Vem aí o Projeto Enem 2013 do Martins.
Corra e garanta a sua vaga no lugar que mais aprova no Brasil.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Campanha Dia das Mães
Essa é a nossa Campanha de Dia das Mães no Shopping Av. Central no centro do Rio de Janeiro.
Não perca tempo e concorra a um dos super prêmios para a sua mamãe.
Não perca tempo e concorra a um dos super prêmios para a sua mamãe.
Campanha Dia das Mães
Essa é campanha de Dia das Mães que fizemos no Shopping TopCenter Ipanema.
No sábado (11/05) teremos distribuição de rosas. Não percam!
No sábado (11/05) teremos distribuição de rosas. Não percam!
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Pontomobi representa AngryBirds no Brasil visando publicidade
Empresa de mobile marketing estabelece acordo com a finlandesa Rovio Entertainment para comercialização de publicidade
A Pontomobi anuncia parceria com a finlandesa Rovio Entertainment, dona da franquia de jogos AngryBirds, e se torna representante no Brasil. A empresa de mobile marketing será responsável pela comercialização de publicidade em todos os jogos dos famosos pássaros em todas as plataformas.
Segundo Eduardo Fleury, diretor de publicidade da Pontomobi, “o Angry Birds é o mais popular jogo não só no mundo, mas também no Brasil e os formatos de publicidade construídos pela Rovio permitem inserções ricas, inteligentes e nada intrusivas nos games”.
A partir de maio, todos os jogos produzidos e publicados pela Rovio - Angry Birds, Bad Piggies e Amazing Alex - terão seus espaços publicitários disponibilizados ao mercado anunciante brasileiro, contando com inserção de banners, formatos richmedia, além da possibilidade de desenvolvimento de jogos personalizados como, por exemplo, o Angry Birds Rio.
A Pontomobi anuncia parceria com a finlandesa Rovio Entertainment, dona da franquia de jogos AngryBirds, e se torna representante no Brasil. A empresa de mobile marketing será responsável pela comercialização de publicidade em todos os jogos dos famosos pássaros em todas as plataformas.
Segundo Eduardo Fleury, diretor de publicidade da Pontomobi, “o Angry Birds é o mais popular jogo não só no mundo, mas também no Brasil e os formatos de publicidade construídos pela Rovio permitem inserções ricas, inteligentes e nada intrusivas nos games”.
A partir de maio, todos os jogos produzidos e publicados pela Rovio - Angry Birds, Bad Piggies e Amazing Alex - terão seus espaços publicitários disponibilizados ao mercado anunciante brasileiro, contando com inserção de banners, formatos richmedia, além da possibilidade de desenvolvimento de jogos personalizados como, por exemplo, o Angry Birds Rio.
Apps: Pouca privacidade e publicidade em excesso incomodam brasileiros
Pesquisa revela que internautas estão insatisfeitos, entretanto mais da metade concorda com termos de uso sem ler documentos
A pesquisa realizada pela consultoria Futuresight, encomendada pela GSMA, associação que reúne operadores de telefonia de todo o mundo, revelou que 86% dos usuários de internet móvel se preocupam em ter suas informações pessoais invadidas e disseminadas na rede quando utilizam aplicativos ou ao acessam a web. Entretanto, apesar da preocupação, o estudo aponta que 51% dos internautas disseram que concordam com os termos de uso, sem ter lido o documento – destes entrevistados, 74% afirmam que não se dão ao trabalho de ler as declarações por serem muito longas.
O formato de publicidade móvel também não agrada os brasileiros. A pesquisa mostra que 78% dos entrevistados gostariam de ajustar o tipo de propaganda que recebem e a frequência das ações.
O estudo foi feito com 1,5 mil usuários de internet móvel, entre 18 e 54 anos, dos quais 64% possuíam smartphones. Apesar de manifestarem descontentamento com sua privacidade, do total de insatisfeitos, 66% continuaria a navegar pela internet em dispositivos móveis e também por meio de aplicativos.
A pesquisa realizada pela consultoria Futuresight, encomendada pela GSMA, associação que reúne operadores de telefonia de todo o mundo, revelou que 86% dos usuários de internet móvel se preocupam em ter suas informações pessoais invadidas e disseminadas na rede quando utilizam aplicativos ou ao acessam a web. Entretanto, apesar da preocupação, o estudo aponta que 51% dos internautas disseram que concordam com os termos de uso, sem ter lido o documento – destes entrevistados, 74% afirmam que não se dão ao trabalho de ler as declarações por serem muito longas.
O formato de publicidade móvel também não agrada os brasileiros. A pesquisa mostra que 78% dos entrevistados gostariam de ajustar o tipo de propaganda que recebem e a frequência das ações.
O estudo foi feito com 1,5 mil usuários de internet móvel, entre 18 e 54 anos, dos quais 64% possuíam smartphones. Apesar de manifestarem descontentamento com sua privacidade, do total de insatisfeitos, 66% continuaria a navegar pela internet em dispositivos móveis e também por meio de aplicativos.
Google compra empresa de leitura de notícias
Companhia adquire Wavii por cerca de 30 milhões de dólares em dinheiro, revela a Reuters
O Google comprou a Wavii, empresa sediada em Seattle e responsável por um aplicativo de leitura de notícias. Segundo informou a Reuters, o valor pago será de cerca de 30 milhões de dólares em dinheiro. As empresas não quiseram comentar o assunto.
Recentemente, a Apple demonstrou interesse na compra da Wavii para incorporar a tecnologia de linguagem natural da empresa ao Siri. Além disso, a transação ocorre algumas semanas após o Yahoo! ter pago uma quantia similar para comprar a Summly, rival da Wavii.
O Google comprou a Wavii, empresa sediada em Seattle e responsável por um aplicativo de leitura de notícias. Segundo informou a Reuters, o valor pago será de cerca de 30 milhões de dólares em dinheiro. As empresas não quiseram comentar o assunto.
Recentemente, a Apple demonstrou interesse na compra da Wavii para incorporar a tecnologia de linguagem natural da empresa ao Siri. Além disso, a transação ocorre algumas semanas após o Yahoo! ter pago uma quantia similar para comprar a Summly, rival da Wavii.
Facebook vai ter novo formato para anúncios em feature phones
Clientes poderão atingir os usuários que estão acessando o Facebook a partir dos celulares mais simples
O Facebook anunciou nesta quarta-feira, 24, um novo formato para anúncios e posts patrocinados na versão móvel do Feed de Notícias de usuários que estão acessando o Facebook a partir dos celulares mais simples. Agora as empresas poderão direcionar suas campanhas para os usuários dos chamados feature phones.
Anteriormente, anunciantes podiam escolher somente as opções “All Mobile” ou “All Facebook” para atingir este público, além de selecionar especificamente os usuários de Android ou iOS pelo Power Editor.
Ao longo desta última semana, alguns clientes começaram a testar a versão beta desse novo recurso, como a operadora de telefonia móvel Claro. “Adotar a nova segmentação de anúncios do Facebook no celular está totalmente alinhada com a nossa estratégia de atingir diferentes públicos em diferentes mídias, investir cada vez mais em plataformas sociais e anúncios móveis e falar com o cliente onde ele está”, afirma Gustavo Diament. O diretor de marketing da operadora Claro complementa que este novo formato é particularmente importante para incentivarmos o upgrade de feature phones para smartphones, e assim oferecer uma experiência de uso de dados muito mais rica e envolvente.
O Facebook anunciou nesta quarta-feira, 24, um novo formato para anúncios e posts patrocinados na versão móvel do Feed de Notícias de usuários que estão acessando o Facebook a partir dos celulares mais simples. Agora as empresas poderão direcionar suas campanhas para os usuários dos chamados feature phones.
Anteriormente, anunciantes podiam escolher somente as opções “All Mobile” ou “All Facebook” para atingir este público, além de selecionar especificamente os usuários de Android ou iOS pelo Power Editor.
Ao longo desta última semana, alguns clientes começaram a testar a versão beta desse novo recurso, como a operadora de telefonia móvel Claro. “Adotar a nova segmentação de anúncios do Facebook no celular está totalmente alinhada com a nossa estratégia de atingir diferentes públicos em diferentes mídias, investir cada vez mais em plataformas sociais e anúncios móveis e falar com o cliente onde ele está”, afirma Gustavo Diament. O diretor de marketing da operadora Claro complementa que este novo formato é particularmente importante para incentivarmos o upgrade de feature phones para smartphones, e assim oferecer uma experiência de uso de dados muito mais rica e envolvente.
Budweiser lança copo tecnológico integrado ao Facebook
Novidade possibilita que consumidores se tornem amigos na rede social com apenas um brinde
Apenas um brinde será o suficiente para fazer novos amigos no Facebook. Essa é a ideia do “Buddy Cup”, um copo tecnológico criado pela Budweiser que possibilita aos consumidores adicionarem novos amigos na rede social brindando com a novidade. O copo possui um chip integrado ao Facebook e segundo a marca tem o objetivo de aumentar a interação entre os consumidores da cerveja em eventos da marca, como festas, shows e festivais.
A criação da campanha é da agência Africa e a complexa parte tecnológica foi desenvolvida em parceria com o estúdio de inovação digital Bolha. Os primeiros copos já passaram por testes em duas festas da marca. O próximo passo da Budweiser será estender a ação para a plataforma de patrocínios, como as áreas vips de shows e festas, a chamada Budzone.
Confira o vídeo do “Buddy Cup”.
http://youtu.be/YD2akgwvpRM
Apenas um brinde será o suficiente para fazer novos amigos no Facebook. Essa é a ideia do “Buddy Cup”, um copo tecnológico criado pela Budweiser que possibilita aos consumidores adicionarem novos amigos na rede social brindando com a novidade. O copo possui um chip integrado ao Facebook e segundo a marca tem o objetivo de aumentar a interação entre os consumidores da cerveja em eventos da marca, como festas, shows e festivais.
A criação da campanha é da agência Africa e a complexa parte tecnológica foi desenvolvida em parceria com o estúdio de inovação digital Bolha. Os primeiros copos já passaram por testes em duas festas da marca. O próximo passo da Budweiser será estender a ação para a plataforma de patrocínios, como as áreas vips de shows e festas, a chamada Budzone.
Confira o vídeo do “Buddy Cup”.
http://youtu.be/YD2akgwvpRM
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Usuários listam posts "inconvenientes" do Facebook
Se você está entre os mais de um bilhão de usuários do Facebook, já deve ter percebido a verdadeira avalanche de informações recebidas a cada minuto na sua seção "feed de notícias". Desde a criação desse recurso, em setembro de 2006, frequentadores do site de rede social tiveram que se acostumar ao recebimento de notícias e mensagens sobre os mais diversos assuntos ao longo do dia.
Mas há um mês, a estudante Luane Dias, do Rio de Janeiro, postou um vídeo no Youtube em que contesta práticas comuns no Facebook, como compartilhar intimidades e fazer um "diário público" no site. O vídeo esteve entre os mais acessados do YouTube - foram mais de 2 milhões de visitas e 250 mil compartilhamentos em redes sociais.
Luane, que atualmente possui três contas no Facebook, uma de Twitter e um canal no Youtube dedicado a seus vídeos, ficou irritada com as postagens feitas pelas amigas que, segundo ela, não trazem nada de novo e interessante a ninguém. "Tudo que vai fazer bota no Facebook. Essa p*** virou diário agora?", reclama a estudante. "Guarde sua vida pessoal pra você."
A BBC Brasil compilou uma lista de reclamações de usuários do Facebook. Na maior parte das vezes, elas se referem ao compartilhamento excessivo de situações corriqueiras do dia-a-dia. São as atualizações com característica de "diário irrelevante, que mostram não apenas o que a pessoa está comendo, mas que ela está entrando no metrô, ou indo trabalhar, indo à academia", segundo a secretária Claudia Ribas.
Entre as mensagens classificadas como "de mau gosto", estão aquelas que trazem fotos de "crianças machucadas ou com câncer, pedindo todo tipo de ajuda", afirma o assistente administrativo Wellington Roger. Segundo o gerente de turismo Neto Fernandes, irritam também os amigos que "ficam narrando futebol e novela ou passam o dia reclamando que o tempo tá muito frio, muito quente, ou (está) chovendo demais".
O músico Gustavo Garcia menciona os "falsos intelectuais" que, segundo ele, compartilham as mensagens mais irritantes. Em geral, para expressar a admiração "àquele ator, músico ou celebridade da década de 40 que faleceu, mas de quem eles nunca ouviram falar". Outros, como o recepcionista Agnaldo Santos, criticam os "usuários que estão em busca de uma discussão acalorada sobre religião, futebol ou até sobre o último capítulo da novela". No entanto, a prática unânime entre as reclamações compiladas pela BBC Brasil é a de postar mensagens do tipo "curta ou compartilhe". "Se você ama a sua mãe, compartilhe com sete pessoas. Se quer que ela morra, apenas olhe!", brinca a oficial de chancelaria Juliana Ciccarini. A tradutora Luciana Paquet lembra ainda das frases de autoajuda ou inspiração "atribuídas a Chico Xavier, ao Dalai Lama e até a William Shakespeare".
Autoafirmação
No último mês de março, o fundador e diretor do Facebook Mark Zuckerberg divulgou uma pesquisa da consultoria IDC Research Report, encomendada pela empresa, mostrando o tempo que os usuários do site gastam com seus posts e os de seus amigos. São quase 33 minutos diários utilizados para atualizações, comentários e "curtir" nas mensagens e fotos dos amigos. Esse tempo é dividido em uma média de 13 visitas ao site por dia, de acordo com o levantamento.
No último mês de março, o fundador e diretor do Facebook Mark Zuckerberg divulgou uma pesquisa da consultoria IDC Research Report, encomendada pela empresa, mostrando o tempo que os usuários do site gastam com seus posts e os de seus amigos. São quase 33 minutos diários utilizados para atualizações, comentários e "curtir" nas mensagens e fotos dos amigos. Esse tempo é dividido em uma média de 13 visitas ao site por dia, de acordo com o levantamento.
Para o psicólogo especialista em internet Graham Jones, da Sociedade Britânica de Psicologia, o tempo cada vez mais longo gasto com a atividade mostra como o Facebook aumentou a busca por autoafirmação. Segundo Jones, as pessoas têm uma necessidade natural de buscar constantemente a aprovação dos pares para melhorar sua autoestima.
"Em geral, as pessoas querem construir uma imagem delas mesmas que às vezes não é tão real. Por exemplo, os que querem se mostrar mais saudáveis irão postar a salada que estão comendo, ou (algo) sobre a corrida que estão fazendo no parque, mas isso não significa que elas sejam realmente assim", disse à BBC Brasil. "O que eles estão fazendo é tentar projetar uma imagem mais positiva para os outros."
De acordo com o psicólogo, a grande quantidade de informação faz com que algumas pessoas se sintam pressionadas a comentar e a curtir a todo momento, além de sentirem a necessidade de compartilhar atualizações sobre si mesmo a todo instante.
"O fato das pessoas utilizarem o Facebook por tanto tempo sugere que existe muita informação para ser digerida. Com isso, surge uma ansiedade um certo nível de stress por dois motivos: primeiro, por causa da percepção de que está se perdendo o controle com tanta informação e, segundo, porque começamos a nos sentir excluídos quando vemos nossos amigos de férias em lugares exóticos ou restaurantes sofisticados, enquanto nossa realidade não é bem essa", diz Jones.
Em um estudo realizado com 200 estudantes da Universidade Napier de Edimburgo, divulgado em 2011, aproximadamente uma em cada 10 pessoas disseram se sentir ansiosas e estressadas por investirem tanto tempo no Facebook.
Em sua seção de ajuda, no entanto, o site de rede social dá a seus frequentadores a possibilidade de parar de receber determinados posts de cada um de seus amigos - ou mesmo todas as atualizações deles.
indexSocial mostra as marcas mais engajadas de março
As 10 marcas com mais engajamento nas redes sociais mantém seu share em cerca de 70% de todas as interações com consumidores
A Espalhe Marketing de Guerrilha apresentou novos resultados do indexSocial, sua ferramenta que mede a performance das marcas no Facebook, Twitter e YouTube. As 10 marcas mais engajadoras concentraram cerca de 70% de todas as interações com consumidores no mês de março.
O ranking de audiência permanece estável durante este começo de ano. Em março, apenas Itaú volta ao ranking dos 10 perfis com mais fãs, seguidores ou assinantes. A marca aparece em 10° lugar, enquanto Chocolate Bis sai da disputa. Completam a lista de maiores audiências Guaraná Antarctica (líder), seguida por Skol, Brahma Futebol, Hotel Urbano, L’Oréal, Claro Brasil, Lacta, Cerveja Bohemia e Trident Brasil.
Na avaliação de engajamento, que mostra a interação entre os consumidores e as marcas, os segmentos de bebidas e moda dominam a análise por três meses consecutivos. Arezzo, Use Huck, Lojas Renner e Melissa aparecem em março junto a outras quatro marcas de cerveja - Skol, Brahma, Stella Artois e Brahma Futebol, além de uma marca de outra categoria de bebida alcoólica, Jack Daniels. A Azul – Linhas Aéreas merece destaque por ser a única marca no Top 10 fora deste contexto, aparecendo pela primeira vez nesse ranking.
Em share de engajamento, que mostra o quanto cada uma representa diante do total de interações dos consumidores nas redes sociais. São elas: Brahma Futebol, Use Huck, Skol, Arezzo, Melissa e Stella Artois Brasil. Também estão no ranking Guaraná Antarctica, Hotel Urbano, Lacta e Dafiti.
A Espalhe Marketing de Guerrilha apresentou novos resultados do indexSocial, sua ferramenta que mede a performance das marcas no Facebook, Twitter e YouTube. As 10 marcas mais engajadoras concentraram cerca de 70% de todas as interações com consumidores no mês de março.
O ranking de audiência permanece estável durante este começo de ano. Em março, apenas Itaú volta ao ranking dos 10 perfis com mais fãs, seguidores ou assinantes. A marca aparece em 10° lugar, enquanto Chocolate Bis sai da disputa. Completam a lista de maiores audiências Guaraná Antarctica (líder), seguida por Skol, Brahma Futebol, Hotel Urbano, L’Oréal, Claro Brasil, Lacta, Cerveja Bohemia e Trident Brasil.
Na avaliação de engajamento, que mostra a interação entre os consumidores e as marcas, os segmentos de bebidas e moda dominam a análise por três meses consecutivos. Arezzo, Use Huck, Lojas Renner e Melissa aparecem em março junto a outras quatro marcas de cerveja - Skol, Brahma, Stella Artois e Brahma Futebol, além de uma marca de outra categoria de bebida alcoólica, Jack Daniels. A Azul – Linhas Aéreas merece destaque por ser a única marca no Top 10 fora deste contexto, aparecendo pela primeira vez nesse ranking.
Em share de engajamento, que mostra o quanto cada uma representa diante do total de interações dos consumidores nas redes sociais. São elas: Brahma Futebol, Use Huck, Skol, Arezzo, Melissa e Stella Artois Brasil. Também estão no ranking Guaraná Antarctica, Hotel Urbano, Lacta e Dafiti.
Pesquisa aponta o horário nobre do Facebook no Brasil. Veja qual é o “prime time” da rede social
Amostra com quase 34 milhões de posts e comentários detalha os horários de maior fluxo na rede social
Quinta-feira entre 20h e 21h. Esse é o horário de maior pico de usuários postando e comentando no Facebook. O Scup identificou pelo segundo ano consecutivo os períodos de maior fluxo na rede social, que é usada por mais de 67 milhões de brasileiros. O estudo foi concebido a partir de uma amostra de quase 34 milhões de posts e comentários coletados pelos monitoramentos feitos em 2012.
O Facebook atinge um pico de uso entre 20h e 21h, mas o volume e a distribuição de posts e comentários é semelhante de segunda a sexta-feira, o dia todo. Uma pequena mudança ocorre aos sábados e domingos, quando os números de comentários e posts diminuem.
O relatório explica que o maior volume de posts e comentários não representam necessariamente como o melhor horário do dia para postar na rede social, já que a quantidade de oferta pode ser muito maior.
No final da manhã, entre 11h e 12h, o movimento no Facebook cresce. O Scup aposta no cenário: tem mais gente acordada; pra quem começou a trabalhar cedo, a rede social se torna um elemento de descontração; e as pessoas começam os preparativos para o almoço pelo Facebook.
Notem que o volume de postagens e comentários durante o horário comercial não muda muito após o expediente. Das 9h às 23h, os gráficos apresentam um comportamento quase uniforme.
Quinta-feira entre 20h e 21h. Esse é o horário de maior pico de usuários postando e comentando no Facebook. O Scup identificou pelo segundo ano consecutivo os períodos de maior fluxo na rede social, que é usada por mais de 67 milhões de brasileiros. O estudo foi concebido a partir de uma amostra de quase 34 milhões de posts e comentários coletados pelos monitoramentos feitos em 2012.
O Facebook atinge um pico de uso entre 20h e 21h, mas o volume e a distribuição de posts e comentários é semelhante de segunda a sexta-feira, o dia todo. Uma pequena mudança ocorre aos sábados e domingos, quando os números de comentários e posts diminuem.
O relatório explica que o maior volume de posts e comentários não representam necessariamente como o melhor horário do dia para postar na rede social, já que a quantidade de oferta pode ser muito maior.
No final da manhã, entre 11h e 12h, o movimento no Facebook cresce. O Scup aposta no cenário: tem mais gente acordada; pra quem começou a trabalhar cedo, a rede social se torna um elemento de descontração; e as pessoas começam os preparativos para o almoço pelo Facebook.
Notem que o volume de postagens e comentários durante o horário comercial não muda muito após o expediente. Das 9h às 23h, os gráficos apresentam um comportamento quase uniforme.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Brasileiro não associa patrocinadores à Copa
Pesquisa aponta que 47% da população não sabem ou não lembram o nome de alguma marca ou empresa parceira do Mundial
Associar seu nome ao principal torneio de futebol do planeta é para poucos. É não é garantia de reconhecimento. Segundo pesquisa feita pela Hello Research, 47% dos brasileiros não sabem ou não lembram o nome de alguma marca ou empresa patrocinadora oficial da Copa do Mundo de 2014. Já entre as mulheres esse número sobe para 58%, enquanto que na população acima de 60 anos o índice vai para 67%.
Da lista das 10 marcas mais lembradas (veja abaixo), apenas três são parceiras da Fifa: a líder Coca-Cola, com 32%, o Itaú (sexto, com 11%) e a Adidas (oitava, com 10%). A Nike, parceira da seleção brasileira, é a segunda marca mais lembrada, com 18%. Na sequencia aparecem Caixa Econômica Federal e Bradesco com 13% cada. O Banco do Brasil (12%) é o quarto banco presente no rol dos 10 mais lembrados.
A pesquisa, realizada entre 22 de fevereiro e 7 de março pela agência de pesquisa de mercado e inteligência, ouviu cerca de 1000 pessoas em mais de 70 cidades das cinco regiões do País. O estudo entrevistou indivíduos de ambos os sexos, de todos os graus de escolaridade, com idade entre 16 e 70 anos.
Associar seu nome ao principal torneio de futebol do planeta é para poucos. É não é garantia de reconhecimento. Segundo pesquisa feita pela Hello Research, 47% dos brasileiros não sabem ou não lembram o nome de alguma marca ou empresa patrocinadora oficial da Copa do Mundo de 2014. Já entre as mulheres esse número sobe para 58%, enquanto que na população acima de 60 anos o índice vai para 67%.
Da lista das 10 marcas mais lembradas (veja abaixo), apenas três são parceiras da Fifa: a líder Coca-Cola, com 32%, o Itaú (sexto, com 11%) e a Adidas (oitava, com 10%). A Nike, parceira da seleção brasileira, é a segunda marca mais lembrada, com 18%. Na sequencia aparecem Caixa Econômica Federal e Bradesco com 13% cada. O Banco do Brasil (12%) é o quarto banco presente no rol dos 10 mais lembrados.
A pesquisa, realizada entre 22 de fevereiro e 7 de março pela agência de pesquisa de mercado e inteligência, ouviu cerca de 1000 pessoas em mais de 70 cidades das cinco regiões do País. O estudo entrevistou indivíduos de ambos os sexos, de todos os graus de escolaridade, com idade entre 16 e 70 anos.
Marca Lembrança
1) Coca-Cola_____________ 32%
2) Nike__________________ 18%
3) Caixa_________________ 13%
4) Bradesco______________ 13%
5) Banco do Brasil_________ 12%
6) Itaú___________________ 11%
7) Petrobras______________ 10%
8) Adidas_________________10%
9) Vivo____________________9%
10) Brahma________________9%
Brasil: líder em perfume e desodorante
Abihpec divulga dados do setor de higiene, perfumaria e cosméticos, que movimentou R$ 84 bilhões em 2012
A depender dos dados de consumo, o brasileiro é o povo mais perfumado do mundo. Informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) confirmaram a manutenção do Brasil como líder mundial no consumo de fragrâncias e desodorantes em 2012, ano em que as vendas líquidas ex-factory (volume saído de fábrica, sem adição de impostos) do setor como um todo cresceram 15,62% e atingiram R$ 34 bilhões. Em preço ao consumidor, a indústria manteve a marca de US$ 42 bilhões (R$ 84 bilhões), alta de 0,3% sobre 2011.
A categoria fragrância faturou R$ 5,4 bilhões (15,9% do total) e a de desodorantes, R$ 3,3 bilhões (9,7% do total). O crescimento médio de fragrâncias nos últimos cinco anos foi de 14,2% e o de desodorantes, de 15,3%.
Mas o País também é destaque em outras categorias, nas quais ocupa a vice-liderança mundial no consumo. São elas: Banho (R$ 3,4 bilhões, com crescimento médio de 15,7% nos últimos cinco anos); Cabelos (a maior no mercado interno, com faturamento de R$ 7,7 bilhões e crescimento de 7,7%); Infantis (R$ 1,3 bilhão, crescimento de 17,9%); Masculinos (R$ 4,1 bilhões e crescimento de 16,2%); e Proteção Solar (R$ 1,1 bilhão e crescimento de 11,2%).
No cômputo geral, o Brasil segue como terceiro maior player global, com 9,6% de share, atrás somente dos EUA, que tem 15,9% e do Japão, com 10,9%. A perspectiva é de que por aqui o setor repita até 2017 o crescimento de dois dígitos que vem registrando já há 17 anos, alavancado por fatores como o aumento da expectativa de vida, da renda da classe C e a modernização de fábricas e ganhos de produtividade. Também pelo lado da indústria, o esforço em inovação tem sido primordial para competir nesse mercado. As companhias do setor investiram ano passado R$ 13,6 bilhões em ativos, pesquisa e desenvolvimento e fortalecimento das marcas. O valor é 18% maior que o realizado em 2011.
Natura entre as marcas mais valiosas do mundo
A consultoria Brand Finance também acaba de divulgar a lista das 50 marcas de cosméticos mais valiosas do mundo. E somente a Natura figura no ranking, em 20º lugar, com valor de marca de US$ 1,84 bilhão (na edição de 2012, a empresa estava na 17ª posição).
No topo aparece, como no ano passado, a marca de produtos anti-idade Olay, que pertence à americana Procter & Gamble, cujo portfolio de cosméticos é restrito, mas a marca Olay sozinha vale US$ 11, 7 bilhões. Na sequência, estão a francesa L’Oréal, que subiu da terceira posição para a vice-liderança (valor de US$ 8,69 bilhões); a Neutrogena, marca de dermocosméticos da J&J (com US$ 6,9 bilhões); em quarto lugar a alemã Nivea (US$ 5,8 bilhões); e na quinta posição está a francesa Lancôme (US$ 5,5 bilhões).
Completam o Top 10 da Brand Finance a Avon (US$ 5,1 bilhões), Dove (US$ 4,2 bilhões), Estée Lauder (US$ 3,8 bilhões), Biore (US$ 3,3 bilhões) e Christian Dior (US$ 2,9 bilhões).
A lista considera todo o universo da beleza, mesclando marcas de grande consumo às de luxo, assim como aquelas direcionadas ao consumidor final às que se relacionam mais com profissionais da beleza, ou b2b.
A depender dos dados de consumo, o brasileiro é o povo mais perfumado do mundo. Informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) confirmaram a manutenção do Brasil como líder mundial no consumo de fragrâncias e desodorantes em 2012, ano em que as vendas líquidas ex-factory (volume saído de fábrica, sem adição de impostos) do setor como um todo cresceram 15,62% e atingiram R$ 34 bilhões. Em preço ao consumidor, a indústria manteve a marca de US$ 42 bilhões (R$ 84 bilhões), alta de 0,3% sobre 2011.
A categoria fragrância faturou R$ 5,4 bilhões (15,9% do total) e a de desodorantes, R$ 3,3 bilhões (9,7% do total). O crescimento médio de fragrâncias nos últimos cinco anos foi de 14,2% e o de desodorantes, de 15,3%.
Mas o País também é destaque em outras categorias, nas quais ocupa a vice-liderança mundial no consumo. São elas: Banho (R$ 3,4 bilhões, com crescimento médio de 15,7% nos últimos cinco anos); Cabelos (a maior no mercado interno, com faturamento de R$ 7,7 bilhões e crescimento de 7,7%); Infantis (R$ 1,3 bilhão, crescimento de 17,9%); Masculinos (R$ 4,1 bilhões e crescimento de 16,2%); e Proteção Solar (R$ 1,1 bilhão e crescimento de 11,2%).
No cômputo geral, o Brasil segue como terceiro maior player global, com 9,6% de share, atrás somente dos EUA, que tem 15,9% e do Japão, com 10,9%. A perspectiva é de que por aqui o setor repita até 2017 o crescimento de dois dígitos que vem registrando já há 17 anos, alavancado por fatores como o aumento da expectativa de vida, da renda da classe C e a modernização de fábricas e ganhos de produtividade. Também pelo lado da indústria, o esforço em inovação tem sido primordial para competir nesse mercado. As companhias do setor investiram ano passado R$ 13,6 bilhões em ativos, pesquisa e desenvolvimento e fortalecimento das marcas. O valor é 18% maior que o realizado em 2011.
Natura entre as marcas mais valiosas do mundo
A consultoria Brand Finance também acaba de divulgar a lista das 50 marcas de cosméticos mais valiosas do mundo. E somente a Natura figura no ranking, em 20º lugar, com valor de marca de US$ 1,84 bilhão (na edição de 2012, a empresa estava na 17ª posição).
No topo aparece, como no ano passado, a marca de produtos anti-idade Olay, que pertence à americana Procter & Gamble, cujo portfolio de cosméticos é restrito, mas a marca Olay sozinha vale US$ 11, 7 bilhões. Na sequência, estão a francesa L’Oréal, que subiu da terceira posição para a vice-liderança (valor de US$ 8,69 bilhões); a Neutrogena, marca de dermocosméticos da J&J (com US$ 6,9 bilhões); em quarto lugar a alemã Nivea (US$ 5,8 bilhões); e na quinta posição está a francesa Lancôme (US$ 5,5 bilhões).
Completam o Top 10 da Brand Finance a Avon (US$ 5,1 bilhões), Dove (US$ 4,2 bilhões), Estée Lauder (US$ 3,8 bilhões), Biore (US$ 3,3 bilhões) e Christian Dior (US$ 2,9 bilhões).
A lista considera todo o universo da beleza, mesclando marcas de grande consumo às de luxo, assim como aquelas direcionadas ao consumidor final às que se relacionam mais com profissionais da beleza, ou b2b.
Globo tira links do Facebook
Nova diretriz das Organizações Globo proibiu a publicação de links das matérias nos perfis oficiais das revistas, jornais e portais do grupo na rede social de Mark Zuckerberg
Um e-mail assinado pela direção das Organizações Globo comunicou a todos os funcionários que está estritamente proibida a divulgação dos links das matérias nos canais oficiais dos veículos da Globo no Facebook. Desde a segunda-feira 8, as plataformas das revistas da Editora Globo, do jornal O Globo e do G1 adotaram a medida. Os produtos da TV Globo, no entanto, continuam postando seus links.
A ordem é que os canais orientem os internautas a acessar o portal do produto para ler a notícia. Como no caso abaixo:
Mesmo sem o consenso dos profissionais (muitos não acreditam na estratégia), os posts devem induzir os internautas a entrar no próprio site daquele veículo, seja jornal ou revista, para conferir a matéria. Segundo informações, após um estudo e uma análise detalhada foi detectado que os perfis no Facebook são o principal motivo pela queda de audiência das plataformas digitais da Globo, como a Globo.com, o G1 e os sites das revistas da Editora Globo.
O estudo apontou que os internautas estão utilizando o Facebook como um RSS de notícias, ou seja, os usuários leem a chamada, mas não clicam no link. Com isso, a expectativa é de que a medida volte a gerar tráfego direto para os portais. A iniciativa de não colocar os links irritou muitos seguidores que passaram a cobrar por ele nos comentário e até discutir. A leitora Fernanda Anhaia Mello publicou: “Ficou sem graça isso aqui... as imagens são todas iguais... ficou chato... cade notícia e link?”. Mas assim como outros milhares de usuários, Fernanda ficou sem respostas por parte da Globo, que não esclareceu aos internautas a mudança. Procurada pela reportagem, a Comunicação da Globo emitiu a seguinte posição: “Não estamos saindo do Facebook. Nem de nenhuma outra rede social. Só que permanentemente revemos a melhor forma de estar nestas plataformas”. Vale lembrar que as mudanças são apenas no Facebook. Twitter e GooglePlus continuam da mesma forma.
G1 se justifica
Na noite da quarta-feira, 10, o G1 procurou a reportagem de Meio & Mensagem para negar que sua audiência esteja diminuindo. Segundo o portal, em janeiro deste ano o G1 atingiu um de seus melhores resultados: 18,2 milhões de usuários únicos. Ainda segundo a nota enviada à reportagem, no mês de março o portal alcançou a marca de 19 milhões de usuários únicos. O comunicado ainda frisa que, "nos últimos três anos, o G1 cresce de forma exponencial e regular."
Um e-mail assinado pela direção das Organizações Globo comunicou a todos os funcionários que está estritamente proibida a divulgação dos links das matérias nos canais oficiais dos veículos da Globo no Facebook. Desde a segunda-feira 8, as plataformas das revistas da Editora Globo, do jornal O Globo e do G1 adotaram a medida. Os produtos da TV Globo, no entanto, continuam postando seus links.
A ordem é que os canais orientem os internautas a acessar o portal do produto para ler a notícia. Como no caso abaixo:
O estudo apontou que os internautas estão utilizando o Facebook como um RSS de notícias, ou seja, os usuários leem a chamada, mas não clicam no link. Com isso, a expectativa é de que a medida volte a gerar tráfego direto para os portais. A iniciativa de não colocar os links irritou muitos seguidores que passaram a cobrar por ele nos comentário e até discutir. A leitora Fernanda Anhaia Mello publicou: “Ficou sem graça isso aqui... as imagens são todas iguais... ficou chato... cade notícia e link?”. Mas assim como outros milhares de usuários, Fernanda ficou sem respostas por parte da Globo, que não esclareceu aos internautas a mudança. Procurada pela reportagem, a Comunicação da Globo emitiu a seguinte posição: “Não estamos saindo do Facebook. Nem de nenhuma outra rede social. Só que permanentemente revemos a melhor forma de estar nestas plataformas”. Vale lembrar que as mudanças são apenas no Facebook. Twitter e GooglePlus continuam da mesma forma.
G1 se justifica
Na noite da quarta-feira, 10, o G1 procurou a reportagem de Meio & Mensagem para negar que sua audiência esteja diminuindo. Segundo o portal, em janeiro deste ano o G1 atingiu um de seus melhores resultados: 18,2 milhões de usuários únicos. Ainda segundo a nota enviada à reportagem, no mês de março o portal alcançou a marca de 19 milhões de usuários únicos. O comunicado ainda frisa que, "nos últimos três anos, o G1 cresce de forma exponencial e regular."
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Psy bate recorde no YouTube com novo clipe
'Gentleman' teve 20 milhões de visualizações em apenas 24 horas.
Vídeo de sul-coreano superou marca de Justin Bieber.
O novo videoclipe de Psy, autor do sucesso mundial "Gangnam style", já superou 50 milhões de visitas no YouTube e bateu o recorde para o número de visitas em 24 horas.
"Gentleman" (assista no YouTube), o novo single do cantor sul-coreano, entrou no ar no sábado (13) às 9h e nas primeiras 24 horas atingiu a marca de 20 milhões de acessos.
O recorde até agora pertencia ao cantor Justin Bieber, com o vídeo "Boyfriend", de maio de 2012 e foi visto oito milhões de vezes em 24 horas.
"51 milhões de visitas em 40 horas! Meu Deus!", escreveu Psy, de 35 anos, no Twitter. O sul-coreano conquistou fama em todo o planeta com o vídeo "Gangnam style", o mais assistido da história do YouTube com 1,5 bilhão de visitas.
Vídeo de sul-coreano superou marca de Justin Bieber.
O novo videoclipe de Psy, autor do sucesso mundial "Gangnam style", já superou 50 milhões de visitas no YouTube e bateu o recorde para o número de visitas em 24 horas.
"Gentleman" (assista no YouTube), o novo single do cantor sul-coreano, entrou no ar no sábado (13) às 9h e nas primeiras 24 horas atingiu a marca de 20 milhões de acessos.
O recorde até agora pertencia ao cantor Justin Bieber, com o vídeo "Boyfriend", de maio de 2012 e foi visto oito milhões de vezes em 24 horas.
"51 milhões de visitas em 40 horas! Meu Deus!", escreveu Psy, de 35 anos, no Twitter. O sul-coreano conquistou fama em todo o planeta com o vídeo "Gangnam style", o mais assistido da história do YouTube com 1,5 bilhão de visitas.
Copa 2014: Band lança plano bilionário
Comercial prevê sete cotas de patrocínio mais um top de 5 segundos, com valor de tabela de R$ 384 milhões (cada); três já foram vendidas
Sete cotas de patrocínio mais o top de 5 segundos, com valor de tabela de R$ 384 milhões cada uma - e que, juntas, alcançam um montante de quase R$ 3 bilhões. Mais de 5600 inserções na tela da emissora, que começam a partir de julho deste ano e só terminam quando o mundo souber quem é a seleção campeã da Copa do Mundo de 2014. Exposição em praticamente todos os programas esportivos e jornalísticos da emissora. O Mundial de 2014, que terá o Brasil como País-sede, deu origem ao mais valioso plano comercial do segmento esportivo já apresentado pela TV Bandeirantes.
Nesta semana, a emissora lançou no mercado sua proposta de cobertura da Copa do Mundo, transmissão da qual ela possui os direitos na TV aberta, por conta de uma negociação já antiga firmada com a TV Globo. Na mesma semana em que o plano foi apresentado, três das sete cotas de patrocínio já foram compradas. Os anunciantes Caixa Econômica Federal, Nestlé e Volkswagen – os mesmos patrocinadores da Band na Copa das Confederações - já garantiram presença na cobertura do Mundial de 2014. A Petrobras, que também patrocina a Copa das Confederações, ficou com o top de 5 segundos.
Embora dificilmente as negociações sejam fechadas levando em consideração o valor de tabela, o plano comercial deve incrementar o faturamento da Band já neste e no próximo ano. A exposição desses cotistas da Copa do Mundo nos programas da emissora já começa em julho, após o fim da Copa das Confederações, estendendo-se até julho de 2014.
Além da transmissão dos jogos ao vivo, a Band promete inserir o assunto Copa do Mundo em toda a sua grade, criando boletins, debates e programas especiais para destacar a situação das seleções e o impacto da Copa nas capitais brasileiras.
Sete cotas de patrocínio mais o top de 5 segundos, com valor de tabela de R$ 384 milhões cada uma - e que, juntas, alcançam um montante de quase R$ 3 bilhões. Mais de 5600 inserções na tela da emissora, que começam a partir de julho deste ano e só terminam quando o mundo souber quem é a seleção campeã da Copa do Mundo de 2014. Exposição em praticamente todos os programas esportivos e jornalísticos da emissora. O Mundial de 2014, que terá o Brasil como País-sede, deu origem ao mais valioso plano comercial do segmento esportivo já apresentado pela TV Bandeirantes.
Nesta semana, a emissora lançou no mercado sua proposta de cobertura da Copa do Mundo, transmissão da qual ela possui os direitos na TV aberta, por conta de uma negociação já antiga firmada com a TV Globo. Na mesma semana em que o plano foi apresentado, três das sete cotas de patrocínio já foram compradas. Os anunciantes Caixa Econômica Federal, Nestlé e Volkswagen – os mesmos patrocinadores da Band na Copa das Confederações - já garantiram presença na cobertura do Mundial de 2014. A Petrobras, que também patrocina a Copa das Confederações, ficou com o top de 5 segundos.
Embora dificilmente as negociações sejam fechadas levando em consideração o valor de tabela, o plano comercial deve incrementar o faturamento da Band já neste e no próximo ano. A exposição desses cotistas da Copa do Mundo nos programas da emissora já começa em julho, após o fim da Copa das Confederações, estendendo-se até julho de 2014.
Além da transmissão dos jogos ao vivo, a Band promete inserir o assunto Copa do Mundo em toda a sua grade, criando boletins, debates e programas especiais para destacar a situação das seleções e o impacto da Copa nas capitais brasileiras.
Web passa TV em uso nos EUA
Pesquisa do Temkin Group com 10 mil americanos sinaliza que mais gente vai à internet diariamente do que assiste à TV
Apesar de os norte-americanos gastarem mais tempo em frente ao televisor do que utilizando a internet (3,9 horas contra 3,8 horas), mais gente afirma navegar na internet diariamente (96%) do que assiste à TV (94%), revela pesquisa sobre hábitos de consumo de mídia nos EUA elaborada pelo Temkin Group.
O estudo separa o consumo de mídia digital segundo diferentes meios e locais. A estimativa acima se refere à navegação na internet a partir de um computador (desktop ou notebook) em casa, mas também há números separados para navegação a partir do trabalho, a partir de dispositivos móveis, para leitura de notícias online e para a leitura de livros digitais. Em off-line são considerados rádio, TV, livro e jornal. Os dados levam em consideração as respostas de 10 mil americanos e compara índices de janeiro deste ano com o mesmo período de 2012.
As diferenças mais expressivas foram nas horas gastas no uso de aplicativos ou navegação na internet por dispositivos móveis (1,2 para 1,4 hora); e na leitura de notícias online (mesma diferença). O único hábito que apresentou queda foi a navegação na internet a partir do PC do trabalho, que representava 2,1 horas em 2012 e neste ano passou a 2,0 horas.
A terceira coisa que mais gente faz diariamente é ouvir rádio (85%), seguida por ler notícias online (75%) e ler um livro impresso (70%). Ler uma obra em papel está muito a frente, aliás, da leitura digital de livros, o hábito menos difundido entre os consultados, com 38% de leitores diários – esse comportamento é, por outro lado, maior entre os mais jovens do que os mais velhos. Entre as pessoas que navegam na internet a partir de casa diariamente, 44% ficam entre três e seis horas no computador; enquanto 16% ficam sete ou mais horas; e 36%, menos de duas horas. Entre os telespectadores, 47% ficam entre três e seis horas em frente à TV; enquanto 17% ficam sete ou mais horas; e 30%, menos de duas horas.
Outros dados interessantes da pesquisa mostram que grande quantidade de telespectadores tem entre 55 e 74 anos, assistindo em média 4,1 horas de TV por dia. Pessoas com menos de 35 são os consumidores de mídia mais vorazes, exceto o hábito de ver TV. A faixa etária que menos vê TV é a de 18 a 24 anos, cerca de 3,6 horas por dia.
Consumidores de menor renda assistem a mais TV diariamente. Respondentes que fazem US$ 25 mil ou menos ao ano assistem até 4,5 horas de TV por dia, em média. Os de maior renda assistem a cerca 3,4 horas diárias.
Apesar de os norte-americanos gastarem mais tempo em frente ao televisor do que utilizando a internet (3,9 horas contra 3,8 horas), mais gente afirma navegar na internet diariamente (96%) do que assiste à TV (94%), revela pesquisa sobre hábitos de consumo de mídia nos EUA elaborada pelo Temkin Group.
O estudo separa o consumo de mídia digital segundo diferentes meios e locais. A estimativa acima se refere à navegação na internet a partir de um computador (desktop ou notebook) em casa, mas também há números separados para navegação a partir do trabalho, a partir de dispositivos móveis, para leitura de notícias online e para a leitura de livros digitais. Em off-line são considerados rádio, TV, livro e jornal. Os dados levam em consideração as respostas de 10 mil americanos e compara índices de janeiro deste ano com o mesmo período de 2012.
As diferenças mais expressivas foram nas horas gastas no uso de aplicativos ou navegação na internet por dispositivos móveis (1,2 para 1,4 hora); e na leitura de notícias online (mesma diferença). O único hábito que apresentou queda foi a navegação na internet a partir do PC do trabalho, que representava 2,1 horas em 2012 e neste ano passou a 2,0 horas.
A terceira coisa que mais gente faz diariamente é ouvir rádio (85%), seguida por ler notícias online (75%) e ler um livro impresso (70%). Ler uma obra em papel está muito a frente, aliás, da leitura digital de livros, o hábito menos difundido entre os consultados, com 38% de leitores diários – esse comportamento é, por outro lado, maior entre os mais jovens do que os mais velhos. Entre as pessoas que navegam na internet a partir de casa diariamente, 44% ficam entre três e seis horas no computador; enquanto 16% ficam sete ou mais horas; e 36%, menos de duas horas. Entre os telespectadores, 47% ficam entre três e seis horas em frente à TV; enquanto 17% ficam sete ou mais horas; e 30%, menos de duas horas.
Outros dados interessantes da pesquisa mostram que grande quantidade de telespectadores tem entre 55 e 74 anos, assistindo em média 4,1 horas de TV por dia. Pessoas com menos de 35 são os consumidores de mídia mais vorazes, exceto o hábito de ver TV. A faixa etária que menos vê TV é a de 18 a 24 anos, cerca de 3,6 horas por dia.
Consumidores de menor renda assistem a mais TV diariamente. Respondentes que fazem US$ 25 mil ou menos ao ano assistem até 4,5 horas de TV por dia, em média. Os de maior renda assistem a cerca 3,4 horas diárias.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
iPhone derruba vendas da Foxconn
Fábrica de equipamentos da Apple tem queda de 19% nas vendas do primeiro trimestre de 2013, a maior desde 2000
As vendas da Foxconn somaram US$ 26,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013, queda de 19% ante igual intervalo do ano anterior, segundo informações das agências internacionais. O pior desempenho desde 2000 é atribuído à suposta diminuição nas vendas de produtos da Apple, especialmente dos iPhones, o que coloca em cheque a liderança da marca no mercado mundial de smartphones. A montadora Hon Hai, conhecida como Foxconn, fabrica ainda equipamentos das marcas Hewlett-Packard, Dell, Nokia e Nintendo, que também enfrentam dificuldades de vendas.
Em entrevista à Reuters, um analista da KGI Securities disse que o declínio trimestral já era esperado, mas não anual. "Isso mostra que a receita da Hon Hai depende demais da Apple", comentou Ming-chi Kuo. Estima-se que a fabricação de iPhones e iPads responda por algo entre 60% a 70% da receita da Foxcom atualmente. O resultado da montadora taiwanesa somado ao desempenho aquém do esperado ainda nas vendas de fim de ano da Apple aumentam a expectativa para o balanço do segundo trimestre fiscal da empresa comandada por Tim Cook, cuja divulgação é esperada para o próximo dia 23 de abril.
As vendas da Foxconn somaram US$ 26,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013, queda de 19% ante igual intervalo do ano anterior, segundo informações das agências internacionais. O pior desempenho desde 2000 é atribuído à suposta diminuição nas vendas de produtos da Apple, especialmente dos iPhones, o que coloca em cheque a liderança da marca no mercado mundial de smartphones. A montadora Hon Hai, conhecida como Foxconn, fabrica ainda equipamentos das marcas Hewlett-Packard, Dell, Nokia e Nintendo, que também enfrentam dificuldades de vendas.
Em entrevista à Reuters, um analista da KGI Securities disse que o declínio trimestral já era esperado, mas não anual. "Isso mostra que a receita da Hon Hai depende demais da Apple", comentou Ming-chi Kuo. Estima-se que a fabricação de iPhones e iPads responda por algo entre 60% a 70% da receita da Foxcom atualmente. O resultado da montadora taiwanesa somado ao desempenho aquém do esperado ainda nas vendas de fim de ano da Apple aumentam a expectativa para o balanço do segundo trimestre fiscal da empresa comandada por Tim Cook, cuja divulgação é esperada para o próximo dia 23 de abril.
Foursquare lança atualização para aplicativo em iOS
Versão 6.0 do aplicativo detalha com maior clareza a região onde o usuário faz o check-in
O Foursquare, rede social e de microblogging que permite ao utilizador indicar onde se encontra, está apostando cada vez mais na sua plataforma voltada para mobile. Na quarta-feira, 10, a companhia lançou uma grande atualização no aplicativo para iOS. A novidade do app é a facilidade que o usuário terá ao fazer o check-in, para encontrar lugares, estabelecimentos e serviços ao seu redor. A versão 6.0 já está disponível na App Store.
Com o novo aplicativo, os amigos do usuário são representados no mapa com as imagens de seus perfis. Também é possível encontrar facilmente lugares específicos e obter imagens, não apenas destes lugares, mas também dos serviços que oferecem. Na parte de pesquisa de estabelecimentos, os usuários também podem notar uma melhora. Agora é possível receber informações mais detalhadas como classificações de locais, dicas e destaque nos lugares frequentados pelos amigos do usuário.
Entretanto, o Foursquare ainda apresenta características semelhantes ao aplicativo que foi lançado há quatro anos. O usuário tem a opção de utilizar a ferramenta somente para fazer check-in nos locais e ver o que amigos estão fazendo. O novo aplicativo apresenta melhora na velocidade de acesso e atualizações, assim como uma interface mais fácil de navegar.
O Foursquare, rede social e de microblogging que permite ao utilizador indicar onde se encontra, está apostando cada vez mais na sua plataforma voltada para mobile. Na quarta-feira, 10, a companhia lançou uma grande atualização no aplicativo para iOS. A novidade do app é a facilidade que o usuário terá ao fazer o check-in, para encontrar lugares, estabelecimentos e serviços ao seu redor. A versão 6.0 já está disponível na App Store.
Com o novo aplicativo, os amigos do usuário são representados no mapa com as imagens de seus perfis. Também é possível encontrar facilmente lugares específicos e obter imagens, não apenas destes lugares, mas também dos serviços que oferecem. Na parte de pesquisa de estabelecimentos, os usuários também podem notar uma melhora. Agora é possível receber informações mais detalhadas como classificações de locais, dicas e destaque nos lugares frequentados pelos amigos do usuário.
Entretanto, o Foursquare ainda apresenta características semelhantes ao aplicativo que foi lançado há quatro anos. O usuário tem a opção de utilizar a ferramenta somente para fazer check-in nos locais e ver o que amigos estão fazendo. O novo aplicativo apresenta melhora na velocidade de acesso e atualizações, assim como uma interface mais fácil de navegar.
TV ainda é a mídia que mais influencia no Twitter
Estudo da E.life sobre os trending topics coloca a categoria “Música” na liderança do ranking com 32% das menções
A E.life apresenta o estudo “Trending Topics Brasil” que analisou os temas mais comentados pelos usuários do Twitter no Brasil durante o primeiro trimestre deste ano. O relatório revela que a televisão ainda é a mídia que mais influencia os assuntos debatidos no microblog.
Entre os temas predominantes, o Big Brother Brasil, novelas, eventos que tiveram forte cobertura televisiva e artistas musicais. Em contrapartida, as discussões políticas seguem diminutas na rede – apenas 2% dos assuntos mais postados encaixavam-se nesse tipo de abordagem. Os esportes também não tiveram grande representatividade, sendo responsáveis por 10% dos comentários.
A categoria “Música” lidera o ranking do estudo com 32% das menções, à frente da “Televisão” com 25%. Dos seis artistas musicais mais citados, quatro participaram da última edição do programa “The X-Factor”, veiculado pelo canal pago Sony Entertainment.
A E.life apresenta o estudo “Trending Topics Brasil” que analisou os temas mais comentados pelos usuários do Twitter no Brasil durante o primeiro trimestre deste ano. O relatório revela que a televisão ainda é a mídia que mais influencia os assuntos debatidos no microblog.
Entre os temas predominantes, o Big Brother Brasil, novelas, eventos que tiveram forte cobertura televisiva e artistas musicais. Em contrapartida, as discussões políticas seguem diminutas na rede – apenas 2% dos assuntos mais postados encaixavam-se nesse tipo de abordagem. Os esportes também não tiveram grande representatividade, sendo responsáveis por 10% dos comentários.
A categoria “Música” lidera o ranking do estudo com 32% das menções, à frente da “Televisão” com 25%. Dos seis artistas musicais mais citados, quatro participaram da última edição do programa “The X-Factor”, veiculado pelo canal pago Sony Entertainment.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Empresa ensina "felicidade" e ganha empregados mais produtivos
Uma empresa americana chamada MEC ofereceu a um grupo de trabalhadores de seu
escritório em Nova York (EUA) uma oficina sobre a felicidade, informou a revista
Fast Company. O curso foi feito para que os funcionários fossem mais
alegres e, assim, produzissem mais. Confira os principais itens desenvolvidos
pelo curso.
Autorização
Funcionários autorizados a participarem do curso compensam. Cada pessoa que participou do curso teve a oportunidade de sentir como poderia cuidar melhor dos problemas pessoais, tendo assim mais tempo para se concentrar na jornada de trabalho, afirmou a revista.
Mais feliz, mais produlção
Após o curso, situações interessantes ocorrem com os empregados que realmente vão além do dever no trabalho, diz a revista. Um exemplo foi a promoção de um dos participantes para a chefia de um departamento inteiro.
A felicidade é contagiosa
De acordo com a publicação, com algumas semanas de curso, diversos outros funcionários da empresa enviaram e-mails perguntando como eles deveriam se inscrever ou se havia outro curso similar já planejado.
Felicidade inspira
A felicidade inspira a boa gestão. Um exemplo no curso foi de um gestor que atravessava um momento difícil. Após o aprendizado, ele tem feito progressos significativos para se tornar mais aberto e comunicativo.
Felicidade X Stress
Gerir a equipe pode ser um jogo de xadrez - já que é preciso agradar os funcionários sem descumprir os prazos dos clientes. Enquanto isso, os funcionários mais felizes conseguem equilibrar melhor as pressões do local de trabalho e se desenvolver de forma mais eficaz.
Autorização
Funcionários autorizados a participarem do curso compensam. Cada pessoa que participou do curso teve a oportunidade de sentir como poderia cuidar melhor dos problemas pessoais, tendo assim mais tempo para se concentrar na jornada de trabalho, afirmou a revista.
Mais feliz, mais produlção
Após o curso, situações interessantes ocorrem com os empregados que realmente vão além do dever no trabalho, diz a revista. Um exemplo foi a promoção de um dos participantes para a chefia de um departamento inteiro.
A felicidade é contagiosa
De acordo com a publicação, com algumas semanas de curso, diversos outros funcionários da empresa enviaram e-mails perguntando como eles deveriam se inscrever ou se havia outro curso similar já planejado.
Felicidade inspira
A felicidade inspira a boa gestão. Um exemplo no curso foi de um gestor que atravessava um momento difícil. Após o aprendizado, ele tem feito progressos significativos para se tornar mais aberto e comunicativo.
Felicidade X Stress
Gerir a equipe pode ser um jogo de xadrez - já que é preciso agradar os funcionários sem descumprir os prazos dos clientes. Enquanto isso, os funcionários mais felizes conseguem equilibrar melhor as pressões do local de trabalho e se desenvolver de forma mais eficaz.
'Dilma Bolada' vence novamente o Shorty Awards, o Oscar das mídias sociais
O perfil de humor "Dilma Bolada", que faz publicações no Facebook e Twitter com uma interpretação divertida da presidenta do Brasil, ganhou, pela segunda vez consecutiva, o Shorty Awards, conhecido como o Oscar das mídias sociais, na categoria "Melhor Uso das Redes Socias". A cerimônia, que aconteceu na noite desta segunda-feira (08) no Times Center, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, também premiou PC Siqueira - que recebeu o prêmio pelo "Dilma Bolada" -, considerado o melhor videoblogger de 2012 e Cauê Moura, na categoria YouTube Star.
O evento realizou sua quinta edição este ano e premiou os melhores usuários do microblog - celebridades, organizações e marcas -, que estavam divididos em 26 categorias oficias, além das criadas pelos próprios usuários. Criador do "Dilma Bolada", Jeferson Monteiro, de 23 anos, não consegue disfarçar a felicidade de ter recebido o prêmio novamente.
"Foi uma surpresa. Estava fora de casa e sem bateria no celular. Quando cheguei e carreguei, apareceram um monte de mensagens dando os parabéns. Fui no site oficial, na categoria Brasil, e vi que o perfil era o vencedor. Concorri com muita gente boa. Tava no fim da lista de votos e acabei ganhando. É um reconhecimento internacional muito importante", disse.
Importante para o perfil e para o próprio Jeferson. É que ele trocou o curso de Administração na metade para se aventurar na Comunicação, mais especificamente em Publicidade. "Vi que tinha a ver comigo. Devia ter começado mais cedo, mas tudo tem sua hora. Ainda não é tarde. O sucesso do 'Dilma Bolada' me abriu muitas portas. Consegui um emprego e sou chamado para vários eventos", observou.
O perfil, amado por uns e odiados por outros - incluindo políticos -, conta com quase 100 mil seguidores no Twitter, onde começou, e 260 mil no Facebook. Mas começa a alçar novos voos. "Vou lançar o blog da 'Dilma Bolada'. Já estamos na fase final. Vai ser um espaço mais livre e vem para acrescentar. Lá, vou poder postar vídeos, fotos, links externos e textos mais longos, em um espaço só do personagem. Tenho mais liberdade nesta plataforma, mas não vou sair das redes sociais", avisou.
Jeferson também falou sobre a possibilidade de o perfil ir parar nas prateleiras das grandes livrarias. "Recebi propostas de criar um livro com os posts da página, algo que falasse sobre esse cotidiano imaginário da presidenta, mas ainda não é certo. Estou estudando as possibilidades, vendo se é isso mesmo que eu quero e se é o momento certo", declarou.
Sobre a opinião de Dilma Rousseff a respeito do blog, Jeferson afirma não saber o que ela pensa, mas que gostaria muito de conhecer e ter um retorno da presidenta. "Eu sei que ela sabe da existência do perfil, mas não sei o que acha. Acredito até que, com o blog, será mais fácil ela ter acesso ao trabalho. Admiro a Dilma e acho que ela se tornou a pessoa perfeita para inspirar o personagem, pelo jeito durona de ser. É divertido brincar com isso", disse.
O criador do perfil afirmou ainda passar longe de ser muito ligado à política. "Sei o que preciso saber como cidadão. Mas é claro que, com o perfil, aprendo muito mais. Fico ligado em tudo que tem o nome da Dilma e aprendo sobre o assunto para fazer a piada".
Como começou o "Dilma Bolada"
Assim como a maioria dos grandes sucessos da web, o "Dilma Bolada" começou como uma brincadeira que, ao longo do tempo, foi virando coisa séria. "O perfil era meio largado. Ficou uns oito meses largado no Twitter até eu começar a postar direito. Depois veio o Facebook e ele estourou de vez. Acho que isso aconteceu porque eu falo de um assunto chato e polêmico, que é a política, de forma divertida e fácil de entender", observou.
universitário disse ainda que não esperava tanto retorno do público. "Muita gente curte e comenta. Ministros, celebridades e internatutas interagem o tempo todo com o perfil. O 'Dilma Bolada' já virou até case de monografia, tese de mestrado e artigo de doutorado!", falou.
Ele comentou ainda sobre o jargão utilizado nos posts da personagem, que quase sempre termina suas publicações com a hashtag #sambando (em uma de suas últimas publicações, Dilma Bolada disse: "sambei na cara dos rebeldes"). "O Twitter é o termômetro das coisas do momento. Muita gente começou a falar isso e eu achei que tinha tudo a ver com a Dilma, já que ela é presidenta do país do samba", explicou.
Por conta do tempo - que divide entre a faculdade, o trabalho em uma produtora carioca e o "Dilma Bolada" -, Jeferson exclui a possibilidade de lançar novos personagens por agora. "Tenho algumas ideias sim, mas ainda não é a hora. Tem muita coisa acontecendo com o 'Dilma Bolada' e eu não teria tempo para dar conta de tudo. Sem tempo, o trabalho não é tão legal e eu gosto de fazer direito", concluiu o futuro publicitário. Enquanto Jeferson não cria novos personagens, o 'Dilma Bolada' vai crescendo - e sambando - nas mídias sociais.
O evento realizou sua quinta edição este ano e premiou os melhores usuários do microblog - celebridades, organizações e marcas -, que estavam divididos em 26 categorias oficias, além das criadas pelos próprios usuários. Criador do "Dilma Bolada", Jeferson Monteiro, de 23 anos, não consegue disfarçar a felicidade de ter recebido o prêmio novamente.
"Foi uma surpresa. Estava fora de casa e sem bateria no celular. Quando cheguei e carreguei, apareceram um monte de mensagens dando os parabéns. Fui no site oficial, na categoria Brasil, e vi que o perfil era o vencedor. Concorri com muita gente boa. Tava no fim da lista de votos e acabei ganhando. É um reconhecimento internacional muito importante", disse.
Importante para o perfil e para o próprio Jeferson. É que ele trocou o curso de Administração na metade para se aventurar na Comunicação, mais especificamente em Publicidade. "Vi que tinha a ver comigo. Devia ter começado mais cedo, mas tudo tem sua hora. Ainda não é tarde. O sucesso do 'Dilma Bolada' me abriu muitas portas. Consegui um emprego e sou chamado para vários eventos", observou.
O perfil, amado por uns e odiados por outros - incluindo políticos -, conta com quase 100 mil seguidores no Twitter, onde começou, e 260 mil no Facebook. Mas começa a alçar novos voos. "Vou lançar o blog da 'Dilma Bolada'. Já estamos na fase final. Vai ser um espaço mais livre e vem para acrescentar. Lá, vou poder postar vídeos, fotos, links externos e textos mais longos, em um espaço só do personagem. Tenho mais liberdade nesta plataforma, mas não vou sair das redes sociais", avisou.
Jeferson também falou sobre a possibilidade de o perfil ir parar nas prateleiras das grandes livrarias. "Recebi propostas de criar um livro com os posts da página, algo que falasse sobre esse cotidiano imaginário da presidenta, mas ainda não é certo. Estou estudando as possibilidades, vendo se é isso mesmo que eu quero e se é o momento certo", declarou.
Sobre a opinião de Dilma Rousseff a respeito do blog, Jeferson afirma não saber o que ela pensa, mas que gostaria muito de conhecer e ter um retorno da presidenta. "Eu sei que ela sabe da existência do perfil, mas não sei o que acha. Acredito até que, com o blog, será mais fácil ela ter acesso ao trabalho. Admiro a Dilma e acho que ela se tornou a pessoa perfeita para inspirar o personagem, pelo jeito durona de ser. É divertido brincar com isso", disse.
O criador do perfil afirmou ainda passar longe de ser muito ligado à política. "Sei o que preciso saber como cidadão. Mas é claro que, com o perfil, aprendo muito mais. Fico ligado em tudo que tem o nome da Dilma e aprendo sobre o assunto para fazer a piada".
Como começou o "Dilma Bolada"
Assim como a maioria dos grandes sucessos da web, o "Dilma Bolada" começou como uma brincadeira que, ao longo do tempo, foi virando coisa séria. "O perfil era meio largado. Ficou uns oito meses largado no Twitter até eu começar a postar direito. Depois veio o Facebook e ele estourou de vez. Acho que isso aconteceu porque eu falo de um assunto chato e polêmico, que é a política, de forma divertida e fácil de entender", observou.
universitário disse ainda que não esperava tanto retorno do público. "Muita gente curte e comenta. Ministros, celebridades e internatutas interagem o tempo todo com o perfil. O 'Dilma Bolada' já virou até case de monografia, tese de mestrado e artigo de doutorado!", falou.
Ele comentou ainda sobre o jargão utilizado nos posts da personagem, que quase sempre termina suas publicações com a hashtag #sambando (em uma de suas últimas publicações, Dilma Bolada disse: "sambei na cara dos rebeldes"). "O Twitter é o termômetro das coisas do momento. Muita gente começou a falar isso e eu achei que tinha tudo a ver com a Dilma, já que ela é presidenta do país do samba", explicou.
Por conta do tempo - que divide entre a faculdade, o trabalho em uma produtora carioca e o "Dilma Bolada" -, Jeferson exclui a possibilidade de lançar novos personagens por agora. "Tenho algumas ideias sim, mas ainda não é a hora. Tem muita coisa acontecendo com o 'Dilma Bolada' e eu não teria tempo para dar conta de tudo. Sem tempo, o trabalho não é tão legal e eu gosto de fazer direito", concluiu o futuro publicitário. Enquanto Jeferson não cria novos personagens, o 'Dilma Bolada' vai crescendo - e sambando - nas mídias sociais.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Governo zera impostos de smartphones e espera preço 30% mais barato
Desoneração de PIS/Confins vale para celular produzidos no Brasil e que tenham Wi-Fi e custem até R$ 1,5 mil
O governo zerou nesta terça-feira as alíquotas de PIS/Cofins que incidem sobre celulares inteligentes fabricados no Brasil, segundo decreto publicado no Diário Oficial da União, incluindo o segmento no Programa de Inclusão Digital. O decreto abrange os smartphones em legislação de 2005 que desonerou o segmento, ou seja, apenas aparelhos com valor de venda de até R$ 1,5 mil.
A desoneração também atingiu roteadores digitais com preços no varejo de até R$ 150, fabricados no País.
Segundo o Ministério das Comunicações, a desoneração deve levar a uma redução no preço final ao consumidor de até 30% em relação aos smartphones importados, que pagam também Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A redução dos impostos deve implicar em uma renúncia fiscal de até R$ 500 milhões ao ano, segundo o ministério.
O decreto prevê que um ato do Ministério das Comunicações definirá as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone com internet em alta velocidade e consequentemente ser desonerado. O celular deve ter conectividade Wi-Fi, aplicativo de navegação e email, "sistema operacional que disponibilize kit de desenvolvimento por terceiros, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados e aplicativos desenvolvidos no País", informou o ministério.
A pasta acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto no decreto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".
De acordo com o ministério, está prevista a formação do Comitê de Aplicativos Móveis, formado por representantes do governo, operadoras e fabricantes. O objetivo é estabelecer diretrizes para o desenvolvimento de aplicativos no país e definir como podem ser usados nos smartphones beneficiados pela desoneração.
Segundo o ministério, a linha básica é desenvolver aplicativos focados nas necessidades brasileiras e não apenas traduções de aplicativos de sucesso desenvolvidos em outros países. Outro benefício esperado com a desoneração é incentivar a disponibilidade de aparelhos com tecnologia de quarta geração no padrão brasileiro, resultado do leilão realizado em junho de 2012. Hoje existem apenas três modelos com 4G no mercado brasileiro.
Hoje os smartphones representam aproximadamente 27% do total de celulares vendidos no Brasil e a expectativa é chegar a 50% do total em 2014, ou cerca de 30 milhões, de acordo com informações do ministério.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
IMS vai vender mídia para Waze no Brasil
Aplicativo de navegação e tráfego anunciou a empresa de marketing digital para comercialização de pins e banners no País
O app de navegação e orientação de tráfego é um dos mais populares do mundo. Criado em 2008 por uma startup israelense, o Waze permite interação e colaboração entre usuários sobre os melhores trajetos, numa rede com 40 milhões de pessoas no mundo e 2,5 milhões no Brasil. Só em março, sua base de “wazers” no País cresceu 45%, segundo dados da própria empresa. No fim de fevereiro, ganhou como melhor aplicativo de 2012 no Global Mobile Awards, principal premiação internacional do mercado de dispositivos móveis – à época, anunciou que começaria a explorar anúncios em sua interface brasileira.
A IMS trabalha em compra de mídia digital e off-line. Alguns de seus clientes no Brasil são Netflix, Open English, MediaMath e Twitter e o Waze.
Facebook dominará tema Copa das Confederações
Pesquisa realizada pela eCRM 123 revela que 81% dos internautas irão usar a rede social para discutir sobre o evento
Um levantamento realizado pela eCRM 123 revela que o Facebook será o grande palco das discussões sobre a Copa das Confederações, que acontece no Brasil, de 15 a 30 de junho. O estudo realizado entre fevereiro e março compilou centenas de opiniões de internautas e mapeou o uso que será feito das mídias sociais durante o evento esportivo. Segundo os entrevistados, a rede social de Mark Zuckerberg lidera (81%), seguida por Twitter (13%), blogs (5%) e Google+ (1%).
O Facebook também é a rede social preferida quando o assunto é compartilhamento de fotos, com 75%. O Instagram ficou em segundo, com 17%. Twitter e Blogs ficaram atrás, com 3% e 1%, respectivamente. De acordo com a pesquisa, 79% dos internautas ainda preferem acompanhar os jogos pela TV. As redes sociais ficam somente em segundo (14%) e os sites de notícia em terceiro (7%).
“Eventos do porte da Copa das Confederações abrem diversas oportunidades no mercado. O e-commerce, por exemplo, é um dos setores que pode se beneficiar. Além disso, é um ótimo momento para se relacionar com clientes. Segundo nossa pesquisa, 95% das pessoas aceitariam participar de promoções online sobre a Copa”, finaliza José Jarbas, CEO da eCRM 123.
Um levantamento realizado pela eCRM 123 revela que o Facebook será o grande palco das discussões sobre a Copa das Confederações, que acontece no Brasil, de 15 a 30 de junho. O estudo realizado entre fevereiro e março compilou centenas de opiniões de internautas e mapeou o uso que será feito das mídias sociais durante o evento esportivo. Segundo os entrevistados, a rede social de Mark Zuckerberg lidera (81%), seguida por Twitter (13%), blogs (5%) e Google+ (1%).
O Facebook também é a rede social preferida quando o assunto é compartilhamento de fotos, com 75%. O Instagram ficou em segundo, com 17%. Twitter e Blogs ficaram atrás, com 3% e 1%, respectivamente. De acordo com a pesquisa, 79% dos internautas ainda preferem acompanhar os jogos pela TV. As redes sociais ficam somente em segundo (14%) e os sites de notícia em terceiro (7%).
“Eventos do porte da Copa das Confederações abrem diversas oportunidades no mercado. O e-commerce, por exemplo, é um dos setores que pode se beneficiar. Além disso, é um ótimo momento para se relacionar com clientes. Segundo nossa pesquisa, 95% das pessoas aceitariam participar de promoções online sobre a Copa”, finaliza José Jarbas, CEO da eCRM 123.
Rumor indica que Google está interessado em pagar US$ 1 bilhão pelo WhatsApp
Apesar de buscador não confirmar rumor ou especulação, fonte interna do Google teria revelado interesse pelo WhatsApp
A Digital Trends revelou que uma fonte interna do Google informou que a companhia está analisando a compra do WhatsApp, aplicativo de mensagens, e a oferta seria "perto” de US$ 1 bilhão. Um representante do buscador disse que a empresa não comenta rumor ou especulação.
No final do ano passado rumores indicavam que o Facebook estaria interessado em comprar o WhatsApp, na ocasião o preço não foi divulgado. Se o valor bilionário for verdadeiro, o WhatsApp vai ficar no mesmo patamar do Instagram, que foi adquirido pelo Facebook por US$ 1 bilhão no ano passado.
O WhatsApp, de acordo com dados do AppAnnie, já foi baixado mais de 100 milhões de vezes no Google Play. E atualmente é o primeiro aplicativo na App Store em dezenas de países.
A Digital Trends revelou que uma fonte interna do Google informou que a companhia está analisando a compra do WhatsApp, aplicativo de mensagens, e a oferta seria "perto” de US$ 1 bilhão. Um representante do buscador disse que a empresa não comenta rumor ou especulação.
No final do ano passado rumores indicavam que o Facebook estaria interessado em comprar o WhatsApp, na ocasião o preço não foi divulgado. Se o valor bilionário for verdadeiro, o WhatsApp vai ficar no mesmo patamar do Instagram, que foi adquirido pelo Facebook por US$ 1 bilhão no ano passado.
O WhatsApp, de acordo com dados do AppAnnie, já foi baixado mais de 100 milhões de vezes no Google Play. E atualmente é o primeiro aplicativo na App Store em dezenas de países.
Assinar:
Postagens (Atom)







