quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ibope passa a monitorar o comércio eletrônico

O Ibope Media lançou o E-tail Report, ferramenta que mensura o comportamento dos consumidores online, trazendo informações sobre seus hábitos nos principais sites de comércio eletrônico do país. O lançamento acontecerá no E-merging Markets, maior feira de comércio eletrônico da América Latina, que ocorre em São Paulo, nos dias 29 e 30 de novembro.

O E-tail Report apresenta dados de fluxo de consumo de lojas de comércio eletrônico, incluindo o volume de itens mais visualizados nas vitrines e de forma detalhada, além de informar a quantidade de itens adicionados no carrinho e efetivamente comprados. Também possui indicadores como taxa de conversão e ticket médio.

Segundo dados parciais do E-tail Report, em outubro de 2011, os cinco setores que os internautas mais visualizaram nas lojas foram: eletroeletrônicos, vestuário e têxtil, cultura (livro, CD e DVD), casa e decoração, e informática

Dentro do setor de eletroeletrônicos, as categorias mais vistas de forma detalhada foram: eletrodomésticos, televisão, vídeo e DVD, e eletro portáteis casa.

É a primeira vez que o mercado de comércio eletrônico poderá analisar dados detalhados da sua concorrência mensalmente.

Adultos preferem smartphone

Pesquisa revela que 62% de adultos entre 25-34 anos que possuem celular tem um aparelho smartphone


De acordo com relatório do 3º trimestre da Nielsen sobre usuários de celular nos Estados Unidos, dos 62% de adultos entre 25-34 anos que possuem celular, o aparelho é um smartphone. Aqueles que estão nas faixas de 18-24 anos e 35-44 anos a penetração de smartphones chega próximo a 54%. Depois do segmento de jovens adultos, o que mais cresce em penetração de smartphones é a faixa de 55-64 anos, com uma de 30% e um crescimento de 5% desde o último trimestre.
Enquanto o mercado de smartphones continua a expandir, o Android continua o sistema operacional mais popular nos EUA, com 43% do mercado, enquanto a Apple é fabricante líder no segmento, com 28% de share.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Wolver Motos, a mais nova conta da mgilcomunicação, de cara nova.


Após uma pequena recauchutada na logo, agora com apelo ainda mais agressivo, a fabricante Wolver Motos, lança seus produtos no mercado.
São motos de origem asiática que seguem o conceituado estilo europeu. O site também passa por reformas, a publicação da famosa página: "site em construção" já dá o rumo ao que deve ser o layout completo. Aguardem!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Facebook quer publicidade no feed de notícias

O Facebook trabalha para reformular o feed de notícias e disponibilizar mais informações aos usuários. Com a retirada de filtros, a quantidade de conteúdo na homepage aumentará consideravelmente e até anúncios aparecerão em meio às postagens dos amigos. 
 
Além disso, serão exibidas assuntos que os usuários da lista de contato curtiram na rede social. Ainda em fase de teste, a companhia disse que faz melhorias e em breve vai aplicar a novidade em mais contas. "Este teste inclui uma pequena porcentagem de usuários do Facebook, apenas uma fração de um por cento. Nas próximas semanas, à medida que aprendemos mais com este teste, nós vamos continuar fazendo melhorias e podemos expandi-lo para mais pessoas”, diz comunicado.

Aplicativo monitora marcas no Twitter

A empresa E.Life lançou o aplicativo mobile Onibuzz, que serve como ferramenta de monitoramento do Twitter. A iniciativa permite que os próprios usuários monitorem a repercussão sobre nomes, marcas, produtos ou serviços na rede de microblogs. O aplicativo, gratuito, pode ser baixado aqui. Uma vez instalado, para fazer a varredura dos termos que deseja monitorar, basta inserí-los no campo “Busca“.

“Além de divertida, a ferramenta tem aplicações profissionais, especialmente nas áreas de marketing, comunicação e publicidade”, explica Jairson Vitorino, CTO da E.life. “Pequenas e médias empresas também podem aprimorar sua relação com consumidores nas redes sociais com o uso do Onibuzz”, completa.

As localidades, as URLs mais compartilhadas, as palavras mais associadas à busca, os RTs com mais repercussão e os perfis mais influentes, além de um gráfico atualizado diariamente, são alguns dos dados coletados e processados pelo Onibuzz. A configuração de termos a serem monitorados é bastante simples e rápida e não exige nenhum conhecimento técnico.

A partir da data de início da pesquisa, a ferramenta passa a armazenar os dados gerados no Twitter  e acumula até aproximadamente 2 mil tweets sobre determinada busca. Todos os dados podem ser exportados para arquivo de Excel.

Apesar de operar ainda em fase beta, o Onibuzz oferece a possibilidade de atualizar os resultados obtidos pela ferramenta em períodos, inclusive gráficos que apresentam os comparativos de até três marcas ou produtos monitorados.

“O aplicativo permite ao usuário favoritar tweets tal como o Twitter, porém diferente do site, o Onibuzz gera uma lista dos tweets mais favoritados por todos na rede formada por seus usuários. Uma espécie de crowdsourcing para eleger os tweets mais importantes do dia", conta Vitorino.

O programa também atualiza automaticamente as novas mensagens que aparecem na timeline do usuário.

A influência das redes sociais no consumo feminino


 Embora a maioria das mulheres alegue que seu principal motivo de acesso às redes sociais seja o contato com amigos e familiares, a busca por informações sobre produtos e serviços se mostra crescente entre os hábitos de uso dessas ferramentas digitais. É o que aponta pesquisa da Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher.
  Para identificar a influência das redes sociais no consumo feminino, foram ouvidas, ao longo do mês de setembro, 1.427 mulheres com idades entre 18 e 60 anos.


  Confira os resultados.
- Em um período de dois anos, o Facebook ultrapassou o Orkut como rede social mais utilizada entre as mulheres, além de ser a que exerce maior influência sobre seu processo de compra.

- 41% das usuárias declararam já ter realizado uma compra através das redes sociais, sendo 32% das classes A e B, 7% da C e 2% da D.
- Pouco mais da metade respondeu que já realizou uma compra influenciada por propagandas nas redes sociais (beleza, celulares, roupas e livros).
- As três principais categorias pesquisadas pelas mulheres nas redes sociais antes de concretizar uma compra são beleza, celulares e eletrônicos.

- Quanto maior o valor do bem, menor a possibilidade de que elas efetuem a transação comercial sem consultar informações e opiniões de outras pessoas nos sites de relacionamento.
- 65% concordam com a afirmação de que sempre verificam as informações nas redes sociais antes de adquirir um produto ou serviço.
 - 93% levam em conta as opiniões alheias quando pensam em adquirir um produto ou serviço.
 
- 80% delas já deixaram de realizar uma compra por causa de depoimentos negativos na rede.
- As mulheres buscam comentários; porém, não postam suas impressões com a mesma frequência.
- A aquisição de produtos e serviços através das redes ainda é uma atividade com baixa frequência entre o público feminino, mas as promoções são tanto vantagem para as que adquiriram um produto ou serviço quanto motivação para as que nunca a fizeram.
- A segurança continua sendo um desafio para as empresas.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Publicidade no segmento de telecom


  Os brasileiros estão sempre atrás de novos modelos de celular – independentemente de já ter um aparelho avançado –,não hesitam em considerar uma linha de telefone fixo diferente, nem estudar ofertas para aquisição de outro provedor de internet. Desenvolvido pela MediaMind, o estudo Como Entregar uma Mensagem Eficiente aponta que o segmento de telecomunicações ocupa a segunda posição em engajamento dos usuários, atrás só de esportes. Essa condição, de acordo com a fornecedora mundial de soluções de tecnologia para publicidade digital, está relacionada à ampliação dos investimentos. Impressões com rich media registraram taxa de dwell de 7%, superior à média de 6,5% (a taxa de dwell mede a proporção de impressões rich media intencionalmente engajadas por toque, interação ou clique).


 Em telecom, a publicidade móbile tem concentrado atenções e verbas. Resultados preliminares de campanhas indicam que os anúncios criados exclusivamente para dispositivos móveis, como celulares e smartphones, alcançam performance até seis vezes superior que a registrada pelos banners standard para browsers de computadores e laptops.
Pelo menos duas razões justificam esse cenário. A primeira é o fato novidade. Em seguida, vem a inovação. Ao contrário dos anúncios em navegadores, apenas um banner, geralmente, ocupa a tela de um telefone celular. Além disso, as peças mobile preenchem uma porção maior da tela dos dispositivos móveis em relação àquelas que aparecem nos monitores maiores.
  Seus produtos e serviços têm a função primordial de ajudar as pessoas a se comunicarem entre si, mas o fato é que o próprio segmento de telecomunicações vem mantendo diálogo aberto e de modo bastante eficiente com seus clientes. No que diz respeito a investimentos em publicidade display, telecom perde apenas para varejo, segundo dados do eMarketer.
A estimativa é de que, até o fim de 2011, os anunciantes do setor tenham direcionado mais de US$ 4 bilhões para publicidade online. Do montante, uma parcela significativa é reservada à resposta direta, atraindo web users a adquirir telefones ou a assinar serviços online. Todavia, como muitos ainda compram pelo método tradicional, ou seja, em lojas físicas, ainda vale a pena investir nas marcas de telecom.

Telecom em foco

- O setor de telecomunicações ocupa a segunda posição em investimentos e engajamento de anúncios. Em cada milhão de impressões servidas, 70 mil sofrem interações e 1.800 recebem cliques. No geral, cada milhão de impressões gera 5.300 conversões.
- Para banners standard, os placements com performance mais alta se concentram nos segmentos de turismo, tecnologia, homepage, notícias, entretenimento e finanças. As dimensões 300x600 e 300x250 proporcionam os melhores resultados. Em rich media, placements no Internet Messenger e em lifestyle alcançam os níveis mais elevados de engajamento.
- As primeiras exposições ao anúncio são as mais importantes. Uma análise de performance, de acordo com a frequência de exposição, mostra que a primeira, a segunda e a terceira impressões de uma campanha tendem a obter as taxas de conversão mais expressivas.
- Agências e anunciantes podem obter melhores performances com a utilização tanto da sólida tecnologia de rich media, que proporciona formatos de altíssimo impacto, quanto de ferramentas como Smart Versioning, que facilita segmentações mais complexas. Tudo isso sem deixar de lado as oportunidades reais e engajadoras da mídia mobile. Ainda pouco explorado pelos anunciantes locais, esse tipo de mídia pode gerar altas taxas de engajamento, elevando o ROI.




A audiência de websites no Brasil

 
 O IVC – Instituto Verificador de Circulação - audita, hoje, 57 websites, totalizando quase um bilhão de impressões de páginas por mês. Uma característica básica da maioria dos sites auditados é a atuação no segmento de produção de conteúdo informativo, excluindo redes sociais, buscadores, e-commerce e governo.
 Analisando o histórico de audiência medido por meio das impressões de páginas, nota-se 14% de crescimento, entre janeiro e agosto deste ano. Quanto ao número de visitas, a elevação é mais significativa: 16,3%. O mesmo acontece com unique browsers, com aumento de 18,1%. São percentuais interessantes que, em consonância com outras pesquisas feitas na internet, só fazem confirmar a ampliação contínua da audiência. Considerando apenas os meses de janeiro a junho, o crescimento foi de 7%.

  O avanço no volume de impressões de páginas foi impulsionado pelas regiões Norte e Nordeste, que apresentaram elevação de 11,7% e 12%, respectivamente – quase o dobro dos níveis alcançados no restante do País: Sudeste, 6%; Sul, 7,9%; e Centro-Oeste, 8,5%. Isso se deu em função do fenômeno de inclusão digital percebido pelo aumento expressivo de unique browsers e pela concentração do crescimento em regiões onde o acesso à internet se encontra em estágios menos avançados. Obviamente, ao verificar cada site que compõe essa amostra, observam se variações importantes. Alguns cresceram mais de 35% enquanto outros sofreram queda de até 20%,.Apesar de ser mais vigorosa no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a evolução da audiência não se deu exclusivamente em sites oriundos ou focados nessas regiões.
O crescimento beneficiou também websites cuja origem e redação ficam em outras localidades. Isso permite concluir que os usuários de internet consomem informações de veículos com marcas fortes nacionalmente e não apenas no âmbito regional. De fato, a maioria dos sites utilizados nessa amostra não está situada nas áreas que mais cresceram, mas sim nos Eestados do Sul e Sudeste.
 Com relação ao número de impressões de páginas por visita, ocorreu uma queda de 3,6 para 3,3, indicando redução no tempo de permanência em cada visita. Na mesma linha, o número de impressões de páginas por unique browser caiu de 9,5 para 8,5. Esses dois fatores indicam que os usuários gastaram menos tempo com esses sites e, provavelmente, buscaram informações locais em veículos online que o IVC ainda não audita.


Dispositivos móveis

 Outra informação analisada diz respeito à participação de dispositivos móveis nos acessos aos sites auditados. A segunda tabela indica que o número desse tráfego mais que dobrou de janeiro a agosto deste ano. A participação dos aparelhos portáteis aumentou de 0,84% para 1,54%.
 No caso dos acessos internacionais, o crescimento seguiu em linha com o aumento da audiência total, com a participação mantendo-se um pouco acima de 4%.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Redes sociais baseadas em localização:

Em busca da atenção e recomendação
  Na publicidade, as relações mercadológicas contemporâneas são pautadas por duas “economias”: a da “atenção” e a da “recomendação”. No primeiro caso, a prioridade nº1 do profissional de marketing é captar o target – um desafio e tanto, já que as pessoas têm a atenção cada vez mais fragmentada. Pesquisas da Ipsos apontam que muitos consumidores realizam tarefas variadas, enquanto fazem uso das mídias, inclusive as que necessitam de interação. O gráfico ilustra as atividades paralelas daqueles considerados “antenados”: que “não se veem sem internet” e que “gostam de produtos que ofereçam a última palavra em tecnologia”. Esses são, em sua maioria, solteiros (57%), da classe B (45%), entre 20 e 34 anos (40%).

 Quanto à “economia da recomendação”, estudos indicam que consumidores acreditam mais em conhecidos do que nos discursos publicitários das marcas. Dentre os entrevistados, 41% declararam ser procurados a dar opiniões antes de compras pessoais e 26% habitualmente experimentam novos produtos e serviços motivados por indicações de amigos.
 O crescimento da recomendação nas redes sociais acompanha o próprio aumento da quantidade de participantes nesses ambientes digitais. Dados da Ipsos relevam, só no Brasil, uma elevação na ordem de 1.200% em cinco anos, ou seja, 12 vezes mais do que a primeira medição: os 2% dos usuários em 2005 passaram a ser 24% em 2010.
 Imersa nesse cenário, a Ipsos Marplan MediaCT se debruçou sobre os resultados de suas pesquisas e pôde, assim, mapear um novo formato midiático que pudesse representar uma saída publicitária para contornar problemas de “atenção” e potencializar interesses em “recomendação”: as redes sociais baseadas em
localização.

 O fluxo de informação e comunicação das redes sociais extrapola os limites do PC e migra para os aparelhos portáteis, combinados com o sistema de telefonia móvel. A circunstância intensifica a conquista de usuários e oferece suporte aos sites de relacionamento, que, por sua vez, ampliam e acrescentam novos e múltiplos aspectos aos conceitos de sociabilidade, partilha e comunidade. Desse modo, os dispositivos móveis legitimam no público a necessidade permanente de estar conectado,  informado e informando, todo e qualquer lugar. E, agora, as tecnologias locativas não só propiciam a interação específica, como também trazem a possibilidade da geolocalização – cuja tendência é tornar-se presente em todos os aparelhos móveis.
 As redes sociais baseadas em localização, portanto, além de poder ser amplamente utilizadas, estão apresentando um crescimento espantoso ao estimular o uso da geolocalização – o que faz com que se tenha acesso a uma série de novas ferramentas colaborativas a partir dos pontos onde seus usuários se encontram. Comentar, discutir, avaliar e até ganhar descontos tornaram-se não apenas possíveis, mas verificáveis com precisão e velocidade.
 
  
 Em vez de solicitar a digitação de uma série de dados, diversas dessas redes têm cadastros prévios de locais de interesse e informam o usuário do tipo de interação que pode ser feito no local: envio de fotos, detalhes de uso e tantas outras. Ou seja, claramente focada em instrumentos comerciais, a maior parte dessas redes se tornou o ambiente perfeito para divulgação de produtos e serviços, incentivando seus participantes a discutir os lugares que frequentam e a fazer avaliações capazes de encorajar outros consumidores a vivenciar a mesma experiência.

Outros dados relevantes
 Acesso à internet tem sido democratizado pelo significativo crescimento da classe C na utilização de aparelhos móveis.
 As redes sociais são responsáveis por uma explosão de acessos mobiles. Só no último ano, o crescimento gradual e contínuo é observado de forma expressiva.

A importância dos sites sociais para as marcas no Brasil


 O total de brasileiros com acesso à internet é 77,8 milhões; navegam mensalmente de casa ou do trabalho 45,4 milhões; a média mensal de páginas vistas por pessoa é 3.134; e o tempo de uso do computador com conexão, incluindo aplicativos, somou em agosto último 69 horas por pessoa. A se basear nos dados divulgados pelo Ibope Nielsen Online, não existem razões para as empresas deixarem de investir na web. Muito pelo contrário.

 Um dos grandes devoradores de minutos na internet, os sites sociais vêm atravessando o mais rápido crescimento na história da mídia. Hoje, mais de três em cada cinco websurfers usam redes de relacionamento, e esse número não para de subir. Nesses ambientes, ocorrem interações com as marcas de uma maneira nunca vista antes. Na conferência “Consumer 360, como vencer hoje no mercado de amanhã”, a Nielsen e a NM Incite revelaram que um quarto dos meios de comunicação social e de discussão online menciona pelo menos um produto, serviço ou marca. Essa proximidade com os consumidores permite às companhias mapear tendências, necessidades, e ainda impulsionar vendas. Cada vez mais, as organizações percebem que o envolvimento com os públicos de interesse por meio das mídias sociais já não é opcional, é essencial.

 Quando se fala em interatividade digital, os brasileiros aparecem em posição de destaque. O País registra a maior proporção de pessoas navegando mensalmente em sites sociais, 87% de alcance, e figura entre os que apresentam maior consumo médio tanto de páginas quanto de tempo. Em agosto, 39,2 milhões de pessoas navegaram em sites da subcategoria comunidades (redes sociais, blogs, microblogs, bate-papos, fóruns), no trabalho ou em domicílios. No período, cada webuser abriu, em média, mil páginas e dedicou mais de sete horas à atividade.
 Ao considerar a navegação em residências, a intensidade do consumo de sites sociais no Brasil torna-se mais evidente. Do total de usuários, 85% navegam na subcategoria comunidades: cada webuser abre, por mês, 833 páginas, em quase seis horas. Entre os que possuem banda larga, com capacidade superior a 8Mb, também 85% fazem uso das redes, elevando o consumo médio mensal para 888 páginas, em pouco mais de seis horas de conexão.

 Realizada pelo Ibope Media em regiões metropolitanas brasileiras, a pesquisa Target Group Index traçou o perfil daqueles que fazem uso frequente das redes de relacionamento: 40% são o comprador principal do domicílio, 46% pertencem à classe C, 55% trabalham e 87% acham que a situação econômica melhorará nos próximos meses. Adicionalmente, de acordo com o Ibope Nielsen Online, quase um terço deles se encontra na faixa etária de 25 a 49 anos. Pessoas com superior completo ou pós-graduação, além de profissionais da educação e executivos, também se destacam na utilização dessas páginas.

 É inegável a constatação de que há uma massa importante navegando e interagindo nas mídias sociais. O engajamento por parte dos brasileiros, como mostra a ferramenta de monitoramento de discussões online Buzz Metrics, inclui menções a produtos, serviços ou marcas. Em outras palavras, esses ambientes digitais proporcionam oportunidades ímpares para que as empresas não só estabeleçam contato, mas mantenham diálogo construtivo com seus consumidores.




Medindo o engajamento do consumidor


 Há décadas, estuda-se o comportamento do consumidor – desde as primeiras pesquisas até as análises de intrincados fatores de compra. O fato é que o processo de escolha e aquisição de um produto conta hoje com uma dinâmica bastante complexa. Com todas as mudanças, inclusive no âmbito comportamental, o objetivo do negócio ganhou um novo foco e tornou-se intimamente ligado à fidelidade e ao relacionamento do consumidor com a marca.

 Diante dessa realidade empresarial, trilham o caminho para o sucesso aquelas companhias que, de modo mais ágil, souberem conquistar a admiração e o reconhecimento de seus públicos. Para acelerar essa curva de engajamento e, assim, potencializar os resultados das ações, a Aunica criou a metodologia Engagement Score, apresentada a seguir.

 O Engagement Score foi desenvolvido para identificar e quantificar os comportamentos capazes de gerar maior engajamento com uma marca. Desta forma, agregamos os resultados dos clientes do segmento de bens duráveis da Aunica e comprovamos quais comportamentos dos usuários do site significam um maior engajamento e retorno para a marca. Foi possível também identificar quais origens de acesso geravam consumidores mais engajados como, por exemplo, links patrocinados, Blogs e Busca Orgânica.

 Por esse método, torna-se viável direcionar investimentos de comunicação para conteúdos nos quais a marca é relevante de fato. Com o acompanhamento real time, há a possibilidade de customizar áreas de interação, comentários ou vídeos, contribuindo para a longevidade do relacionamento com o público. A fim de facilitar ainda mais o planejamento de mídia, criou-se uma segmentação do engajamento com a marca dos consumidores, do maior para o menor.

 Pelo Engagement Score Aunica aplicado no mercado de bens de consumo, comprovou-se que quase 10% dos visitantes do site de uma dada empresa, os “heavy users”, são responsáveis por aproximadamente quatro vezes mais interações de valor com a marca do que os usuários de engajamento médio, os “medium users”. E se o comparativo fosse feito com os visitantes menos engajados, a diferença ultrapassaria amplamente a dezena.

  Portanto, o consumidor que se vê hoje dividido entre uma empresa e sua concorrente, ou que pouco valoriza os atributos de uma marca pode ser surpreendido ao receber informações dirigidas e ganhar um canal de comunicação mais estreito. Dessa forma, consolidam-se as oportunidades tanto de curto quanto de longo prazo para o sucesso, não só das metas empresariais, mas de toda a cadeia de valor na qual clientes e fornecedores estão envolvidos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Panorama do tráfego online no Brasil


  A comScore, maior referência global em mensuração online, divulga dados importantes que permitem uma análise mais aprofundada sobre o tráfego online no Brasil. Os gráficos a seguir mostram a importância dos aparelhos móveis, o alto engajamento do público feminino nas redes sociais, as similaridades e diferenças entre o Orkut e o Facebook, a situação do Twitter e, por fim, a penetração por meio dos blogs.
 Em maio de 2011, do total do tráfego digital no Brasil, 0,6% se deu por aparelhos diferentes de computadores pessoais. Desse montante, 61,4% ocorreu via mobile, 33,4% por tablets, e 5,2% por meio de dispositivos portáteis como iPod Touch, Nintendo DS e Zune HD, ou consoles de jogos.

 
 Quanto às redes sociais, as mulheres brasileiras vêm se revelando bastante ativas. Não menos que 97% delas visitam sites de relacionamento, percentual significativamente superior na comparação com a média mundial e com o alcance percebido nos demais países da América Latina. E mais: elas passam 45% mais tempo nas redes sociais do que os homens.
 De acordo com dados da comScore de junho deste ano, o Orkut ainda figura como o site de relacionamento mais acessado no Brasil, com 35,7 milhões de visitantes – aumento de 20% desde 2010. Apesar disso, o grande destaque foi a segunda maior rede social do País. O Facebook apresentou crescimento na ordem de 192% no último ano: a audiência saltou de oito milhões para 24,5 milhões de usuários. Vale ressaltar também que 21,1 milhões de pessoas mantêm seus perfis atualizados em ambas as redes. Isso demonstra que, embora muitos estejam de fato incorporando o Facebook, eles ainda não privilegiam um em detrimento a outro.
 Apesar da extraordinária evolução do Facebook no Brasil, mensurações da comScore dão conta de que os usuários do Orkut são muito mais engajados. Considerando a audiência total, a média de horas gasta no site é 4,3 contra apenas 1,6 do segundo colocado no ranking.
 Com relação ao Twitter, 28,7% dos brasileiros visitaram o microblog no mês de julho deste ano, firmando o País como o terceiro mercado global, atrás da Noruega (30,7%) e da Venezuela (29%).
 O último dado, também de julho de 2011, indica que o Brasil é o líder mundial em penetração por blogs, com 94,4%. Na sequência, aparece o Peru (88,1%) e a Coreia do Sul (87,7%).

 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Crescimento das ações via SMS


Estudo da Pure Bross indica crescimento de 33% nas ações de SMS marketing em mobile em 2011

 

A Pure Bros, empresa de tecnologia móvel e integração, realizou um estudo que indica um crescimento de 33% nas ações de SMS marketing em mobile no ano de 2011, em comparação com o ano anterior. Esse crescimento tem como principal fator a adesão de campanhas via celular, desde campanhas promocionais até de relacionamento.

Com a aderência de grandes marcas nessa nova plataforma de comunicação, os estudos preveem um crescimento ainda maior para 2012, cerca de 50%, gerando mais ou menos 120 milhões de SMS durante o ano.

Durante o ano de 2011, a maioria das campanhas de SMS passaram pela plataforma Pure Bros, gerando uma média de dois milhões de interações via SMS por campanha. A empresa afirma que possui uma maior variedade de produtos, como criação e gerenciamento de canais de conteúdo, votações, quiz, promoções, ringtones, wallpapers, entre outros.

Foco do brasileiro é a rede social

Fecomércio- RJ/Ipsos revela que 62% dos brasileiros acessam a web para se conectar às redes sociais

 

 Um levantamento divulgado recentemente pela Fecomércio- RJ/Ipsos revela que as redes sociais são o principal motivo para os brasileiros se conectarem: mais de 60% dos internautas brasileiros tem como prioridade o acesso a estes sites. Outros dados demonstraram também que cada vez mais o número de habitantes conectados à web cresceu no país. Em 2007 era 27%, número que alcançou os 48% este ano. O levantamento foi realizado com 70 mil pessoas em nove regiões metropolitanas.

Logo atrás da utilização das redes sociais vêm outros usos da internet para a população: os sites de pesquisa são responsáveis por 48% dos acessos, seguido pelos e-mails (34%), sites de notícias (34%), entretenimento (17%) e serviços (17%). Quanto ao local de conexão, 62% dos entrevistados informaram que se conectam a rede quando estão em casa, enquanto 15% utilizam a web em lan house e no trabalho.


A freqüência do uso entre os internautas brasileiros aumentou, já que 47% afirmam que diariamente estão online, seguido por 33% que acessam a rede mais de uma vez por semana e 12% que costumam se conectar uma vez a cada sete dias.


As dificuldades apontadas pelos brasileiros foram quanto ao conhecimento e uso do computador: 43% afirmaram que não se sentem totalmente seguros ao usar o equipamento, enquanto outros 38% alegaram que ainda não tinham o computador, e por isso ainda não se conectam.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Branding, Vendas e Relacionamento na web 2.0


Em tempos de web 2.0, são as redes sociais e os devices móveis (smartphones, tablets, TV digital) que possibilitam às empresas atuar nas três dimensões essenciais do negócio: BVR – Branding, Vendas e Relacionamento, conforme definição da E-Consulting.

Do e-commerce ao social commerce


Desde 2002, a E-Consulting produz trimestralmente o VOL®, Índice de Varejo Online, que mensura o quanto a web e os canais digitais potencializam as vendas nos segmentos de turismo, bens de consumo e automobilístico.
À medida que o mercado amadurece, espera-se redução das taxas acumuladas de crescimento, como entre 2007 e 2010. Entretanto, o percentual deste semestre, 20,2%, revela clara reversão da tendência. Razão: social commerce (utilização de redes sociais e interação entre usuários durante transações comerciais na web), cujos protagonistas no Brasil são os sites de compra coletiva. E análises mostram que as redes terão participação ainda mais efetiva.

O aspecto reputacional da web 2.0


Nos últimos quatro meses, a E-Consulting conduziu, em conjunto com o Experience Lab (XPLab), do grupo ECC, três estudos, considerando as 500 maiores empresas do Brasil.
O ROL®, ranking de Reputação Online, avaliou o efeito das ações dessas companhias nas principais redes (Facebook, Google, LinkedIn, Orkut, Reclame Aqui, Twitter e YouTube) e os impactos sobre a reputação. Demonstrou-se que aquela com menor presença online pode ter reputação positiva, enquanto outra que abusa de informações e interações pode estar prejudicada. Além disso, ficou claro que, na maioria dos casos, as empresas precisam ajustar os canais utilizados de acordo com objetivos, setores de atuação, atributos de marca e posicionamento, características de produtos e serviços e natureza dos públicos de interesse. As empresas top 10 do ROL®2011 foram:


Já o POL®, ranking de Presença Online,estima a força de uma empresa e de sua marca nas redes sociais a partir de critérios como alcance, capilaridade, multicanalidade, freqüência e intensidade de discussões e interações dos diversos públicos. As empresas 10 do POL®2011 foram:


Por fim, o estudo Pegada Digital, realizado com exclusividade para a revista ProXXIma, ponderou a longevidade de conteúdos oficiais e não oficiais na web 2.0. Foram analisados os volumes de resultados associados às marcas, aos produtos ou aos temas das companhias em intervalos de uma hora, 24 horas, 48 horas, uma semana, um mês e 12 meses. Identificou-se que o volume de conteúdo cresce exponencialmente no decorrer de um ano. Em média, o número de resultados aumentou 9.300 vezes em apenas nove meses. Já a taxa de crescimento é decrescente. Quanto mais perto do episódio, mais rápido o volume de resultados amplia – e vice-versa. Nas primeiras 24 horas após um fato relevante, o salto no número de pesquisas é de 36.700%. Sete dias depois, a intensidade é cem vezes menor; cresce 3.670%. Entre sete e 30 dias, os resultados de pesquisas “somente” dobram. Entre 30 dias e nove meses, o percentual é 170%.
Observou-se também uma forte correlação entre marcas populares e intensidade do crescimento. Um fato importante será amplificado em mais de nove mil vezes, no caso de uma marca conhecida – vantagem ou não, a depender do fato. A questão é que o grau de controle e de influência das organizações sobre essa ocorrência é reduzido; a todo instante, stakeholders geram novas notícias e opinam livremente sobre elas.
Para quem não se convenceu de que a web 2.0 está revolucionando a maneira como as empresas fazem negócios, aqui vão mais duas constatações: (1) a emergência das classes C e D e a nova classe média, que já representa oito em dez internautas; e (2) a geração Y, que já é a maior parcela do grupo chamado consumidor 2.0. E mais: os objetos de consumo mais desejados por esses públicos são justamente smartphones, notebooks e  tablets.








quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Propagandas online influenciam mais os jovens do que as de TV

Os estudos da Deloitte Media Democracy e Conectividade e Mobile Consumption mostram que o Brasil é um dos países que mais se destacam quando se fala em consumo de mídia e tecnologia. Ambas as pesquisas mostram que celulares e internet são os atores principais desse crescimento.

A 5ª edição da pesquisa ouviu cerca de 10 mil representantes de locais como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e Brasil, em 2010.
 
Aqui, 1.986 pessoas, na faixa etária de 14 a 75 anos, com computador em casa, participaram do levantamento. O brasileiro continua se destacando em relação aos outros países como um público consumidor de mídia. São 41,4 milhões de internautas ativos. Para 78% dos entrevistados, se tornou um aparelho de entretenimento mais importante que a TV.

Quando questionados sobre o que mais fazem na internet, 63% dos brasileiros respondentes disseram atualizar a página de relacionamento pessoal (Facebook, Orkut, MySpace etc). Um total de 48% também posta comentários e se comunica nas redes sociais.

Os sites de relacionamento pessoal são valorizados por 83% dos entrevistados por permitirem a interação com os amigos, muito mais frequente e possível do que no mundo “offline”. Além disso, 52% consideram o tempo gasto com essa interação algo tão valioso quanto o tempo que passam juntos com os amigos.

Essa edição da Media Democracy mostrou ainda que as propagandas online foram as mais influentes na decisão de compra dos respondentes (68%). Em 2009, a televisão ocupava o primeiro lugar com 77% e agora, em 2010, está em segundo com 66%.

“Podemos observar que a propaganda online tem ocupado um espaço importante. Considerando que a produção e veiculação online têm um custo muito mais baixo do que uma produção publicitária para TV, essa tendência precisa ser observada como uma grande oportunidade de negócio pelos anunciantes”, destaca Marco Brandão, sócio da Deloitte na área de tecnologia, mídia e Telecom. Além da televisão, as revistas, jornais e rádios foram os meios mais mencionados.

Quase 90% dos entrevistados já ouviram falar sobre um produto, pela primeira vez, na internet.  Já 78% dos respondentes efetuaram compras por indicações feitas online.

Porém, ainda que a internet venha ganhando, cada vez mais, espaço entre os brasileiros, 63% preferem assistir aos programas de televisão que mais gostam pelo método tradicional de visualização; somente 37% afirmaram que assistem por meio online.

Essa porcentagem entre os Millenials cresce para 41%. Outro dado curioso mostra que as versões online de jornais e revistas são mais lidas que as versões impressas - 54% dos respondentes lêem a versão online do jornal.

Além disso, os brasileiros pretendem assistir aos vídeos 3D em casa (67%) e querem ter habilidade para mover e assistir/ouvir músicas, filmes e programas em qualquer dispositivo ou plataforma tecnológica (66%).

Além disso, também esperam, quando estiverem em uma loja, ter a capacidade de acessar informações sobre um produto de interesse apenas escaneando seu código de barras com o próprio telefone celular.
 
Quase 50% da amostra afirma utilizar celular/smartphone como fonte de entretenimento. Além de usá-lo para conversar, entre as principais utilidades do celular (usadas com freqüência pelos entrevistados) estão: mensagens de texto (90%), câmera fotográfica digital (76%), músicas (73%) e câmera de vídeo (63%). Os Millenials também aproveitam mais outros recursos dos smartphones, como assistir a vídeos caseiros e baixar aplicativos.

"O brasileiro tem se destacado neste mercado e hoje já é um dos maiores consumidores para esse tipo de aparelho. Isso comprova que somos um povo que gosta e deseja ter acesso às tecnologias de ponta, além de estar buscando a mobilidade", explica Brandão.

Entre os americanos, que já têm essa cultura mais latente, apenas 40% destacaram sua vontade de comprar um smartphone e 33% afirmaram já possuir um celular desse tipo.

O Conectividade e Mobile Consumption também mostra como o smartphone se tornou um objeto de desejo de consumo de grande parte da população brasileira. A pesquisa mostra um fato curioso sobre à ferramenta de SMS.

A análise mostra que a quantidade de torpedos reduziria com a popularização de aplicativos de mensagens instantâneas - e-mail e de redes sociais para celular. Porém, o mercado de SMS continua forte, contando com forte presença do público jovem e, principalmente, de usuários de smartphones. Cerca de 40% dos usuários de smartphone enviam mensagens pelo menos uma vez ao dia.

Sobre a internet, a pesquisa mostra que o principal meio de conexão com a internet continua sendo a rede fixa. Porém, a rede móvel (GSM e UMTS) já participa de forma relevante nas opções dos usuários de banda larga.

Apesar de a rede de banda larga fixa representar 61% da utilização da internet, a rede de banda larga móvel apresenta maior flexibilidade em sua utilização, fortalecendo a demanda por esse tipo de serviço.

A nova geração de conexão 4G é uma grande oportunidade para ser explorada, inicialmente pelo aumento de aparelhos que se conectam à internet, como TV’s, tablets e também pela competitividade, que deverá fazer frente aos serviços de banda larga fixo, com velocidades superiores a 100 Mbts.

O estudo é baseado em dados obtidos por meio de pesquisa online realizada em 15 países com mais de 30 mil usuários. Nos países em desenvolvimento, como Brasil, China, Índia, Turquia e África do Sul, a análise abordou profissionais de áreas urbanas, que tendem a possuir rendas superiores a média de mercado no país.

No Brasil, a pesquisa contou com 2.131 respondentes, de todas as classes sociais e todas as faixas etárias a partir de 18 anos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

WGSN aponta tendências em marketing

Segmento de moda ganha mais ferramentas para se comunicar com consumidores

 Em evento realizado no último dia 8, a WGSN e a Mindset, com parceria da Vice, apresentaram aos seus clientes as principais tendências em campanhas para marcas de moda. Para isso trouxeram a editora de marketing da WGSN, Rachel Arthur, baseada em Nova York. Em sua palestra, ela contou como as marcas do segmento fashion estão se comunicando com os consumidores e participando cada vez mais da vida deles em ações de comunicação integrada.

Entre os temas abordados estavam os pop ups virtuais, aqueles em que os clientes podem comprar ou conhecer melhor o produto que estão vendo na vitrine através do celular. Para isto basta que passem com a câmera do aparelho em cima da peça em questão, para realizar a compra. Iniciativa semelhante foi premiada no Festival de Cannes 2011 no case "Homeplus Subway Virtual Store", da sul-coreana Cheil para a rede de supermercados Tesco Homeplusde. A agência criou instalações no metrô de Seul que imitavam prateleiras com diversos produtos. As pessoas poderiam escolher o que elas queriam, em seguida posicionar o celular e escanear o QR Code do artefato.

Outra inspiração para as marcas têm sido os games virtuais. “Uma pesquisa da Microsoft mostrou que 79% das mulheres nos EUA jogam online, seja em redes sociais ou outros. Elas têm entre 20 e 35 anos”, conta Rachel. Para cativar esse público a Dior lançou recentemente um jogo que está disponível em sua página. Usando o conceito de games consagrados como Tetris e Pac Man, as consumidoras podem movimentar peças do vestuário da grife, acessórios e maquiagem.


As redes sociais continuarão em voga nos próximos anos de acordo com Rachel, porém ela alerta sobre o uso do Facebook. “Muitas marcas pedem para seus fãs curtirem as páginas, porém o consumidor logo se cansa com a quantidade de informações que as marcas colocam”, diz. Segundo a especialista, o volume é tão grande que eles deixam de ver o que os amigos escrevem e por isso optam por descurtir a página e consequentemente ficam com uma imagem ruim da marca. Uma grife que Rachel considera um case de sucesso no Facebook, é a Burberry. Mais de 9 milhões de pessoas já curtiram a fanpage. Outra rede que está ganhando adeptas famosas, entre elas a boutique Oscar de La Renta, é o Instagram. A rede social para iPhone publica fotos em que a pessoa pode colocar efeitos para realçar a imagem. A rede já está sendo muito difundida no Brasil pelos próprios usuários, Porém poucas marcas brasileiras se apropriaram dessa possibilidade. O Tumblr, plataforma de blogs, também está sendo usado bastante no exterior. Rachel destaca a página da Topshop inglesa que consegue colocar o consumidor inserido no dia-a-dia da marca.

Na criação, os gif animados em imagens têm gerado bastante resultado e curiosidade. A Lanvin de Paris e a Ralph Lauren já fizeram campanhas online que mostram a tecnologia de colocar imagens em movimento. De acordo com Andréa Bisker, diretora da WGSN na América do Sul, as tendências apontadas pela empresa servem para 2012 e 2013. “O grande desafio dos próximos anos será conseguir uma aproximação com o seu consumidor, sem parecer invasiva. Essa aproximação tem a ver com a identificação que o cliente tem com os valores de cada marca”, ressalta Andrea.
O encontro também contou com a presença de Letícia Abraham, diretora e sócia da Mindset, empresa de planejamento que pertence ao mesmo grupo da WGSN, além de Gabriel Klein que explicou sobre as ações da Virtue, agência de ativação que é responsável pelo Puma Social Club, local do evento. 

Os fast foods mais frequentados pelos internautas brasileiros

O Mc Donald’s é a rede alimentícia mais visitada pelos internautas brasileiros. A informação faz parte de um estudo da E.life sobre as marcas e lojas de fast food mais frequentadas pelos internautas no Brasil.
 
As marcas analisadas pela E.life foram: Bob’s, Bonaparte, Burger King, Giraffas, Habib’s, Mc Donald’s, Pizza Hut, Spoleto e Subway. Veja a classificação das que tiveram maior volume de check-ins:

1 - Mc Donald’s (com 36,5% do total de registros)

2 - Subway (com 21,4%)

3 - Burger King (com 11,3%)

4 – Spoleto

5 - Pizza Hut

6 - Habib’s

7 - Bob’s

8- Giraffas

9- Bonaparte
 
Veja a lista das mais comentadas:
 
1 - Mc Donald’s
 
2 - Subway
 
3 - Burger King
 
4 - Pizza Hut
 
5 - Habib’s
 
6 - Spoleto
 
7 - Bob’s
 
8 - Giraffas
 
9 - Bonaparte

Ainda que o Mc Donald’s concentre mais check-ins e comentários, ao medir o número de registros por localidades o Burger King aparece como a rede mais popular entre os usuários. “O Foursquare mostrou-se uma plataforma rica em dados, que pode auxiliar em pesquisas sobre pontos-de-venda e prestação de serviços”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.life.

Os check-ins por região

O estudo da E.life também analisou a quantidade de check-ins por região e revelou que o Sudeste do Brasil concentra mais da metade (54%) dos registros feitos pelos usuários do Foursquare em lojas de fast food no País, representando a área onde a frequência aos estabelecimentos é maior. Com relação aos comentários feitos na rede, a região Sudeste prevalece como a mais influente, indicando que o público ali concentrado costuma emitir suas opiniões mais vezes. O Nordeste também se mostra ativo em depoimentos sobre os locais visitados pelos internautas.

Sobre o volume de check-ins por marcas, dividido por regiões, o Mc Donald’s lidera o número de registros no Foursquare do Norte ao Sul do País. Em segundo lugar, também em todas as regiões, aparece a rede Subway. O terceiro do ranking varia conforme a região: Burger King (no Nordeste, Sul e Sudeste), Bob’s (no Norte) e Giraffas (no Centro-Oeste).

O levantamento apontou ainda as dez franquias no Brasil com maior número de check-ins no Foursquare. São elas:
 
1 - Mc Donald’s da Avenida Henrique Schaumann (São Paulo)
 
2 - Burger King da Avenida Hélio Pelegrino (São Paulo)
 
3 - Mc Donald’s da Rua São Manoel (Porto Alegre)
 
4 - Mc Donald’s da Avenida Getúlio Vargas (Belo Horizonte)
 
5 - Pizza Hut da Avenida dos Bandeirantes (São Paulo)
 
6 - Mc Donald’s da Avenida Djalma Batista (Manaus)
 
7 - Mc Donald’s da Avenida Nossa Senhora Aparecida (Curitiba)
 
8 - Spoleto da Alameda Santos (São Paulo)
 
9 - Mc Donald’s da EQS (Brasília)
 
10 - Mc Donald’s da Avenida Prudente de Morais (Natal)
 
No estudo, a E.life destacou os principais comentários dos usuários do Foursquare sobre as marcas monitoradas. Veja aqui a repercussão sobre cada uma delas por região.
 
Sobre a pesquisa
 
O levantamento foi realizado com base nos check-ins e comentários feitos pelos usuários do Foursquare – plataforma que permite ao internauta registrar o lugar onde se encontra e procurar por amigos que estejam nas proximidades – no período de 01 de janeiro a 10 de outubro de 2011 em estabelecimentos de 27 capitais brasileiras. Ao todo, foram analisados 5.681 depoimentos do público e 270.395 check-ins nos 1.845 lugares cadastrados na rede, o que resulta em uma média de 146 check-ins para cada localidade.

Acesso à internet dobra e classes baixas se sobressaem

O número de internautas no Brasil dobrou nos últimos quatro anos. Atualmente, cerca de 48% da população acessa a rede; em 2007 era 27%, segundo o estudo da Fecomércio-RJ e Ipsos.

Entre os motivos do salto estão o aumento da venda de computadores, o avanço da tecnologia, isenção dos impostos PIS e Cofins sobre a venda de produtos deste segmento. "O crescimento do acesso no Brasil pode ser explicado também pelo apelo cada vez maior da web e das redes sociais, assim como por uma maior disseminação dos smartphones e tablets no país", afirma o economista da Fecomércio-RJ, Christian Travassos.

As classes C, D e E tiveram um aumento relevante neste quadro. Embora as A e B liderem (com 84%). A classe C cresceu de 31% para 43% no período. As classes mais baixas, D e E, dobraram de 8% para 17%.

“As classes D e E apresentam o maior potencial de crescimento de acesso a web, tanto pelo avanço da tecnologia, que baixa os preços dos produtos, quanto pelo maior poder de compra dos brasileiros”, aponta o economista da Fecomércio-RJ.

O levantamento comprovou também que a frequência do uso da web também aumentou. 47% se conectam diariamente à Internet, 33% usam a web mais de uma vez por semana e 12%, uma vez por semana.

Além disso, 55% passa de 30 a 120 minutos na rede; 23% ficam entre duas e quatro horas conectados e 14%, menos de meia hora.
 
Redes sociais e sites de mensagens instantâneas (Facebook, MSN e Orkut) correspondem a 61% dos acessos. Logo atrás vêm outros tipos: para pesquisas (48%), e-mails e sites de notícias (empatados com 34%), diversão e serviços (também juntos com 17% cada).

Mais internautas fazem compras online. O número cresceu de 13% para 20% entre 2007 e 2011. Os eletrodomésticos lideram, com 36% de representatividade. O cartão de crédito é responsável por 66% das transações.

Foram entrevistadas mais de mil pessoas, de 70 cidades de nove regiões metropolitanas.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Estudo traça perfil do consumidor de 2021

Relatório de Futurismo revela o comportamento que vai ditar os rumos dos negócios entre 2014 e 2021


Ascensão das mulheres da Classe C, internacionalização de empresas brasileiras, valorização de programas ao vivo e a evolução de tecnologias ligadas à smartphones e tablets devem determinar os rumos dos negócios no Brasil entre 2014 e 2021.
As projeções são do Relatório de Futurismo, que será anunciado ainda em novembro pela consultoria de marketing A Ponte Estratégia, de André Torretta. Ele cita a criação de aparelhos que já são capazes de imprimir até relógios e sutiãs como o início desse processo.
“Assistiremos à uma ruptura social e de inovações que afetarão toda a cadeia industrial e de varejo convencionais”, acredita Torretta. O estudo aponta ainda Recife, Salvador e Porto Alegre como as cidades mais promissoras nos próximos anos.

Shoppings: vendas 6,5% maiores no Natal

Cerca de 140 mil vagas temporárias serão abertas no período


A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) realizou estudo com centenas de lojistas de diversos segmentos para averiguar as expectativas de vendas para o Natal, data mais importante para o varejo.
Espera-se este ano crescimento real de 6,5% nas vendas, em relação ao mesmo período em 2010. E para atrair os consumidores todos os shoppings já começaram a instalar suas decorações de Natal e ativar promoções. A estimativa da Alshop é o que os 766 shoppings ativos do Brasil invistam média de R$ 450 milhões nessas iniciativas. O valor é 7% maior que o que foi gasto em 2010 para encantar os clientes.
A Associação também estima que o ticket médio por cliente será entre R$ 85 e R$ 125.
Para dar conta do público que lota esses centros de compras, quanto mais próximo o Natal, os lojistas deverão contratar 140 mil funcionários temporários, aumentando em 7% sua força de trabalho nesse período.

“O mercado de shoppings caminha a passos largos, com empreendimentos sendo abertos quase que mensalmente, e lojistas migrando cada vez para os centros de compras. Diante deste cenário, a tendência é de que as principais datas do varejo apresentem desempenhos cada vez mais positivos, pois a confiança dos varejistas e consumidores aumenta a cada dia, além do estímulo recebido pelos empreendedores de shoppings, o que resulta em investimentos cada vez mais consistentes para o setor”, declarou o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.
A despeito da declaração otimista de Nayoun, o crescimento esperado nas vendas está bem abaixo do que foi obtido de 2009 para 2010: 13%.

Dificuldade de fidelização com usuários de app

Pesquisa da Flurry revela que a retenção de usuários no app após um mês cai para 38%


De acordo com pesquisas da Flurry, o desafio para desenvolvedores de aplicativos não está em atingir o consumidor diante de milhares de aplicativos nas lojas virtuais, mas sim em garantir um tempo de uso prolongado. Os dados mostram que a retenção de usuários no app após um mês cai para 38%, depois de um ano essa retenção chega a 4%.
A pesquisa mostrou que é necessário que as empresas deem motivos para usuários voltarem a usar o app e conquistem espaços na memória dos gadgets, uma vez que não dá para ficar como todos os app ao mesmo tempo em um iPhone de 8GB por exemplo, segundo MacMagazine.
O resultado da pesquisa ressalta o crescimento da App Store e do Android Market em quantidades de aplicativos que em outubro atingiu 500 mil e 350 mil respectivamente. Além dos números de downloads mensais das duas lojas, que somaram 2,6 bilhões em outubro.

As maiores marcas nacionais no Facebook

A Dito Internet, por meio do Graph Monitor, realizou um monitoramento no Facebook para mensurar as dez marcas com mais fãs no Facebook Brasil em outubro. Confira abaixo o infográfico completo.


Como estimular comunidades online

Artigo publicado na itsnoon apresenta cinco dicas que ajuda a criar incentivos para o seu projeto

 

Incentivo pode ser uma ferramenta crucial para alavancar projetos de crowdsourcing. Criando um ambiente que estimule a realização e recompensa, você pode construir uma comunidade que irá prosperar e estará sempre motivada e engajada. Um artigo publicado na itsnoon apresenta cinco dicas para ajudar você a criar incentivos para o seu projeto.

1) Possibilitar que os colaboradores “subam de nível”
As pessoas estão acostumadas a ideia de evolução, todos querem subir um degrau na escada. Por isso, algumas organizações de crowdsourcing já estão pensando em sistemas de reputação nos quais os colaboradores são incentivados a interagir e ir ganhando “pontos” de acordo com suas participações. Ações simples como comentários em fóruns, visitas de páginas, procuras em sites e até mesmo logar mais de uma vez na plataforma em um mesmo dia são alguns exemplos de tarefas que oferecem bonificações. Conforme os usuários vão ganhando mais pontos eles são reconhecidos através de badges (a famosa medalha ou selo).
Permitir que os usuários “subam de nível” é uma forma de estimular com que eles estejam cada mais interessados, além de mostrar que a participação deles é fundamental para o crescimento da comunidade. Outra interpretação interessante é que esse tipo de estímulo pode gerar uma competição saudável entre os membros, provocando-os a estar sempre em busca de um nível acima de outros usuários.

2) Premiar os usuários por suas conquistas
Reconhecer os usuários quando eles “sobem de nível” é uma boa maneira de estimular a participação. Alguns sites premiam as pessoas por completar uma tarefa ou cumprir determinado objetivo. Esse é o caso do Poptent, por exemplo, que tem vários tipos de medalhas, entre elas uma que premia o usuário por ter preenchido todo o perfil (pode ser uma ação simples, mas que gera mobilização). Essa é uma forma de manter os membros sempre ativos e ligados sobre as novidades da plataforma.

3) Estimular competições
As competições são excelentes ferramentas para assegurar que os colaboradores mantenham-se estimulados. O “jogo” de cumprir objetivos pode instigar essas pessoas a se envolverem mais com outros usuários, já que o progresso de cada um pode ser comparado. Como falamos acima, esses membros podem estar sempre re-ativando a rede através dessas competições saudáveis.
É bom lembrar que os prêmios em dinheiro são sempre bem vindos, mas em muitos casos, apenas o reconhecimento é suficiente para motivar os colaboradores.

4) Promova eventos (reais ou virtuais)
Esses encontros são ótimos para criar um vínculo entre os usuários. É nesse momento que laços podem ser criados, aumentando a dedicação e motivação dessas pessoas. E não precisa ser um evento elaborado, já que a principal finalidade conectar as pessoas. Por isso distância não é problema, chats são muito úteis para reunir esses grupos.

5) Direcione suas ações e continue estimulando
Antes de pensar em qualquer método para estimular a multidão é preciso estar atento ao seu objetivo. É preciso pensar “onde eu quero chegar com essa ação?”. Ter os objetivos claros é a melhor maneira de assegurar que suas ações possam resultar em uma comunidade incentivada e integrada.
Não existe fórmula mágica para saber qual é o melhor método para estimular uma comunidade. Então o único jeito de descobrir a mistura certa de incentivos é experimentar diferentes métodos e recompensas. É preciso ficar atendo porque certas ações podem funcionar com uma comunidade, mas podem ser completamente ineficazes em outra.

Google anuncia mudanças no sistema de buscas

O Google anunciou mudanças nos algoritmos do sistema para que os usuários encontrem resultados mais atualizados. Cerca de 35% das buscas serão afetadas; o intuito é se manter à frente do Yahoo e do Bing.

“Se eu buscar por ‘Olimpíadas’, provavelmente quero informações sobre os jogos de 2012, não da competição de 1990”, comunicou Amit Singhal, engenheiro da companhia. “A busca do Google usa um algoritmo de novidade, desenvolvido para fornecer os resultados mais atualizados, para que mesmo que eu digite apenas ‘Olimpíadas’ sem especificar 2012, ainda encontre o que estou buscando”.

O buscador vai inserir nas pesquisas os comentários feitos em sites, inclusive no Facebook. Ou seja, qualquer usuário pode ver o que as outras pessoas comentaram na rede social sobre um determinado assunto. Este pode ser um fator relevante para as marcas, uma vez que os posts, tantos os positivos quanto os negativos, podem aparecer nos resultados de busca.

Logo, o conteúdo exibido aumentará.  As mudanças levam em conta as linguagens AJAX e JavaScript, assim o “Googlebot” revelará as páginas que até então eram escondidas.

Cinema movimentará R$ 1,76 bilhão no Brasil

O cinema nacional tem bons motivos para comemorar o Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 5 de novembro. De acordo com o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, o potencial de consumo do brasileiro para despesas com cinema é de R$ 1,76 bilhão. A classe B tem maior potencial de consumo: R$ 963,82 milhões. Depois aparece a classe C, com R$ 386,42 milhões, a classe A, com R$ 383,14 milhões e a DE, com R$ 28,88 milhões.

Anualmente, o Pyxis gera estimativas de potencial de consumo para o varejo em 50 diferentes grupos de produtos. A estimativa para os gastos com cinema incluem número de domicílios em área urbana e potencial de consumo per capita, por região e por classe social.

A classe B, responsável por 23,5% dos domicílios urbanos do país, é a que apresenta maior potencial de consumo neste segmento: 54,69% provêm dela. A classe A, com 2,5% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 21,74%. Já a classe C (50,4% dos domicílios) tem potencial de 21,93% e a DE (23,6% dos domicílios), de apenas 1,64%.

Ao analisar o consumo por regiões, o Pyxis mostra que a região Sudeste é a que apresenta maior potencial para consumo com cinema, com 63,23%. Nesta região, o consumo per capita, de acordo com o estudo, é de R$ 14,76. Depois vem a região Nordeste (12,33% ou R$ 5,53 per capita), seguido da região Sul (12,3% ou R$ 9,22), Centro-Oeste (8,34%% ou R$ 11,54) e Norte (3,8% ou R$ 5,62).