes tipos de mídia durante o dia. Isso não exclui as crianças, que atualmente têm acessos fáceis a celulares, computadores, TVs, jogos eletrônicos, rádio, entre outros.
A Common Sense Media divulgou como o acesso de crianças a mídia mobile está crescendo nos Estados Unidos. A pesquisa afirmou que 50% das crianças de até oito anos têm acesso a smartphones, iPad ou outros dispositivos móveis. Já entre crianças de dois a quatro anos, o índice é de 40%. Em média, 10% das crianças utilizam esses aparelhos durante 43 minutos por dia.
Apesar do crescimento do acesso mobile, a televisão continua sendo o principal meio, correspondendo a 74% do consumo de mídia.


98 bilhões de aplicativos devem ser baixados até 2015

Berg Insight revela que número de aplicativos mobile baixados deve crescer a uma taxa de 56,6% entre 2010 e 2015


Segundo relatório da Berg Insight, empresa de pesquisa e inteligência em negócios, o número de aplicativos mobile baixados em todo o mundo deve crescer a uma taxa de 56,6% entre 2010 e 2015, chegando a 98 bilhões.

A Berg Insight estima que o download de aplicativos pagos, aquisição de itens dentro de aplicativos e contratação de serviços chegaram a 1,6 bilhões de euros em 2010. Ainda, prevê que compras diretas em lojas de aplicativos devem aumentar a uma taxa de 40,7%, chegando a 8,8 bilhões de euros em 2015. A Apple Store é atualmente a líder na monetização de aplicativos mobile e deve se manter na posição durante o período analisado. Os sistemas operacionais Android e Windows Phone devem ficar com o segundo e terceiro lugares respectivamente.

“Mesmo que o número de downloads cresça durante o período, a maioria dos apps são gratuitos e a monetização deles será um desafio para os desenvolvedores”, disse Johan Svanberg, analista sênior da Berg Insight. Assim, estratégias como o uso de propaganda dentro de aplicativos ou aquisição de itens dentro dos mesmos devem sofrer um crescimento importante.

Isto é especialmente verdade na região da Ásia-Pacífico, que corresponderá por cerca de 40% de todos os downloads de aplicativos em 2015. Svanberg acrescenta que, para os próximos anos, os aplicativos mobile nativos vieram para ficar. Novas tecnologias como o HTML5 prometem ser alternativas relevantes, mas não devem excluir a existência de apps em linguagem nativa.

Portanto, clientes que visam maximizar a penetração da mensagem devem se preocupar em desenvolver para a web, assim como para boa parte das plataformas mobile.

Busca impulsiona crescimento da publicidade online

No entanto, display crescerá mais rápido até 2013, indica pesquisa global


No começo deste mês, a ZenithOptimedia divulgou uma versão atualizada das suas previsões para o mercado publicitário global, reduzindo em 0,5 ponto percentual as estimativas publicadas em julho. Mas apesar desse pequeno reajuste, que reflete um desaquecimento da economia mundial mais acentuado do que o previsto, os dados ainda são animadores: os anunciantes aumentarão seus budgets em 3,6% em 2011, elevando o volume global para US$ 466 bilhões -- 40,2% dos quais serão dedicados à TV, 20,2% a Jornal, e 15,8% à internet. Em termos de crescimento, porém, a publicidade online não só continuará campeã neste ano, com avanço de 13,3% ano a ano (contra ganho de 4,6% de TV e queda de 2,7% de jornal), mas se tornará a segunda maior mídia do mundo em 2013.

Segundo a agência do Publicis Groupe, neste ano as buscas patrocinadas manterão a parte do leão das verbas online, com 48,7% do total, share que continuará achatado até 2013. Por outro lado, display, que hoje detém 34,9%, avançará para 36,5%, enquanto a fatia dos classificados recuará de 16,6% para 14,7%.

O estudo atribui o avanço de display às novas tendências do mercado. "Apesar de as buscas patrocinadas estarem crescendo a uma taxa anual média de 14,6%, seu desempenho está sendo ligeiramente contido pelas mudanças do comportamento de busca -- do desktop para os devices móveis, que exigem menor investimento dos anunciantes." Já o segmento de display, com ganho médio anual de 17,2%, está sendo beneficiado pelo vídeo online e a mídia social. "A publicidade em streaming vídeo está avançando extremamente rápido, graças à emergência de ferramentas do tipo do-it-yourself, que permitiram a pequenos anunciantes locais entrarem no mercado. Além disso, nos países mais desenvolvidos, os sites de mídia social estão perto do topo da lista dos mais populares, e geralmente muito à frente dos seus rivais em termos do tempo dedicado pelos usuários."

Mobiles

Os dispositivos móveis são um fator essencial na mudança de hábitos dos consumidores. Em 2012, diz a Google International, haverá 5 bilhões de mobiles em uso -- o equivalente a 70% da população mundial. E como é mais fácil digitar e navegar na web em smartphones do que em feature phones, a atividade de busca online só terá a ganhar com os futuros upgrades dos celulares. Segundo o CEO Larry Page, 15% das buscas feitas no Google já são feitas via mobiles, o que está gerando receita adicional de US$ 2,5 bilhões (ele não discriminou a contribuição de busca versus display).

No Yahoo, essa proporção é de 20%, o que significa mais de 500 milhões de buscas mensais por mobiles em nível global. Shashi Seth, vice-presidente de produtos de busca do portal, disse recentemente que os smartphones produzem maior rendimento por busca (RPS) do que os features phones, e que sua receita mobile "continua crescendo cerca de 100% ano a ano".

Mas existe uma grande ameaça à busca mobile -- os aplicativos, como alertou Aaron Goldman, autor do livro "Everything I know about marketing I learned from Google". Em um dos capítulos, ele observa: "É muito mais fácil interagir com conteúdo via apps do que com páginas da web. E é muito mais fácil completar uma tarefa por meio de instruções do que por search queries. As buscas não estão acontecendo em celulares; as pessoas estão usando apps. É onde está a oportunidade de entrega da publicidade."

Conheça a nova ferramenta que alia as compras coletivas à maior rede social do mundo


Com cerca de 700 milhões de usuários em todo o mundo, o Facebook não para de criar e inventar novas ferramentas e aplicativos. Dessa vez, os alvos foram as compras coletivas. Ainda em teste nas cidades americanas de Atlanta, Austin, Dallas, São Diego e São Francisco, o Facebook Deals (em português, Facebook Oportunidades) funciona integrado à rede social e permite que o usuário encontre as ofertas mais próximas a ele pelo Facebook de acordo com sua localização, gênero e interesse, sem precisar entrar em um site específico de compras, apenas clicando na aba Deals ou pelas notificações dos amigos.


Além disso,  poderá ser uma ferramenta para dar continuidade na relação marca x consumidor. É o que espera Rafael Daibs, coordenador de seeding em Mídias Sociais da DigiPronto. “Acredito que as empresas que melhor desenvolverem suas estratégias e souberem trabalhar seus conteúdos nas Fan Pages poderão ser mais beneficiadas pelo serviço. Principalmente, se demonstrarem conhecimento sobre seus consumidores, oferecendo no serviço Deals os produtos e serviços desejados por estes”, mas alerta que é preciso ter cuidado na hora de oferecer produtos. “Devemos ressaltar que é importante respeitar a pré-disposição dos usuários para compra a fim de não se tornar invasivo dentro do ambiente descontraído que é a rede social”, completa.

A ferramenta

O Facebook Deals agrega as ofertas mais próximas em um só lugar, além disso, o usuário pode ativar o recebimento das ofertas por e-mail, tendo ainda a opção de compartilhá-las com os amigos, já que os itens comprados aparecem entre suas atualizações. “Assim como qualquer outra solução em mídias sociais, o novato Deals tem tudo para auxiliar marcas em seus objetivos de marketing e comunicação. A lógica por trás da nova ferramenta é o sistema de compras coletivas que já é febre no mundo”, comenta Vitor Guerra, diretor de desenvolvimento da Ideia s/a.

Mas, ainda, as maiores favorecidas com a nova ferramenta são as marcas e empresas, que têm a oportunidade de mostrar seus produtos com um maior poder de abrangência, já que as informações dentro do Facebook espalham-se com uma velocidade imensa. “Os consumidores podem rapidamente divulgar que compraram determinada oferta, ostentando-a de certa forma. As empresas que atuarem com eficácia neste contexto (interatividade + informação + status) realizarão um marketing de relacionamento intenso e imprescindível para as relações comerciais atuais”, explica Capella.  “As possibilidades são muito grandes. E esse é o grande diferencial. Se antes tínhamos o telemarketing se destacando e vendendo bastante, agora temos a venda direta, através de ferramentas divertidas e muito mais interativas. Sinais de novos tempos!”.

O futuro das compras

Com o Facebook dando esse novo passo, os concorrentes devem ficar preocupados, já que a rede social oferece um nível de interação muito maior que os sites de compras. “Certamente o volume de usuários do Facebook é o grande trunfo para que o Deals desbanque os pioneiros em compra coletiva. O brasileiro Peixe Urbano, pioneiro no segmento aqui no Brasil, levou cerca de cinco meses para atingir 1 milhão de cadastros. O Facebook sai na frente com mais de 700 milhões”, analisa Vitor. Já Capella acredita que existe a possibilidade de nascerem parcerias entre os sites de compra e a rede social. “Eu vejo, neste momento inicial, o Facebook Deals como uma ferramenta parceira dos sites de compras coletivas. Lá, boa parte das ofertas visíveis na rede social é proveniente destes sites. Por que investir caminhões de dinheiro em um site de compras coletivas, se o mercado já está consolidado no Brasil? É muito mais viável fazer parcerias”. “A empresa que melhor compreender os desejos e anseios encontrados no comportamento dos consumidores e, de maneira ágil, traduzir essa dinâmica em aprimoramento de suas plataformas terá grandes chances de liderar esse mercado”, finaliza. O Facebook Deals ainda está em teste nos Estados Unidos, sem previsão de chegada ao Brasil.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Celulares ativos chegam a 230 milhões no Brasil

Dados são da Agência Nacional de Telecomunicações relativos ao mês de setembro

 Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que o Brasil encerrou o mês de setembro com 227,4 milhões de celulares ativos, com crescimento de 1,49% em comparação com os 224 milhões em agosto.

No período, foram adicionados 3,3 milhões de novos assinantes à base móvel do País. A teledensidade avançou 1,42% e subiu de 114,88, em agosto, para 116,51, em setembro.

Nos nove primeiros meses do ano, o Serviço Móvel Pessoal (SMP) registrou mais de 24,4 milhões de novas habilitações, com aumento de 12,03% no ano. A teledensidade até setembro ficou em 116,51 acessos por 100 habitantes, com expansão de 11,30% em 2011.

Do total de celulares em operação no País, 185,6 milhões são pré-pagos (81,64%) e 41,7 milhões pós-pagos (18,36%).

Usuário móvel não conhece mobile banking

Pesquisa revela que 45% dos usuários de dispositivos móveis no Brasil não sabem da existência de operações bancárias pelo celular


A Acision divulgou uma pesquisa que revela que cerca de 45,8% dos usuários de dispositivos móveis no Brasil não sabem da existência de operações bancárias através do aparelho. E entre os que sabem apenas 10% utilizam o serviço. A pesquisa foi realizada em agosto, com 1,5 mil usuários de celular das classes A, B e C.

Márcio Chaer, diretor da MMA, associa o baixo nível de utilização com o fato de 80% dos usuários serem pré-pagos e bancos desenvolverem apenas aplicativos para classe A e B, não tendo uma estratégia para classe C, que é a grande maioria. Além disso, ele alega que existem poucos hotspots de WiFi no Brasil.

Uma forma de inclusão bancária é através de plataformas móveis, afirma Vancrei Oliveira, vice-presidente da Acision para América Latina. Ele diz que os bancos devem estar atentos a essas necessidades.

Problemas de segurança, transparência e modelo de negócios, são também motivos de não adesão ao mobile banking, diz Humberto Perissé, diretor da Quanti. Por exemplo, dos 53,7% usuários que sabem da existência do serviço, 42% não fariam transferências pelo celular, por não considerar transação segura.

O NFC, tecnologia que permite troca de informações entre aparelhos próximos, parece ter a preferência, sendo considerada uma boa opção para esse tipo de serviço.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Redes sociais são mais eficientes como canal de reclamação

A internet mudou completamente a forma como clientes e empresas se relacionam. Enquanto a interação no SAC ainda é unidirecional, as redes sociais deram poder aos usuários. A Folha publicou uma matéria interessante sobre como as mídias sociais vem sendo um agente transformador na relação onde o elo mais fraco sempre foi o consumidor. O infográfico abaixo ilustra um pouco como isso vem acontecendo no Brasil.

Twitter bate a marca de 250 milhões de tweets diários

O CEO do Twitter, Dick Costolo, compartilhou algumas estatísticas interessantes sobre o crescimento do microblog durante uma entrevista no Web 2.0 Summit, em San Francisco, incluindo que existem mais de  100 milhões de usuários ativos, que fizeram login há ao menos um mês, e que as inscrições via dispositivos móveis triplicaram desde o lançamento do iOS 5.
A empresa superou 200 milhões de tweets por dia em junho, hoje já são 250 milhões de tweets diários. O crescimento tem sido enorme: o Twitter tinha cerca de 100 milhões de tweets por dia em janeiro de 2011 – um crescimento de 150%.
Dos 100 milhões  de usuários globais ativos, metade deles no fazen login diariamente. O crescimento da empresa equivale a cerca de 40% por trimestre em dispositivos móveis.

89% das agências querem o Facebook para próximas campanhas

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Strata revela que 89% das agências pretendem usar o Facebook nas campanhas no quarto trimestre deste ano. O estudo levou em conta 900 agências.

Nos primeiros três meses de 2011, o digital teve preferência de 34% das agências entrevistadas, 1% a menos que a TV. A diferença é grande em relação a 2008, quando a TV detinha 60% e o digital ficava com 12%.

O YouTube ultrapassou o Twitter e se classificou como a segunda mídia preferida das campanhas nas mídias socias. Foram 39% da rede de vídeos contra 37% do microblog.

Executivos não entendem os consumidores digitais

A maioria de altos executivos da indústria de mídia e entretenimento no mundo (91%) não aproveita as informações individuais do consumidor para viabilizar a entrega de conteúdos personalizados. Isso dificulta o aproveitamento de oportunidades para o crescimento das receitas, que pode ser potencializado pelas tecnologias digitais da atualidade, de acordo com uma recente pesquisa da Accenture.
 
O estudo, intitulado Reshaping the business for sustainable digital growth, também revelou que 95% dos executivos não possuem fortes capacidades digitais para gerenciamento do relacionamento com o consumidor e mais da metade dos respondentes (58%) ainda está no estágio inicial do desenvolvimento dessas capacidades. A pesquisa levantou opiniões de 130 executivos seniores em 18 países da Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia, com o objetivo de identificar as características que serão requeridas das empresas de mídia e entretenimento de alta performance, incluindo televisão, jogos, filmes, música, editoras, portais e publicidade.
 
 
Novos perfis
Menos de 10% dos executivos afirmaram ter em suas empresas uma visão totalmente integrada dos consumidores digitais. Isso sugere que uma vasta maioria (91%) dos players dessa indústria precisará considerar uma mudança em suas formas de fazer negócios se quiserem aumentar suas receitas no cenário digital da atualidade.
 
Também é interessante apontar que depois de cinco anos de pesquisas frequentes da Accenture com essa indústria, o ultimo levantamento demonstrou que apenas 57% dos executivos apontaram progresso contínuo em suas empresas na jornada do analógico para o digital. 
 
Na realidade, apenas 43% dos executivos consultados afirmam que suas empresas já digitalizaram mais da metade de suas informações. Há um ano, a mesma pesquisa da Accenture revelou que um terço (33%) das empresas estavam transferindo seus negócios de modelos analógicos para digitais, com uma base de arquivos integrada.
 
“Apesar de algumas empresas terem progredido no objetivo de distribuir conteúdos por qualquer canal, em qualquer formato e para qualquer aparelho, a maioria ainda precisa formar uma visão holística de seu consumidor digital para que possa monetizar seus conteúdos”, disse Marcelo Fortes, líder da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture.
 
De fato, 80% dos entrevistados afirmam que a indústria de mídia e entretenimento ainda está se modificando e novas e mais rápidas mudanças ainda estão por vir. Como resultado disso, 85% dos executivos acreditam que seus negócios continuarão a mudar significativamente.
 
 
Mídias sociais
Quando perguntados sobre as implicações das mídias sociais em seus negócios, mais da metade dos executivos (55%) indicaram que suas empresas tinham definido estratégias claras de networking. Trinta e oito por cento dos executivos disseram usar as redes sociais para ganhar intimidade com o consumidor enquanto apenas 17% indicaram que o recurso é empregado para ampliar vendas.
 
“O crescimento das receitas nesse novo mundo multiplataforma depende do atendimento personalizado, do conteúdo dirigido pelo consumidor através da plataforma correta. Essa mudança de foco de um público de massa para um público individualizado requer uma mudança complexa da mídia de massa para tecnologia de massa”, completa Fortes.

Quase 100% das empresas brasileiras acessam a internet

Comitê Gestor da Internet no Brasil aponta que apenas 3% das empresas brasileiras ainda não acessam a internet

O percentual de empresas conectadas à internet no Brasil passou de 95%, em 2007, para 97%, em 2010. Já as que utilizam rede sem fio passaram de 28% para 50% no mesmo período. Os números são da Pesquisa TIC Empresas Brasil 2010, sobre o uso de tecnologias de informação e comunicação no Brasil, apresentada nesta quarta-feira, 19, pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br).

Para o consultor do CGI.br, Carlos Afonso, o Brasil precisa de mais condições para que o pequeno empreendedor possa aproveitar os recursos de tecnologias de informação e comunicação (TICs) para inovar e criar novos serviços, além de avançar no seu empreendedorismo.

Segundo o consultor, os altos preços da telefonia e internet no País limitam o acesso da população a esse tipo de serviço. Segundo ele, isso ocorre por causa do monopólio das empresas do setor, que provavelmente combinam para estabelecer um patamar de preços.

Afonso ressaltou que para modificar essa situação as agências reguladoras precisam atuar com mais eficiência. “Precisamos de agências reguladoras que exijam qualidade de serviço. Hoje temos uma agência que é vulnerável às pressões de grandes interesses. Apesar de ter sido criada para ser neutra e estar focada em beneficiar o consumidor, infelizmente não é exatamente o que faz”.

O levantamento entrevistou cinco mil empresas de pequeno, médio e grande porte com mais de dez funcionários, em cinco regiões do País.

Google leva busca de e-commerce a dispositivos móveis

A intenção é promover a criação sites móveis de e-commerce ancorados na aplicação Commerce Search


O Google anunciou o lançamento de um programa voltado os varejistas chamado de Programa de Parceiros Commerce Search, projetado para a implementação de sites de comércio eletrônico no mercado móvel.

O Commerce Search é um serviço implementado por meio de um painel de administração. Além de incluir uma interface de programação que permite que os varejistas on-line personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa, o lojista tem a possibilidade de criar promoções para que determinados itens apareçam no topo dos resultados. Dois varejistas norte-americanos já construíram móveis sites de comércio eletrônico por meio do programa: a Timberland e a GNC.

Twítes pagos vão bem, diz CEO do Twitter

Nos Estados Unidos, microblog negocia inserção de anúncios diretamente com agências de publicidade

O CEO do Twitter, Dick Costolo, disse nesta semana durante sua participação no Web Summit 2.0, em São Francisco, que o sistema de twítes patrocinados funciona muito bem nos Estados Unidos. Ele explicou que o microblog negocia diretamente com agências de publicidade a venda de tuítes pagos. Assim, mensagens de contas terceiras são exibidas na timeline do usuário mesmo sem ele segui-las.

A medida é mais uma forma de capitalizar o Twitter e tornar a empresa lucrativa. Diferente do Google e do Facebook, o serviço de microblog encontra dificuldades para implantar modelos de publicidade atrativos aos anunciantes.

Costolo disse que, em breve, novos modelos de anúncio devem ser testados, como vídeos, fotos e peças interativas.

A TV do futuro está na internet

RadixTV não tem planos, pelo menos por enquanto, de concorrer com o cabo


TV ao vivo, distribuída pela internet. A ideia pode ser perturbadora para as empresas de TV por assinatura que gastaram bilhões para enterrar os cabos e lançar satélites. Mas, não é apenas uma ideia, e sim quase uma realidade com o lançamento do serviço de uma startup de Nova York, a RadixTV. Nesta quarta-feira, 19, a empresa lançou um pacote de quatro redes de notícias de TV a cabo - CNBC, CNBC World, Bloomberg e MSNBC -, com transmissão ao vivo na internet para usuários empresariais. A RadixTV deve expandir o serviço, que custa US$ 14,99/mês, e incluir outras redes como France 24, Fox News, CNN, Al Jazeera e BBC.

“Iremos para onde o consumidor quiser. Não diremos para eles se adaptarem a nós”, afirma o CEO da RadixTV, Bhupender Kaul. No entanto, há um pequeno obstáculo: o usuário tem que trabalhar numa instituição financeira ou, ao menos, ser corretor, contador ou similar para ter acesso ao serviço. “Nas instituições financeiras, os corretores estão sentados às suas mesas e é onde recebem as informações e tomam as decisões”, avalia o executivo.

Esse segmento de negócios pode representar uma base interessante para a RadixTV e para a TV entregue via internet, de forma geral. Ainda que a oferta da RadixTV seja intencionalmente limitada para não competir com pacotes para o consumidor da TV a cabo, não é difícil imaginar para onde apontam as tendências. É um mundo onde a programação de TV a cabo ignora o set-top box e seus sistemas proprietários e mostra a programação diretamente na internet. “Com a segurança em torno da computação em nuvem, o set-top box não é mais necessário e, a partir do ano que vem, haverá mais e mais serviços que competirão com o cabo e o satélite”, afirma o ex-responsável pela distribuição de conteúdo digital na Walt Disney Company e agora consultor de mídia, Bernard Gérson.

Canabalização

Até agora, a abordagem da indústria consistia em fornecer acesso aos canais sem canabalizar seu próprio negócio. São as ofertas conhecidas como as várias versões de TV Everywhere ou serviços de assinatura como o HBO Go, da Time Warner ou o Xfinity, da Comcast, pelos quais é dado acesso aos assinantes do cabo e satélite à programação on demand para computador, smartphones ou videogames como Xbox.

Ao menos por ora, enquanto a RadixTV não se destina a substituir a TV a cabo, esse serviço é projetado para atrair profissionais da área financeira que querem assistir notícias via streaming durante mas não precisam ou não querem pagar pela ESPN ou MTV. A NBC Universal, que licencia três redes para a empresa, vê a RadixTV como uma extensão de suas atuais vendas diretas para o setor financeiro. “O cliente não está à procura de 50 ou 100 canais. Não quer programação de entretenimento ou esportes. Isso tira o foco do trabalho”, afirma Kaul, da RadixTV. O executivo trabalhou por quase 20 anos pela Time Warner Cable e pela antecessora Warner Communications. Em 2008, deixou a empresa para fundar a RadixTV.

No futuro, para Kaul, o cabo não será desagregado ou oferece à la carte, e sim baseado em grupos de canais de gêneros escolhidos pelo consumidor que poderá, por exemplo, optar e pagar apenas por notícias ou esportes ou até mesmo fazer uma mistura de programação. Esses pacotes de redes ‘re-empacotados’ poderiam, inclusive, ter suas fontes de receita - de assinaturas e de anúncios interativos. E as redes poderiam oferecer pacotes pela internet. “Nós pensamos que esse é o futuro e por isso começamos com a notícia. O maior mercado atualmente é para o mercado empresarial. Dentro de quatro anos, isso será um mundo totalmente diferente”, prevê o CEO da RadixTV.

Consumidor prefere promoções digitais

Pesquisa da GfK mostra que um terço dos consumidores participam de concursos ou sorteios realizados pela web


As ações de marketing ligadas à promoções e sorteios atraem 25% dos consumidores atualmente. Desse total, 34% da participação acontece por meio da internet. Os dados são da empresa de pesquisa GfK, que no mês de maio entrevistou mil pessoas a partir dos 18 anos em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém, Brasília, Goiânia e Manaus.

A maior participação é de pessoas entre 25 a 34 anos (30%), seguidos por jovens entre 18 a 24 anos (28%), e por aqueles com mais de 56 anos (18%). Os entrevistados citam ainda a participação via Correio (29%), SMS/torpedo (26%) e redes sociais (16%). Entre as classes sociais, a que mais recorre às promoções é a A e B, que representa 43% da amostra. Já a classe C e D responde por 25% dos interessados nesse tipo de ação.

Mgil no Dia das Crianças do Shopping Méier

A Mgilcomunicação fechou a programação visual do Dia das Crianças do Shopping Méier com móbiles e adesivos de chão que deixaram muito adulto querendo voltar a infância.