terça-feira, 27 de março de 2012

Smartphones representam 18% do faturamento de eletrônicos

Além de superar os computadores em quantidade vendida no mundo, os smartphones também superaram essa categoria em faturamento de vendas em 2011, respondendo por 18% da receita mundial com eletrônicos. Os celulares inteligentes também ficaram na frente de laptops e TVs. Para este ano, a empresas de pesquisa GfK prevê ainda o aumento da participação dos smartphones, que deve alcançar 22% do faturamento com eletrônicos, seguidos de laptops com 14%, TVs com 14% e celulares comuns com 8%.

Mídia e produção devem somar R$ 70 bi em 2016

Estimativa do Grupo de Mídia de São Paulo será detalhada no 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação

Um horizonte extremamente positivo para o mercado publicitário irá se configurar até 2016. A afirmação que pode inicialmente parecer apenas uma suposição tem base concretas para ser feita: um estudo do Grupo de Mídia de São Paulo. A estimativa é de que os investimentos em mídia, somados aos em produção, cheguem a R$ 70 bilhões em 2016. Quem revela a previsão é Luiz Fernando Vieira, presidente do Grupo de Mídia de São Paulo e vice-presidente de mídia da Africa. Ele presidirá a comissão “As novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia” no 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, que ocorrerá entre os dias 28 e 30 de maio, no WTC, em São Paulo, quando destrinchará o caminho que levou a este valor.

Para dar uma ideia do quão relevante é este montante, basta citar o volume investido em mídia e produção no ano passado, segundo o projeto Inter-Meios, de aproximadamente R$ 39 bilhões. Vieira antecipa que a estimativa do Grupo de Mídia tem como base justamente os dados do Inter-Meios dos últimos anos, levando em conta também as estimativas de crescimento do mercado nos próximos quatro anos e três outros fatores. “Em primeiro, o princípio do aumento de custos normal das tabelas dos veículos. Em segundo, o aumento da demanda natural que vai acontecer, inclusive levando em conta que um grande número de anunciantes aproveita grandes eventos como a Copa para gerar mais negócios. O número de promoções costuma ser gigante e até anunciantes que não estão tão presentes na mídia aparecem, o que faz com que o bolo publicitário naturalmente aumente. Por fim, olhamos o histórico de aumento de mídia quando aconteceram eventos como Copa e Olimpíadas em outros mercados”, detalha. A ideia é esmiuçar ainda mais estes números, afinando os critérios para a apresentação dos dados no 5º Congresso.

O presidente do Grupo de Mídia de São Paulo explica ainda que este valor pode até ser maior. “Estamos considerando um patamar mínimo, porque desconsideramos nesta análise que a Copa e as Olimpíadas serão aqui. Existe sim potencial de ir além deste número, mas depende, é claro, de que o País cresça continuamente”, frisa. Ele acrescenta também a importância do cenário internacional. “Sem uma grande crise mundial que venha interromper ou gerar atrasos neste crescimento, como já aconteceu, podemos afirmar que o mercado deve chegar, não com facilidade, ao número de R$ 70 bilhões em 2016. Ou até mais, já que tem potencial para ir além”, acredita.

É claro que uma previsão tão positiva deve animar o mercado em um primeiro momento, mas Vieira faz um alerta sobre o que será necessário com a confirmação deste cenário. “Obviamente vai exigir um preparo maior das empresas, agências e veículos. Um preparo para que os anunciantes tenham segurança em investir este montante que estamos prevendo. É interessante também que este número crie uma mobilização grande. Ela até já está existindo no mercado, mas esperamos que este dado aumente a velocidade desta mobilização em função destes eventos, para que toda indústria da comunicação brasileira se prepare para absorver este volume grande de investimentos que vai girar pelo Brasil nos próximos quatro anos”, alerta. Como o 6º Congresso deverá ocorrer em 2016, Vieira conclui: “será quando poderemos tirar a prova dos nove”, finaliza.

quinta-feira, 22 de março de 2012

35,5% dos e-mails comerciais não são entregues no Brasil

Índice do País é bem superior à média global de 23,5% e está entre os piores do mundo, diz Return Path

Apenas 64,5% dos emails comerciais foram entregues nas caixas de entrada dos brasileiros no segundo semestre de 2011. É o que concluiu o “Estudo Global de Entregabilidade de Email, Segundo Semestre de 2011”, realizado pela Return Path, que analisou dados de 1,1 milhão de mensagens e 142 provedores de acesso (ISPs) de 34 países na América do Norte, Central e América Latina, Europa, África, Ásia e Ásia-Pacífico entre julho e dezembro de 2011.

Comparado com o primeiro semestre, a melhoria foi de irrisórios 0,5%, período em que a entregabilidade das mensagens foi de 64%. Do total dos emails trafegados no País, 22,4% foram direcionados para pasta de spam ou lixo e 13,1% foram bloqueados pelos provedores (ISPs).

A média mundial, indica o levantamento, foi de 76,5% dos emails sendo entregues aos destinatários, o que coloca o Brasil entre os países com os índices mais baixos de entregabilidade.
 

Ferramenta unifica medição de TV e web

Lançada pela Nielsen e GroupM, ferramenta também deverá incluir mobile e redes sociais

A Nielsen e o GroupM (WPP Group) anunciaram na segunda-feira, 19, o desenvolvimento conjunto de um novo sistema padronizado de mensuração – Nielsen Cross-Platform Campaign Ratings – que combinará as tradicionais métricas da Nielsen para TV com sua ferramenta Online Campaign Ratings, lançada em 15 de agosto passado e que já foi utilizada em 600 campanhas para avaliar o alcance, a frequência e o GRP (Gross Rating Point) das ações na internet. Com isso, os anunciantes finalmente terão dados unificados sobre a audiência total de programas veiculados nas duas mídias, o que permitirá uma alocação mais precisa dos budgets de marketing.

As empresas disseram em comunicado que o objetivo da parceria é “superar os desafios apresentados por processos separados de planejamento, compra e análise para TV e internet, e responder à crescente demanda dos anunciantes por ferramentas de mensuração cross-platform que os ajudem a otimizar suas estratégias”. Ainda restrita aos clientes dos EUA, a iniciativa eventualmente será expandida para outros mercados e, num futuro próximo, também incluirá mobile e redes sociais.

“As métricas de plataformas cruzadas são essenciais tanto para compradores como vendedores de publicidade. Anunciantes, publishers da web, redes de TV e agências demandam diariamente um melhor sistema de mensuração, e acreditamos que dessa forma poderemos ajudá-los a criar práticas benéficas para todo o ecosistema”, declarou Steve Hasker, presidente da divisão Media Products and Advertiser Solutions da Nielsen.
 

Mgil no Facebook

terça-feira, 20 de março de 2012

Mobilidade é realidade para a mídia dos EUA

Relatório State of the News Media conclui que o verdadeiro desafio da imprensa tradicional são as empresas de tecnologia

A idade móvel, em que as pessoas estão conectadas à internet onde quer que estejam, chegou para valer. De cada dez adultos norte-americanos, quatro têm smartphone. E um em cada cinco é proprietário de um tablet. Os carros novos vêm equipados com internet. O resultado disso é que 34% dos consumidores de notícias em PCs e laptops também acessam informações pelos smartphones, 27% dos usuários de notícias em smartphones acessam os portais também pelos tablets, 17% dos que buscam informação em PCs e laptops também acessam notícias pelos tablets e 5% obtêm notícias em PCs/latops, smartphones e tablets. Os dados são do relatório State of the News Media 2012, elaborado pelo Pew Research Center.

O State of the News Media é um relatório que faz uma análise abrangente da saúde do jornalismo nos EUA e inclui oito diferentes setores de mídia - jornais, revistas, redes nacionais de TV, redes locais de TV, TV por assinatura, dispositivos móveis, rádio e plataformas digitais - para identificar as principais tendências e conclusões sobre notícias.

O relatório conclui que, ao invés de substituir consumo de mídia em dispositivos digitais, as pessoas recebem notícias em todos os dispositivos. Pelo apurado, os usuários têm lido por períodos de tempo mais longos. Os consumidores de mídia digitais também são a grande parcela da população que tem smartphone e tablet. A maior parte desses indivíduos - 78% - também obtém notícias no PC/laptop.

O fator mais importante que determina em qual meio o consumidor busca a notícia é a reputação ou a marca da empresa de mídia. E isso é ainda mais verdadeiro quando se trata de acessar informações por dispositivos móveis do que via PC/laptop. A despeito da explosão das mídias sociais como Facebook e Twitter, as recomendações, ou compartilhamentos, de amigos ainda não são um fator importante no consumo de notícias.

Desafio e tendências

Mas, na medida em que os intermediários de tecnologia controlam, agora, o futuro das notícias, o relatório da Pew identifica um desafio fundamental. São duas tendências que reforçam a sensação de que o fosso entre as indústrias de mídia e tecnologia se aprofunda. A primeira é que a explosão de plataformas móveis e canais de mídias sociais representa outra camada de tecnologia com a qual as empresas de mídia devem manter alinhamento. Em segundo lugar, no ano passado, um pequeno número de gigantes da tecnologia começou a evoluir rapidamente para consolidar seu poder e se tornarem produtores de "tudo" para nossas vidas digitais. Google, Amazon, Facebook, Apple e alguns outros têm manobrado para concentrar tudo: o hardware que as pessoas usam, os sistemas operacionais que rodam esses dispositivos, os navegadores pelos quais as pessoas navegam, os serviços de e-mail por meios dos quais se comunicam, as redes sociais em que compartilham e as plataformas da web em que compram e jogam. E tudo isso proporcionará a essas empresas dados pessoais detalhados sobre cada consumidor.

No ano passado, cinco empresas de tecnologia representaram 68% de toda a receita publicitária online, e essa lista não inclui Amazon e a Apple, que obtêm a maioria de seus dólares de transações, transferências e dispositivos. Em 2015, espera-se que Facebook venda um a cada cinco anúncios digitais. Isso levanta uma questão: terão os gigantes da tecnologia interesse em adquirir os legados das principais marcas de mídia como parte do "tudo" que eles oferecem aos consumidores? Para garantir a sobrevivência da empresa de mídia muito menor, por exemplo, poderia o Facebook considerar comprar um legado de mídia como o The Washington Post?

Já existem sinais de estreitamento dos laços financeiros entre os gigantes da tecnologia e de notícias. Como parte dos planos do YouTube para se tornar um produtor de conteúdo para televisão original, uma direção que tomou fortemente no ano passado, está o financiamento para a Reuters produzir noticiários originais. O Yahoo assinou recentemente uma parceria de conteúdo com a ABC News para a rede ser seu fornecedor exclusivo para o portal de vídeos. Com o lançamento do leitor social, o Facebook criou parcerias com The Washington Post, The Wall Street Journal, The Guardian e outros. Em março deste ano, o co-fundador do Facebook, Chris Hughes comprou a quase centenária revista New Republic, de 98 anos.

Em 2011, as operações tradicionais de notícias também adotaram novas medidas para rentabilizar a internet. A agência de notícias Associated Press lançou uma parceria com mais de duas dezenas de empresas para licenciar conteúdo e coletar royalties de agregadores. Cerca de um décimo de jornais norte-americanos sobreviventes lançaram algum tipo de plano de assinatura digital ou paywall. As empresas de notícias estão criando suas próprias redes de venda de anúncios digitais para cortar gastos com terceiros e estão se virando em marketing digital e consultoria. E algumas organizações, como The Financial Times e The Boston Globe, que optaram por ficar fora dos mundos controlados pela Apple e Google, criaram páginas móveis em HTML 5.

Sem progresso

O problema apontado pelo relatório do Pew é que, entre as empresas de mídia, poucas têm feito progresso nas principais novas áreas digitais. Entre os grandes sites noticiosos, há pouco uso da publicidade digital. Ainda, as empresas recorrem ao Twitter para divulgar seu próprio conteúdo ao invés de se envolver diretamente com o público, solicitar ou compartilhar informações que não produzem.

Para os jornais, os problemas se agravaram o ano passado: se o público online cresceu, a circulação impressa continua a cair, assim como a respectiva receita publicitária. Em 2011, as perdas da publicidade impressa ultrapassaram os ganhos de receita digital na proporção 10/1. Se combinadas as curvas descendentes de circulação e da receita com publicidade, a queda da indústria de jornais acumula 43% desde 2000. Se essas operações continuarem a encolher ou até mesmo a desaparecer, ainda não está claro em que meios as informações serão relatadas.

O State of the News Media conclui que a indústria da mídia não só não está mais perto de um novo modelo de receita do que um ano atrás como ainda perdeu mais terreno para os rivais da indústria de tecnologia. Por outro lado, é evidente que a notícia torna-se cada vez mais uma parte importante da vida das pessoas. O que pode vir a ser um fator de segurança para o futuro do jornalismo.

Banda larga móvel dobrou no País em 2011

Balanço Huawei aponta que número de acessos passou de 20,6 milhões em 2010 para 41,1 milhões no ano passado

O brasileiro está a cada dia mais conectado. Mesmo quando está fora de casa ou do trabalho. Segundo balanço da Huawei, da área de soluções para redes de telecomunicações, divulgado nesta terça-feira, 20, o serviço de banda larga móvel quase dobrou no País em 2011, passando de 20,6 milhões de acessos em 2010 para 41,1 milhões no ano passado.

De acordo com a Teleco, parceira no desenvolvimento do balanço, este número pode chegar a 73 milhões em 2012, e a 124 milhões em 2014. A tendência de crescimento é confirmada pelos dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na segunda-feira, 19. Segundo os números referentes ao mês de fevereiro deste ano, o País registrou 47,2 milhões de acessos 3G (banda larga móvel), o que representou alta de 4,62% em relação ao mês anterior.

Em 2011, o serviço estava disponível para 84% da população do País, o que representou um incremento de 15,7% e superou as metas estabelecidas pela Anatel para 2016. O levantamento mostra ainda que 48,6% dos municípios brasileiros eram atendidos pelo serviço no ano passado. Em 2010 este número era de 23,4%.

A banda larga fixa, por sua vez, apresentou crescimento de 19,6%, indo de 13,8 milhões em 2010 para 16,5 milhões no ano passado. Segundo as projeções da Teleco, o Brasil deve atingir a marca de 20 milhões de acessos em 2012, podendo chegar a 30 milhões até o ano da Copa do Mundo de 2014. A cobertura do serviço também cresceu. Em 2011, 99,8% dos municípios brasileiros já eram atendidos, contra 81,1% em 2010.

Brasileiros avançam no Facebook

Levantamento indica que em breve País deve ficar atrás apenas dos Estados Unidos em número de usuários

O Brasil segue para se tornar o segundo país em número de usuários do Facebook, aponta a Socialbakers. De acordo com a consultoria, o País deve ultrapassar Índia e Indonésia e ficar atrás apenas dos Estados Unidos.

Esse crescimento pode acontecer no próximo mês, se o Brasil mantiver o crescimento atual. A rede social fundada por Mark Zuckerberg é hoje a maior do País, tendo ultrapassado o Orkut, que por anos foi o líder de audiência.

Os EUA tem hoje 156 milhões de usuários do Facebook. A Índia tem 45 milhões, a Indonésia 43,5 milhões e o Brasil 42 milhões.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Google já ganha mais com publicidade do que toda a indústria de jornais dos EUA

 

Segundo dados da Newspaper Association of America, a receita publicitária do Google já é maior do que a de todos os jornais dos EUA juntos. Em 2011, os jornais do país arrecadaram USD 23,9 bilhões com publicidade digital e impressa - um declínio de 7,3% em relação ao ano anterior. Enquanto isso, o Google faturou, sozinho, USD 37,9 bilhões com publicidade. A Forbes, no entanto, pondera que a comparação não é totalmente justa, já que a receita dos jornais estadunidenses é quase que completamente doméstica, e o mesmo não pode ser dito do Google.

Telefonia móvel: Brasil tem 247,6 mi de linhas

Anatel registrou 2,4 milhões de novas habilitações em fevereiro, melhor resultado para o mês em 13 anos
   
O mercado de telefonia móvel segue em ritmo de expansão. De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o País encerrou fevereiro com 247,6 milhões de linhas ativas, o que representa um crescimento de 0,99% em relação a janeiro deste ano. A agência contabilizou 2,4 milhões de novas habilitações em fevereiro, o melhor resultado registrado no segundo mês do ano em 13 anos.

Enquanto a Vivo continua na liderança (com 73.916.795 de acessos e 29,85% de participação), a TIM consolida a vice-liderança reconquistada em julho de 2011. A operadora fechou o mês com 65.916.842 de acessos, o que representa 26,62% do mercado. Em janeiro esse percentual foi de 26,56%. A Claro, por sua vez, encerrou o período com 61.066.484 de acessos e 24,66% do bolo (número que foi de 24,78% em janeiro). A Oi aparece com 18,56% de participação (45.965.200 de acessos). CTBC e Sercomtel têm, respectivamente, 0,27% e 0,03% do mercado.

Do total de acessos em operação no País em fevereiro, 202,8 milhões eram pré-pagos (81,89%) e 44,8 milhões pós-pagos (18,11%). Já os terminais 3G (banda larga móvel) totalizaram cerca de 47,2 milhões de acessos, o que representa um crescimento de 4,62% em relação ao mês anterior, quando foram registrados 45,1 milhões.

Web aumenta autoconfiança dos usuários brasileiros

TNS revela que 38% dos internautas brasileiros declararam que a internet os ajudou a melhorar sua autoconfiança

Um estudo realizado pela TNS, empresa Kantar e parte da WPP, revela que no Brasil 38% dos internautas declararam que a web os ajudou a melhorar sua autoconfiança enquanto a média geral dos países emergentes foi ainda maior - 44%. Nos mercados desenvolvidos, esse percentual cai para menos da metade, 19%. O estudo Digital Life foi realizado em 60 países, com mais de 72 mil internautas.

De acordo com Juan Londoño, gerente regional de pesquisa interativa da TNS para a América Latina, "se é verdade que o futuro é digital, podemos dizer que o futuro do digital está na mobilidade. Cada vez mais veremos consumidores com acesso móvel à web, o que impacta diretamente no comportamento e na intensidade de uso”, finaliza Londoño, responsável pelo estudo no Brasil.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ibope luta para medir audiência móvel

Instituto de pesquisas assume dificuldade em criar tecnologia capaz de mensurar a audiência dos canais assistidos pelo celular, smartphones e tablets

A constante evolução das tecnologias do sistema de telefonia móvel são, atualmente, a principal barreira no caminho do Ibope no sentido de criar uma sistema eletrônico de mensuração de audiências nas TVs digitais móveis. Consciente da maior difusão que os celulares, smartphones e tablets vêm ganhando entre a população brasileira, o instituto reconhece a importância da criação de uma métrica que contabilize a audiência desses meios para que o consumo de mídia no Brasil seja analisado de uma maneira mais completa.

“Nosso grande problema é que as nossas tecnologias atuais não acompanham o rápido ritmo das mudanças dos sistemas de celulares e smartphones. Queremos que essa medição de audiência seja feita tecnologicamente, por isso que, em 2012, trabalharemos para tentar encontrar uma solução para essa questão”, disse Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Media, durante um workshop destinado a jornalistas ocorrido nessa semana, na sede do instituto, em São Paulo.

Segundo ela, além da tecnologia, os altos custos para a criação de sistemas sofisticados de mensuração também colaboram para um atraso na medição de audiência das TVs móveis. “Acredito que, conforme a demanda por esses dados de audiência forem aumentando, o mercado publicitário e os próprios veículos irão colaborar conosco para acelerarmos a construção de um modelo eficiente de medição. Embora exista esse novo meio de se consumir TV digital, é preciso ressaltar que a quantidade de televisores móveis ainda é muito pequena, considerando o total da população brasileira. A penetração não é tão ampla”, considera a executiva.

Enquanto não encontra um método tecnológico para medir a audiências das emissoras nos televisores de celulares e tablets, o Ibope não descarta a adoção do antigo método da mensuração manual – o conhecido “caderninho” – para poder apresentar ao mercado algum panorama do consumo de mídia televisiva móvel. “Claro que pretendemos encontrar um meio tecnológico de medir essa audiência, mas, na pior das hipóteses, podemos voltar ao sistema do caderninho. A mensuração desses dados de audiência não ficará descoberta”, promete Dora

Nova Super GM Macaé

Em primeira mão veja como ficou a filial da Super GM em Macaé, logo logo a filial Campos também sofrerá uma transformação....aguardem!!






quinta-feira, 8 de março de 2012

Programação Visual Polle 111

Amanhã a Polle 111, uma das revendedoras Wolver, vai ficar de cara nova. Aqui um aperitivo de como ficará.

10% dos brasileiros têm smartphone

Recente pesquisa nos Estados Unidos indicou que 46% dos adultos americanos são donos de smartphones

O IBOPE Inteligência apresentou uma pesquisa que indica que 10% dos brasileiros que tem celular possui um aparelho smartphone. Atualmente, o Brasil registra um total de 245,2 milhões de linhas ativas de celulares. O estudo no Brasil foi realizado com 2.002 pessoas, entre homens e mulheres de 16 anos ou mais das classes A, B, C, D e E.

A pesquisa revelou ainda que cerca de 71% dos brasileiros têm pelo menos um celular. Apenas 9% dos entrevistados no Brasil disse ter intenção de comprar um smartphone. Entre as marcas mencionadas para compra estão Apple, Nokia, Samsung e LG, não houve detalhamento sobre qual delas está melhor posicionada.

Uma recente pesquisa da Pew Internet & American Life Project nos Estados Unidos revelou que 46% são donos de um smartphone, contra 41% de celulares básicos. Outros 12% não têm celular.

Twitter x Facebook

Evento TopCenter Dia Internacional da Mulher

 O evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher no TopCenter foi um grande sucesso.
Centenas de rosas foram distribuidas às mulheres nesse dia tão especial.

terça-feira, 6 de março de 2012

Novo Painel TopCenter

Veja o novo painel feito pela Mgil para o TopCenter para deixar o local ainda mais bonito.

IndexSocial de fevereiro traz líder Guaraná Antarctica

Ranking de audiência é composto pela soma ponderada de fãs, seguidores e assinantes no Facebook, Twitter e YouTube

O Guaraná Antarctica continua no topo do indexSocial de fevereiro de 2012, criado pela Espalhe Marketing de Guerrilha. O ranking de audiência é composto pela soma ponderada de fãs, seguidores e assinantes nas redes sociais (Facebook, Twitter e YouTube respectivamente). Na sequência do top 10 estão Skol, Brahma Futebol, L’Oreal, Claro Brasil, Hotel Urbano, Trident Brasil, Halls, Nike Futebol e Smirnoff Brasil. Além do ranking de Audiência, veja abaixo o ranking por Engajamento e por Share de Engajamento.


Projeto Inter-Meios: Internet cresceu quase 20% em 2011

O mercado publicitário no Brasil cresceu 8,54% em 2011. Internet alcança 5,11% de participação do faturamento publicitário total no Brasil

O Projeto Inter-Meios, coordenado por Meio & Mensagem e auditado pela PricewaterhouseCoopers, revelou que o mercado publicitário no Brasil cresceu 8,54% em 2011. A Internet registrou crescimento de 19,63%, o que fez alcançar a marca de 5,11% de participação do faturamento publicitário total no Brasil. A televisão aberta continua na liderança do share, com 63,3% da participação do bolo publicitário.

Os veículos de comunicação faturaram R$ 28,45 bilhões com venda de espaço publicitário. Estima-se que esse valor represente 90% do total das verbas investidas em mídia ao longo do ano. Contabilizados ainda o residual de 10% e um valor aproximado para a produção das peças veiculadas (calculado em 19% do total), chega-se ao bolo publicitário total (mídia+produção) e aos surpreendentes R$ 39,03 bilhões (ou US$ 23,37 bilhões), o que posiciona o Brasil entres os cinco maiores mercados globais de propaganda, em disputa com Inglaterra e Alemanha, segundo dados da ZenithOptmedia.

A TV aberta permanece como o destino do maior volume de investimentos, com o total de R$ 18,01 bilhões, 9,17% a mais que 2010. A TV por assinatura cresceu 17,85% no último ano, o que representa 4,19% de participação do faturamento publicitário total no Brasil. Apesar do aumento da circulação, os jornais cresceram abaixo da média do mercado, com 3,83% de aumento, R$ 3,36 bilhões de faturamento e 11,83% no share.

“O investimento ainda não reflete o tempo de consumo de internet nem o uso que os brasileiros fazem dela”, admite Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, ao meio&mensagem. “A internet continua sendo o meio que mais cresce há anos. No ano passado, o crescimento foi impulsionado pelo aumento do tempo dos brasileiros na internet e pela melhoria dos serviços na rede, além da audiência nas redes sociais, no consumo de vídeo, nas áreas de entretenimento, busca, além do fato de que os brasileiros conectados estão se informando mais pela internet do que por outros meios”, completa Meneghini.