O acesso à internet pode ficar ainda mais barato se um imposto for cortado. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou ontem, 29, que negocia com o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) arrecadado pelos estados sobre o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Caso as unidades estaduais concordarem com a proposta de abrir mão do valor, a internet popular pode cair de R$ 35,00 para R$29,00.
Segundo Bernardo, já foi encaminhada uma carta solicitando a inclusão do assunto e sua participação na próxima reunião do conselho. A intenção, afirma, é mostrar aos integrantes do Confaz quanto o PNBL pode avançar quando a carga tributária for reduzida. “Achamos que seria importante os estados avançarem na desoneração do ICMS pelo menos para a banda larga popular”, frisou.
Em uma conta de serviço de telecomunicação de cerca de R$ 100,00 o valor da carga tributária incidente corresponde a quase um terço desse valor, exemplifica o ministro. O próximo encontro vai reunir os secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal e o ministro da Fazenda. “Vamos fazer também uma pequena exposição sobre como anda o setor de telecomunicações e sobre o que poderíamos avançar se tivéssemos condições de melhorar, diminuir a carga tributária”, diz.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Novo app retarda uso de óculos
Aplicativo treina cérebro a ler imagens tremidas e transformando-as em imagens focadas
Um novo aplicativo para iOS, com lançamento previsto para o próximo ano, pode atrasar a necessidade de uso de óculos. O aplicativo funciona assim: treinando seu cérebro a ler imagens tremidas e transformando-as em imagens focadas.
Em entrevista ao Telegraph, Uri Polat, desenvolvedor do app afirma que quando chegamos aos 50 anos, nosso olho se torna menos flexível, tornando cada vez mais objetos que estão perto desfocados. No novo aplicativo manchas aparecem na tela e o usuário deve identificar quando elas aparecerem no centro.
A expectativa é que o app custe £60, para um treinamento de três meses seguidos de exercícios de manutenção. O médico Lee Duffner afirmou que o a tecnologia pode por de lado a necessidade de pessoas mais velhas usarem óculos de leitura.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Confira a participação das marcas nas redes sociais
O Facebook é a rede social que tem mais representatividade no Brasil quando o assunto é publicidade. De acordo com o indicador Index Social, lançado ontem pela Espalhe no Social Media Week SP, 68% das marcas estão na plataforma com as chamadas Fan Pages.
Os dados apontam que em abril deste ano 177 empresas se conectavam com 7,9 milhões de pessoas. Nesta época, o Twitter tinha 54% da participação, enquanto o Facebook possuía 45%. Agora, em setembro, já são 309 conectadas. O Facebook passou a ter uma representação de 68% e o Twiiter caiu para 31%. O YouTube se manteve com 1%.
Em cinco meses, o crescimento total foi de 182%. Neste período, o Facebook saltou 311%, o Twitter 68% e o YouTube 84%. As marcas, segundo a ferramenta, estão conectadas a 22,2 milhões de pessoas.
Foi constatado ainda que menos de 20% das marcas no país, cerca de 60, são responsáveis por concentrar 80% de toda a audiência. E este número em abril era menor, apenas 30. Os setores de alimentação, e-commerce, bebidas, veículos e higiene/limpeza são responsáveis por 58% delas.
As marcas que têm mais consumidores em média em seus canais proprietários são as de telecomunicações e aviação. Telecom está disparado em primeiro lugar; vale lembrar que Ronaldo contribui para a causa. A conta do Twiiter do ex-jogador é patrocinada pela Claro (@ClaroRonaldo).
Desde abril, bebidas, produtos de uso pessoal, higiene e limpeza foram os que mais cresceram no Index. Veja a classificação de branding por setor:
Bebidas alcoólicas – crescimento de 196%
Sminoff
Brahma
Johnnie Walker
Bebidas não-alcoólicas - crescimento de 929%
Guaraná Antartica
Gatorade
Ades
Produtos de uso pessoal
L’oreal
Natura
Nivea
Higiene Pessoal e Limpeza
Oral-B
Axe
Johnson’s baby
E para provar que o número não é necessariamente sinônimo de sucesso. De acordo com o indicador, quanto menor a audiência, maior a média de engajamento, com exceção do Guaraná, Smirnoff e Brahma Futebol RJ. Para verificar o engajamento, são medidos os “curtir” e comentários no Facebook, além das menções e RTs no Twitter.
Em agosto, as 22 milhões de pessoas que acompanham as 309 marcas se engajaram 3,1 milhões de vezes. O Index Social tem no sistema as 309 marcas mais representativas. Pouco mais da metade, 164, marcam presença nos 3 canais.
Os dados apontam que em abril deste ano 177 empresas se conectavam com 7,9 milhões de pessoas. Nesta época, o Twitter tinha 54% da participação, enquanto o Facebook possuía 45%. Agora, em setembro, já são 309 conectadas. O Facebook passou a ter uma representação de 68% e o Twiiter caiu para 31%. O YouTube se manteve com 1%.
Em cinco meses, o crescimento total foi de 182%. Neste período, o Facebook saltou 311%, o Twitter 68% e o YouTube 84%. As marcas, segundo a ferramenta, estão conectadas a 22,2 milhões de pessoas.
Foi constatado ainda que menos de 20% das marcas no país, cerca de 60, são responsáveis por concentrar 80% de toda a audiência. E este número em abril era menor, apenas 30. Os setores de alimentação, e-commerce, bebidas, veículos e higiene/limpeza são responsáveis por 58% delas.
As marcas que têm mais consumidores em média em seus canais proprietários são as de telecomunicações e aviação. Telecom está disparado em primeiro lugar; vale lembrar que Ronaldo contribui para a causa. A conta do Twiiter do ex-jogador é patrocinada pela Claro (@ClaroRonaldo).
Desde abril, bebidas, produtos de uso pessoal, higiene e limpeza foram os que mais cresceram no Index. Veja a classificação de branding por setor:
Bebidas alcoólicas – crescimento de 196%
Sminoff
Brahma
Johnnie Walker
Bebidas não-alcoólicas - crescimento de 929%
Guaraná Antartica
Gatorade
Ades
Produtos de uso pessoal
L’oreal
Natura
Nivea
Higiene Pessoal e Limpeza
Oral-B
Axe
Johnson’s baby
E para provar que o número não é necessariamente sinônimo de sucesso. De acordo com o indicador, quanto menor a audiência, maior a média de engajamento, com exceção do Guaraná, Smirnoff e Brahma Futebol RJ. Para verificar o engajamento, são medidos os “curtir” e comentários no Facebook, além das menções e RTs no Twitter.
Em agosto, as 22 milhões de pessoas que acompanham as 309 marcas se engajaram 3,1 milhões de vezes. O Index Social tem no sistema as 309 marcas mais representativas. Pouco mais da metade, 164, marcam presença nos 3 canais.
4% usam redes sociais para reclamar ou elogiar marcas
Pesquisa realizada pela Gfk descobriu que 27%, numa amostra de 1.000 pessoas, disseram usar redes sociais para pesquisar marcas, enquanto 17% afirmaram usá-las como recomendação. O curioso é que só 4% delas utilizam Facebook, Twitter, Orkut ou YouTube para elogiar ou criticar determinada empresa.
A conclusão do estudo se deu após entrevista com maiores de 18 anos, de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e de três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus).
Além de avaliar a interação das redes com as marcas, a Gfk aponta que 4 em cada dez pessoas ouvidas afirmaram acessar constantemente as redes sociais. O levantamento aponta que 53% das pessoas das classes AB utilizam as ferramentas, enquanto que nas classes CD os usuários não passam de 33%.
O uso está diretamente relacionado à faixa etária: quanto mais jovem, maior a porcentagem de usuários. “Embora o uso tenha crescido no Brasil, o estudo constatou que a utilização ainda é restrita, sendo o número de usuários maior entre as pessoas com maior nível socioeconômico e entre os mais jovens (de 18 a 34 anos)”, comenta Cynthia Vieira, Diretora da Área de Business & Technology da GfK.
A intensidade dos comentários negativos foram avaliados e de fato influenciam a opinião dos consumidores. Ao ler comentários que depreciam algo, 73% buscam saber se os comentários são verdadeiros, mas disseram não mudar de opinião.
Lançamento do Facebook para iPad
Novo aplicativo desenvolvido exclusivamente para o tablet deve ser lançado durante a apresentação do iPhone 5
O novo aplicativo do Facebook, desenvolvido exclusivamente para o iPad, pode ser lançado no próximo dia 4 de outubro, durante a também prevista apresentação do iPhone 5. Segundo informações do Mashable, o app será inteiramente desenhado em HTML 5. O blog afirma que o aplicativo já foi concluído há cinco meses, porém seu lançamento tem sido adiado. Existe ainda expectativa de que uma versão melhorada do aplicativo para iPhone será revelada no mesmo evento.terça-feira, 27 de setembro de 2011
Google+ cresce 30% em dois dias
Rede social ultrapassou 43 milhões de usuários, segundo o blog All Things Digital, vinculado ao jornal The Wall Street Journal
Nos últimos três meses, desde o lançamento da Google+, a disputa pelo número de usuários entre a rede social do Google e o Facebook foi assunto constante na web. Enquanto a rede de Zuckerberg anunciou uma completa repaginada na estrutura do site, a Google+ recentemente abriu seu acesso para todos na internet. Este fator fez com que a rede social crescesse 30% em apenas 48 horas, ultrapassando a marca de 43 milhões de usuários, segundo dados do blog All Things Digital, vinculado ao jornal The Wall Street Journal.
Para calcular o crescimento, a instituição estabeleceu uma fórmula baseada no número de sobrenomes cadastrados na rede, além de adicionar 15% a mais de usuários, que correspondem àqueles que possuem perfis privados ou que não utilizam caracteres romanos. Segundo o levantamento, outro fator que auxiliou o crescimento acelerado da rede social nos últimos dias foi a animação inserida pelo Google na página de buscas, com uma seta que indica o link para a Google+.
Vale ressaltar que enquanto a Google+ se encaminha para os 50 milhões de usuários, o Facebook conta atualmente com mais de 750 milhões ao redor do mundo.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Redes sociais como plataforma de venda
O e-commerce está mudando. E esta mudança se deve a uma nova modalidade de negócios chamada social commerce, que engloba as relações de compra e venda que acontecem nas diversas plataformas das redes sociais. O social commerce tem sido apontado como a nova tendência dos negócios online.
Se antes somente as grandes empresas tinham estrutura para montar e gerenciar uma operação de vendas online, a criação e popularização das redes sociais abriram espaço para que comerciantes de todos os portes estejam presentes no comércio eletrônico, segmento que cresce 40% ao ano, segundo dados da 23ª edição do relatório WebShoppers, da e-bit.
E estamos falando de comerciantes de todos os portes mesmo: profissionais autônomos, revendedores, consultoras de cosméticos, artesãos, prestadores de serviços e muitos outros profissionais que não possuem websites ou lojas virtuais, mas que agora têm a possibilidade de entrar no jogo e alcançar mais facilmente os consumidores online.
Com uma força mobilizadora impressionante, as redes sociais são acessadas por 85% dos internautas brasileiros, de acordo com dados da comScore, e oferecem diversas possibilidades de relacionamento com os compradores. Portanto, são as boas aliadas dos micro, pequenos e médios comerciantes que desejam vender na internet.
Outra vantagem para os vendedores que querem gerenciar seus negócios tendo as redes sociais como plataforma: não são necessários grandes investimentos tecnológicos ou de infraestrutura. Basta um computador com acesso à internet.
Twitter, Facebook e Orkut, as três redes mais populares no País, podem ser as vitrines para a divulgação de produtos, novidades e promoções. Também são excelentes ferramentas para a prospeção de novos clientes e um eficiente canal de atendimento ao consumidor, que recebe sugestões, críticas e responde dúvidas.
Para alavancar o social commerce entre pequenos e médios vendedores, existem no mercado algumas soluções que viabilizam todo o processo de venda, inclusive a efetivação do pagamento. Por exemplo, já é possível utilizar aplicativos simples para montar lojas virtuais dentro do Facebook.
Outra solução interessante possibilita o recebimento de pagamentos por e-mail, adequada para vendedores que não têm estrutura para manter contratos com empresas de cartões de crédito ou bancos. As negociações acontecem nas redes sociais, e o pagamento é realizado por e-mail.
Para o comprador também é vantajoso quando os comerciantes estão no Twitter, Facebook ou Orkut. Há a economia de tempo - afinal não existe a necessidade de parar de navegar nas redes sociais para ir a alguma loja virtual -, a possibilidade de trocar experiências e checar as opiniões de outros consumidores (um dos fatores decisivos no processo de compra) e de se relacionar mais diretamente com o vendedor.
Tem muita gente de olho no social commerce. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, deu seu aval e afirmou em entrevistas que o social commerce é o próximo grande negócio da internet. Um estudo da consultoria Booz&Co estima que o social commerce global movimentará 5 bilhões de dólares em 2011 e saltará para os 30 bilhões de dólares até 2015.
Computador está em 58% dos lares metropolitanos brasileiros
A Intel divulgou os resultados da pesquisa “Tech Metrics Brasil”, produzida através da Ipsos Brasil, que mapeou a penetração de computadores e conexões de banda larga em 16 cidades brasileiras. O estudo apontou que o computador e o acesso à internet já se tornaram vitais em todos os estratos sociais, mesmo entre aqueles que não possuem um computador em casa.
“A universalização do acesso ao computador e a individualização do uso são grande vetores de redução da desigualdade social e da transformação da sociedade brasileira por meio da informação, da colaboração e da interatividade,” disse Cássio Tietê, diretor da Marketing da Intel Brasil. “Estamos avançando, mas ainda precisamos trabalhar para criar um país altamente conectado e preparado para aproveitar os benefícios que os grandes eventos mundiais, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, trarão para a economia e para a sociedade.”
A pesquisa foi realizada em 16 regiões metropolitanas de destaque no país, o equivalente a 35% da população brasileira e cerca de 50% do PIB nacional. Foram entrevistadas 2500 pessoas das classes sociais ABCD com idades entre 16 e 65 anos, que fossem usuários de computador, mesmo que não tivessem um em casa. As 16 regiões metropolitanas abordadas neste estudo incluem São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas, Votorantim, Curitiba Porto Alegre, Balneário Camboriú, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Salvador, Recife, Petrolina, Sobral e Belém.
Penetração e individualização dos PCs
O estudo mostrou que 58% dos lares nas regiões metropolitanas do Brasil já possuem computadores, com uma presença ainda muito forte dos desktops. Enquanto 56% dos lares possuem pelo menos um desktop, apenas 15% possuem pelo menos um notebook. A penetração de notebooks é mais expressiva no Distrito Federal, onde o dispositivo já está em 25% dos lares, enquanto a média nacional é de apenas 15%. Em todo o Brasil, o notebook está fortemente concentrado na classe A (47% dos lares) e B (23% dos lares).
Já nas classes C e D, o desktop marca presença de modo mais expressivo. Enquanto 56% dos lares da classe C já possuem pelo menos um computador, o computador desktop já está presente em 22% dos lares da classe D.
O Brasileiro também começa a seguir a tendência mundial de individualização do PC, com pelo menos 19% dos lares contando com mais de um computador. Em pelo menos 9% dos lares, o desktop e o notebook coexistem: o primeiro como o “computador da família”, compartilhado, e o segundo como o computador pessoal de um dos moradores. Enquanto apenas 12% dos desktops nos lares são considerados de uso “individual”, para os notebooks esse percentual é de 46%.
Um total de 58% dos possuidores de Notebook também têm pelo menos um desktop e entre os que possuem um netbook, 36% também têm um notebook no lar. Mesmo nas classes C e D, a presença de mais de um computador no lar já alcança os percentuais de 7% e 4%, respectivamente. Em média, o brasileiro considera que apenas um computador não é suficiente para o lar. Em todas as regiões e classes sociais, a opinião média é de que o número ideal de computadores dentro do lar é acima de um.
Acesso à banda larga é vital
Acessar a internet já é praticamente um hábito amplamente disseminado nas regiões metropolitanas pesquisadas, mesmo nos lares que não possuem computador. 96% dos donos de PC declararam que acessam a internet regularmente. Entre os que não são donos de um computador, 93% também acessa a internet regularmente. Entre os donos de computador, 63% declararam acessar a internet diariamente, enquanto apenas 23% dos que não possuem computador o fazem. O acesso a internet faz parte do dia a dia de 99% da classe A, 97% da classe B, 96% da C e 88% da D.
Entre os donos de computador, o acesso a sites de busca foi considerado a atividade mais frequente no uso de computadores, apontado como a principal atividade por 78% dos entrevistados. Outras atividades apontadas como as mais frequentes são o acesso ao Orkut (69%), ouvir, organizar e manter uma coleção de músicas digitais (69%), editar, organizar ou manter uma coleção de fotos (47%) e pesquisar em sites de comparação de preços (41%).
Para os que não são donos de PCs, mas acessa a internet regularmente, as atividades não são muito diferentes: pesquisa em sites de busca (69%), Orkut (67%), músicas digitais (47%), fotos (37%) e preparar trabalhos para escola, faculdade ou outros cursos (32%). O acesso destas pessoas se dá majoritariamente em LAN Houses (76%), casa de amigos e parentes (33%) e no trabalho (15%).
Preferência em eletroeletrônicos
O computador é o eletroeletrônico mais desejado pelos brasileiros. 47% dos entrevistados apontaram que sua próxima compra de eletroeletrônico deve ser um desktop, notebook ou netbook, bem acima dos desejos por uma TV LCD (16%) ou um celular com câmera e música (8%). O desejo por computadores é especialmente proeminente na região sul, onde o percentual chega a 58%.
O desejo de compra é latente nos lares que ainda não possuem um computador em casa (56%), enquanto 30% dos donos de PC têm planos de trocar de computador ou comprar uma máquina adicional. Desktops e notebooks dividem a preferência de compras dos consumidores nas regiões pesquisadas - 25% para os desktops e 19% para os notebooks nas próximas compras de eletroeletrônicos. Os netbooks apresentam um percentual de 3%, mas sempre com o objetivo de ser um segundo ou terceiro computador dentro do lar.
O desejo por notebooks é substancialmente maior na Classe A (28%), mas está presente em todas as classes sociais. Na classe D, 11% desejam um notebook como seu próximo eletroeletrônico, enquanto 31% desejam um desktop.
E-commerce deve faturar R$ 18,7 bilhões em 2011
O comércio eletrônico deve faturar R$ 18,7 bilhões em 2011, registrando um crescimento de 36% em relação ao ano passado, quando faturou R$ 14,8 bilhões. A estimativa foi feita pela Empresa de Inteligência e Comércio Eletrônico (Ebit), que divulgou na quinta-feira um levantamento sobre o segmento, durante evento promovido pela Fecomercio, em São Paulo.
Eletrodomésticos e produtos de informática lideraram as vendas virtuais no primeiro semestre deste ano. Na sequencia, aparecem os produtos de informática, saúde, beleza e medicamentos, livros e assinaturas de jornais e revistas e eletrônicos.
Dados apontam também que o Brasil é o quinto país com maior número de usuários de internet (80 milhões), com 27 milhões de consumidores eletrônicos. Somente esse ano, 4 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, sendo que 61% pertenciam a classe C.
Para o Pedro Eugênio, CEO e criador do Busca Descontos, site que reúne cupons de descontos dos principais varejistas do Brasil e é hoje o 3º maior gerador de vendas do e-commerce brasileiro, os dados do e-commerce agradam as empresas do setor. “Os números mostram um mercado ascendente. O crescimento do poder aquisitivo da classe C, a popularização da internet e o grande quantidade de lojas virtuais são fatores que colaboram com esse crescimento”, conta.
Dia das Crianças deve render 9% mais
Segundo associação de shoppings, eletrônicos e celulares ganham espaço
A segunda data mais importante no semestre, o dia das crianças representa diversão e presentes para a garotada, e para o comércio um crescimento de 9% nas vendas em shoppings em relação a 2010, segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), após conclusão de pesquisa envolvendo membros de seu conselho varejista, além de mais de 40 marcas que atuam em diferentes pontos do País.
Ações promocionais, institucionais e atividades voltadas para o público infantil prometem aquecer a data.
Apesar o ano anterior ter obtido um crescimento maior (14%) nas vendas em relação a 2009, para a Alshop a queda não é negativa, tendo em vista que a base econômica de cálculo de 2010 foi extremamente forte.
Os brinquedos ainda são o topo da lista dentre os produtos que esperam alavancar as vendas, junto com os eletrônicos e celulares. Para promover a data, muitos shoppings já iniciaram suas ações promocionais e institucionais. Além disso, alguns terão atividades voltadas para as crianças durante todo o mês de outubro.
M de Mulher decifra as brasileiras
Pesquisa da plataforma da Editora Abril mostra que as internautas do País são as campeãs em consumo de conteúdo de moda e beleza
Pesquisa da plataforma da Editora Abril mostra que as internautas do País são as campeãs em consumo de conteúdo de moda e beleza
As brasileiras figuram dentre as maiores consumidoras do mundo de conteúdo de beleza, moda e estilo na internet. Também são entusiastas da cultura da celebridade, usando a web para acompanhar notícias e fofocas sobre ídolos. Sites de entretenimento alcançam 97% da população online no Brasil, atraindo igualmente homens e mulheres. Com a grande popularidade das novelas no Brasil, as mulheres são as que por aqui acessam sites de TV em maior número que o restante da América Latina.
Ainda, as que trabalham fora estão mais propensas que os homens a acessar todos os tipos de sites de carreira e desenvolvimento profissional. Por sim, sites de educação no Brasil também são mais acessados pelas mulheres. Mães e avós buscam informação, aconselhamento e entretenimento infantil.
As mulheres representam 49% do público de internet no Brasil. Os homens passam mais tempo na categoria como um todo: em média 2,6 horas em junho de 2011 contra uma média de 2,1 horas para as mulheres no mesmo período.
Facebook tem 350 milhões de usuários no celular
Em março deste ano, o número era de 250 milhões
Além das mudanças na interface do Facebook, a rede social mais popular do mundo também atualizou seus números. Segundo a empresa, dos 800 milhões de usuários ativos atualmente, 350 milhões acessam suas contas pelo celular. Em março deste ano, o número era de 250 milhões. Utilizando plataforma própria de métricas, a Inside Mobile Apps aponta que o aplicativo do Facebook para iPhone ativa 250 mil usuários por semana. O número é cinco vezes menor do que registrado no Android, que aponta 1.5 milhão de novos usuários a cada semana. No Blackberry, o app adiciona 470 mil usuários por semana. Já o Windows Phone registra oito mil ativações no mesmo período.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Seria o fim da internet não social?
Do ponto de vista dos clientes, as agências digitais raramente fazem ações web - "Os clientes estão investindo cada vez menos na web, eles estão investindo em ações no Facebook, YouTube ou em aplicativos", contou Gustavo.
O entendimento comum é que quando a web é social ela é mais legal, e isso justifica o enorme sucesso de serviços como o Facebook e o Twitter - é muito mais incentivador sair pra correr e depois postar os resultados para os amigos do que simplesmente sair pra correr e voltar - "Até a novela, que sempre foi uma coisa chata, agora está mais interessante por conta da experiência social que eu tenho", confessou Gustavo. Seria então, ao invés do fim da web, o fim da internet não social?
O entendimento comum é que quando a web é social ela é mais legal, e isso justifica o enorme sucesso de serviços como o Facebook e o Twitter - é muito mais incentivador sair pra correr e depois postar os resultados para os amigos do que simplesmente sair pra correr e voltar - "Até a novela, que sempre foi uma coisa chata, agora está mais interessante por conta da experiência social que eu tenho", confessou Gustavo. Seria então, ao invés do fim da web, o fim da internet não social?
Consumidor está mais sustentável, diz pesquisa
Uma pesquisa global realizada pela Tetra Pak aponta que os consumidores estão mais conscientes e tomando atitudes para preservar o meio ambiente. O relatório, que comparou o comportamento das pessoas entre 2005 e 2011, mostra mudança positiva principalmente no Brasil, na China, na França, na Alemanha e nos Estados Unidos.
O estudo destaca que quase 70% dos consumidores pesquisaram “questões verdes” nos últimos 12 meses, aumento considerável em relação aos 40% registrados em 2005. O percentual de consumidores que descartam suas embalagens e resíduos para a reciclagem também aumentou, saltando de 70% em 2007 para 90% em 2011.
Realizada com mais de 6.600 consumidores e 200 formadores de opinião em 10 países, a pesquisa aponta que a preferência por embalagens recicláveis tem crescido e já representa 88% do total. Cerca de 77% também afirmaram que compraram determinados produtos e não outros, porque a embalagem era melhor para o ambiente.
O levantamento também analisou o comportamento dos fabricantes de alimentos e varejistas. Neste público, cerca de 83% dos entrevistados indicaram que consideram o impacto ambiental na escolha de soluções de embalagens, seguindo a tendência dos consumidores.
Como o interesse por sustentabilidade está aumentando, cerca de 60% dos entrevistados afirmam entender termos ambientais complexos como "pegada de carbono", por exemplo. De acordo com Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak, mais da metade dos consumidores buscam por produtos que forneçam informações sobre o impacto ambiental e afirmam que a falta de dados e selos era um problema em seu comportamento de compra. “Estes resultados ressaltam a necessidade dos fabricantes de alimentos, varejistas e empresas de embalagens oferecerem produtos mais ecológicos e que permitam aos consumidores fazer escolhas conscientes e sustentáveis", afirma Dennis.
A pesquisa também mostra que os consumidores querem fazer escolhas mais “verdes”, sem comprometer o custo e qualidade. A maioria dos entrevistados, cerca de 78%, disseram que estariam dispostos ou extremamente dispostos a comprar alimentos ou bebidas em embalagens "verdes" se fossem o mesmo preço que os tradicionais.
Além disso, cerca de 74% dos consumidores disseram que estariam dispostos ou extremamente dispostos a comprar produtos "verdes" se a qualidade fosse a mesma que os tradicionais. Já cerca de 28% dos consumidores afirma que vão comprar produtos em embalagens menos prejudiciais ao meio ambiente, mesmo que custem mais.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A internet, vital, tão necessária quanto água, comida e moradia, diz pesquisa
A internet passou a ser tao necessária para estudantes e profissionais quanto água, comida e moradia, segundo uma pesquisa da empresa de tecnologia Cisco, realizada com jovens de até 30 anos em 14 países. Saiu hoje na folha.com. No Brasil, 3 em cada 5 estudantes e jovens profissionais fizeram essa afirmaçao. Disseram ainda que, entre carro e a internet, preferem acesso à rede. Além disso, 72% dos universitários brasileiros afirmaram que preferem navegar na internet a namorar, ouvir música e sair com os amigos. E essa ênfase na internet se repetiu entre universitários de países como China (59%), Espanha (54%) e Índia (54%). A pesquisa indica que 70% dos jovens profissionais globalmente possuem entre seus contatos colegas de trabalho. O que significaria que a utilizaçao de redes no trabalho, proibida por algumas empresas, estaria com os dias contados ;-)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Governo promete R$ 200 milhões para rede 4G
Objetivo é permitir que brasileiros e turistas possam assistir aos jogos também pelos celulares com imagens de alta qualidade
O governo brasileiro deve destinar R$ 200 milhões para investimentos em uma rede de internet de alta velocidade para telefones celulares até 2014.
“Vamos implantar no Brasil o celular de quarta geração antes da Copa”, afirmou a presidente Dilma Rousseff em seu programa semanal de rádio, nesta segunda-feira, 12.
Segundo a governante, o governo já autorizou os investimentos – que serão destinados às 12 cidades-sede da Copa do Mundo.
O objetivo é permitir que brasileiros e turistas possam assistir aos jogos também pelos celulares com imagens de alta qualidade.
“Esse é um legado que ficará para toda a população brasileira depois da Copa e das Olimpíadas”, destacou Dilma. O 4G promete conexões de 100 Mbps.
Estratégia digital inclui pensar o offline
Ainda são muitas as empresas no Brasil que incorporaram o pensamento digital em suas estratégias de marketing e comunicação, comentou-se no debate “Agências em Transformação”, no New Brand Communication 2011. E isso muitas vezes impõe desafios para o mercado.
Ora o cliente é conservador – ou seja, tem receio de aprovar propostas aparentemente mais ousadas, que busquem um diálogo mais intenso da empresa/marca com o consumidor –, ora superestima a capacidade dos canais digitais resolverem, isoladamente, os problemas de comunicação de um projeto.
No caso das mídias sociais, elas não são nem mais nem menos importantes do que os demais canais de comunicação e pontos de contato com o público. São outros canais que podem ter (e têm) suas características próprias, suas diferentes formas de abordagem e, ainda, uma certa falta de padronização. Mas continuam sendo meios.
Valorizar e vender produtos e serviços, ampliar os negócios, gerar reputação, construir marcas, fortalecer os laços com os stakeholders, tudo isso forma a base da comunicação corporativa. E as agências sabem que, hoje, não basta falar do que fazem os clientes, mas criar formatos de conteúdo que despertem interesse e tenham relevância para conquistar fidelidade do público-alvo. Mais do que isso, querem criar intimidade com o público. Convenhamos, algo ainda muito complexo: apenas estar nas redes sociais sem saber o que se faz ali é um verdadeiro tiro no pé.
Essa busca, entretanto, extrapola as ações online, o que inclui até mesmo as ações de empresas com DNA ‘nas nuvens’. Pensar digitalmente inclui criar estratégias que passem por esse universo, mas que incluam ações que caminhem a passos firmes no mundo real. Vale ressaltar, que a web é canal, não o processo final. Ela transporta os conceitos, pré-conceitos, fundamentos e comportamentos no universo de tijolos. É algo que pende muito mais para o lado da sociologia e menos para os vieses da tecnologia.
Assim como as grandes empresas promovem ações no varejo, ações de construção de reputação institucional dependem, por exemplo, de um bom planejamento de relações públicas alinhado com as ações de mídias sociais.
Por mais que haja um crescimento acelerado da presença nas redes sociais, por mais que aumente o número de os brasileiros com acesso à banda larga, por mais que subam as vendas de smartphones e de tablets, nada disso deve excluir do radar das agências – e de quem planeja – as ações no mundo offline.
Descartá-las soa, no mínimo, inocência. Caminhamos, a cada dia, para o modelo de comunicação 360o, convergente. Ou seja, criar iniciativas com uma visão integrada do processo, algo ainda difícil e bastante trabalhoso de ser conquistado.
Analisar e trabalhar especificamente um meio pode ser importante até a página 2. Atuar dessa forma é correr contra o vento. Logo, cliente e agência perceberão que falta um complemento. E certamente ele pode – e deve vir – do “universo desconectado”.
Ora o cliente é conservador – ou seja, tem receio de aprovar propostas aparentemente mais ousadas, que busquem um diálogo mais intenso da empresa/marca com o consumidor –, ora superestima a capacidade dos canais digitais resolverem, isoladamente, os problemas de comunicação de um projeto.
No caso das mídias sociais, elas não são nem mais nem menos importantes do que os demais canais de comunicação e pontos de contato com o público. São outros canais que podem ter (e têm) suas características próprias, suas diferentes formas de abordagem e, ainda, uma certa falta de padronização. Mas continuam sendo meios.
Valorizar e vender produtos e serviços, ampliar os negócios, gerar reputação, construir marcas, fortalecer os laços com os stakeholders, tudo isso forma a base da comunicação corporativa. E as agências sabem que, hoje, não basta falar do que fazem os clientes, mas criar formatos de conteúdo que despertem interesse e tenham relevância para conquistar fidelidade do público-alvo. Mais do que isso, querem criar intimidade com o público. Convenhamos, algo ainda muito complexo: apenas estar nas redes sociais sem saber o que se faz ali é um verdadeiro tiro no pé.
Essa busca, entretanto, extrapola as ações online, o que inclui até mesmo as ações de empresas com DNA ‘nas nuvens’. Pensar digitalmente inclui criar estratégias que passem por esse universo, mas que incluam ações que caminhem a passos firmes no mundo real. Vale ressaltar, que a web é canal, não o processo final. Ela transporta os conceitos, pré-conceitos, fundamentos e comportamentos no universo de tijolos. É algo que pende muito mais para o lado da sociologia e menos para os vieses da tecnologia.
Assim como as grandes empresas promovem ações no varejo, ações de construção de reputação institucional dependem, por exemplo, de um bom planejamento de relações públicas alinhado com as ações de mídias sociais.
Por mais que haja um crescimento acelerado da presença nas redes sociais, por mais que aumente o número de os brasileiros com acesso à banda larga, por mais que subam as vendas de smartphones e de tablets, nada disso deve excluir do radar das agências – e de quem planeja – as ações no mundo offline.
Descartá-las soa, no mínimo, inocência. Caminhamos, a cada dia, para o modelo de comunicação 360o, convergente. Ou seja, criar iniciativas com uma visão integrada do processo, algo ainda difícil e bastante trabalhoso de ser conquistado.
Analisar e trabalhar especificamente um meio pode ser importante até a página 2. Atuar dessa forma é correr contra o vento. Logo, cliente e agência perceberão que falta um complemento. E certamente ele pode – e deve vir – do “universo desconectado”.
Crianças já temem riscos na internet
Conclusão é do estudo “Kids Experts 2011” apresentado por Renata Policicio e Rafael Davini, do Cartoon Network
As crianças brasileiras estão cada vez mais conscientes sobre os riscos que a exposição na internet pode trazer. Este é um dos resultados do estudo “Kids Experts 2011”, divulgado nesta quarta-feira, 14, e elaborado pela Turner International do Brasil, programadora de TV paga responsável pelo canal Cartoon Network. Segundo o levantamento, 72% do público de 6 a 11 anos fecha seu conteúdo nas redes sociais somente para amigos, e a maioria só se relaciona com quem conhece pessoalmente e encontra com frequência. “Tínhamos ideia de que essa preocupação iria surgir na pesquisa, mas o surpreendente foi o fato de, em nome da segurança, as crianças não se importarem em abrir suas senhas e seus perfis nas redes sociais para os pais”, afirma a gerente do departamento de pesquisa da Turner, Renata Policicio. “Elas têm consciência de que participar de redes sociais significa se mostrar publicamente e que devem tomar cuidado com o que exibir neste ambiente”, acrescenta a executiva.
No geral, o estudo mostra que os pais brasileiros são os mais controladores da América Latina: 97% das crianças têm restrições para navegar na internet. “Especialistas ouvidos para o levantamento indicam que as crianças abaixo de 11 anos vão ser melhores orientadas sobre questões de segurança e privacidade justamente porque seus pais têm mais experiência com a internet e as redes sociais hoje”, diz a executiva. Embora a exigência das redes sociais seja de que os usuários tenham pelo menos 13 anos de idade, 88% das crianças e 95% dos adolescentes (de 12 a 17 anos) participam de alguma rede no Brasil. Em média, os mais novos estão duas, enquanto os adolescentes em três. “Poucas crianças criaram seus perfis sozinhas. Elas tiveram ajuda de familiares e amigos”, complementa Renata. E mais: os pequenos estão cada vez mais cedo nesta plataforma: a idade média de entrada é de seis anos.
A pesquisa mostra que a diversão é o centro de toda a experiência online para as crianças. No caso das redes sociais, 72% do público de 6 a 11 anos usa este ambiente para jogar. Em seguida, aparecem como atividades mais frequentes a comunicação com amigos (46%) e ver vídeos e fotos dos colegas (42%). “A internet é mais uma plataforma para as crianças fazerem o que sempre fizeram: brincar. Elas reproduzem na web a diversão que também encontram offline”, comenta Renata. Para os adolescentes, entretanto, os jogos perdem espaço para a música; a comunicação com amigos e sociabilização – o que também é um reflexo do universo fora da internet.
O levantamento do Cartoon Network revelou ainda que crianças e adolescentes na América Latina postam comentários positivos sobre produtos e marcas: 24% do público de 6 a 11 anos e 42% do de 12 a 17 anos informam dar opiniões sobre estes temas. “No caso dos adolescentes, por exemplo, para ser relevante, uma marca tem de estar alinhada à imagem e à personalidade que o público quer transmitir nas redes sociais”, afirma Renata Policicio.
Neste ano, o estudo realizou 3.750 entrevistas online em cinco países da América Latina – Brasil, Argentina, Colômbia, México e Venezuela. O universo pesquisado foi de pessoas entre 6 a 49 anos das classes ABC, com análise dos seguintes perfis: crianças de 6 a 11 anos, adolescentes de 12 a 17 anos e adultos de 18 a 49 anos. Também foi realizada uma fase qualitativa, além de entrevistas com especialistas. “O conhecimento de nosso público é fundamental. Esta é uma maneira de prover melhor conteúdo em qualquer plataforma”, finaliza o vice-presidente de vendas publicitárias e marketing da Turner para América Latina, Rafael Davini.
Alto Verão Carioca no Shopping Top Center
A Mgil Comunicação fez a programação visual do evento mais charmoso do Rio de Janeiro o Alto Verão Carioca que teve como um dos seus pólos o Shopping Top Center.
Hoje é o último dia, aproveite.
Hoje é o último dia, aproveite.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
A presença das empresas nas redes sociais
Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado mostra onde as corporações estão presentes e quais atividades executam na web
A utilização das redes sociais online no ambiente corporativo cresce a cada dia. Seja para estabelecer uma comunicação interna mais integrada ou para se aproximar do público em geral, as empresas estão cada vez mais próximas do ambiente digital. Uma pesquisa recente revelou que 65% delas já utilizam as redes sociais como ferramenta de comunicação. Por isso, o Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado realizou um levantamento com o objetivo de verificar onde as corporações estão presentes e quais atividades executam na web.
O infográfico que resume as informações obtidas demonstra dados interessantes. A rede mais utilizada, por exemplo, é o Twitter e as empresas vêem as redes sociais principalmente como recurso para monitorar o mercado. Além disso, o público entrevistado declarou ainda que encara as redes sociais como uma forma complementar de comunicação. Eles acreditam principalmente no fortalecimento da marca como maior benefício destes canais.
Um novo jeito de assistir TV
ProXXIma Pocket reúne Sony, Terra e Samsung para discutir o impacto das SmartTVs no marketing digital
Foi realizado na noite de ontem, 12, em São Paulo, mais uma edição do ProXXIma Pocket. O evento que trouxe o tema ‘As TVs estão conectadas. E o marketing, também?’ discutiu as principais tendências das SmartTVs, mostrando como fabricantes e anunciantes estão direcionando suas estratégias para otimizar ao máximo todo o potencial das TVs conectadas. O encontro reuniu Marcelo Varon, gerente de Internet Vídeo da Sony Brasil; Pedro Rolla, diretor de Produtos de Mídia do Terra; e Rafael Cintra, gerente Sênior de TVs da Samsung. A moderação do bate-papo foi dePyr Marcondes, diretor da Plataforma ProXXIma. O evento teve patrocínio de AG2 Publicis Modem.
“A Samsung no Brasil está há cinco anos. Em 2009 surgiram às primeiras TVs de LED e com acesso a Internet. Lançamos as TVs 3D em 2010 e neste ano lançamos um conceito chamado de SmartTvs, que já é bastante difundido nos Estados Unidos”, explica Cintra. O gerente Sênior de TVs da Samsung revela que mais do vender TV, é necessário saber como esse mercado vai impactar os negócios. “A concorrência da TV paga será muito maior, porque pagar por 100 canais se eu só assisto cinco. A TV aberta não deve sofrer muito, mas a TV paga vai sofrer com esse mercado”, completa.
Segundo Rolla, o Terra possui a visão daquilo que nasce na internet e chega no usuário., sendo que antigamente tudo que se falava e via pela internet era um conceito “www”, agora, deixa de existir a partir dos devices conectados. “Estamos falando das TVs, mas hoje quase tudo é conectado, por exemplo, celular, tablete, blu-ray e até as TVs. Antigamente era no jornal, rádio e TV que as pessoas gastavam a maior parte do tempo. Atualmente temos muitas mídias.” O diretor de Produtos de Mídia do Terra explica que atualmente o que tange conteúdo gratuito no Terra é a publicidade. “A concorrência é positiva, principalmente em um mercado de amadurecimento, mas se vai entrar na concorrência somente por questão de preço, daí não vale nada. O usuário tem que ter sua preferência e escolher o produto pela qualidade”, complementa.
Varon revela que a Sony apostou em uma plataforma de vídeo e não de conteúdo (texto), pois na visão da empresa o usuário prefere acessar este conteúdo (texto) pelo computador ou celular, sendo que na TV a opção será por vídeos. “Nós acreditamos que a pessoa não quer ler um texto na televisão, isso ele já faz no computador, celular e tablete, mas sim a questão de vídeos. A gente tem como parceiro SBT e Band, que disponibilizam conteúdo. Mas lembrando que a TV conectada não é produto premium, afinal, hoje você já compra uma TV de LED por R$ 1.099”. O gerente de Internet Vídeo da Sony Brasil diz que a preocupação atual é de educar o consumidor sobre o que é a SmartTVs. “É necessário explicar os termos, por exemplo, vídeo on-demand e tudo mais. Mas atualmente investimos fortemente em uma campanha para mostrar o que é tudo isso”, finaliza.
Estudo destaca crescimento da banda larga móve
A Huawei, em parceria com a Teleco, apresenta o Balanço Huawei da Banda Larga com dados consolidados do 2º trimestre de 2011 para a banda larga fixa e a banda larga móvel.
Na banda larga móvel, o acesso através do HSPA+ continua ganhando terreno na expansão da capacidade das redes das operadoras. Elas vislumbram a possibilidade de maximizar o retorno sobre os investimentos realizados nas redes 3G, antes de migrarem para o LTE que, por sua vez, já contava com 26 redes em operação comercial no 2T11.
Os dados apurados apontam a tendência de que o smartphone se torne o principal dispositivo de acesso à internet. Seu volume de vendas superou novamente o de PC pelo 3º trimestre consecutivo e para cada 10 celulares vendidos no mundo, 3 já são smartphones. Dispositivos como eReaders e tablets também estão estimulando o crescimento da banda larga móvel.
Na banda larga fixa, verifica-se um aumento global da participação das redes de fibras óticas. Mas enquanto no Japão e Coreia estas redes representam mais de 50% do total de conexões de banda larga, em alguns países da Europa como Portugal e Itália este número está pouco acima de 1%. No Brasil, o percentual é ainda inferior: 0,1%.
Brasil
No Brasil, com os respectivos crescimentos de 10% e 35% verificados no 1º semestre deste ano, a banda larga fixa fechou o período com 15 milhões de acessos e a móvel com 28 milhões. A densidade dos acessos 3G chegou a 13,7 para cada 100 habitantes, superando a média mundial do final de 2010. Na projeção para 2011, a banda larga móvel deverá contar com 35 milhões de acessos, uma quantidade maior que o dobro da banda larga fixa que está estimada em 17 milhões.
Receita de voz e dados
No Brasil, a participação dos serviços de dados na receita registrou um expressivo aumento de 30% no 2T11 em relação ao trimestre equivalente do ano anterior, levando o faturamento a 18,7%
Na banda larga móvel, o acesso através do HSPA+ continua ganhando terreno na expansão da capacidade das redes das operadoras. Elas vislumbram a possibilidade de maximizar o retorno sobre os investimentos realizados nas redes 3G, antes de migrarem para o LTE que, por sua vez, já contava com 26 redes em operação comercial no 2T11.
Os dados apurados apontam a tendência de que o smartphone se torne o principal dispositivo de acesso à internet. Seu volume de vendas superou novamente o de PC pelo 3º trimestre consecutivo e para cada 10 celulares vendidos no mundo, 3 já são smartphones. Dispositivos como eReaders e tablets também estão estimulando o crescimento da banda larga móvel.
Na banda larga fixa, verifica-se um aumento global da participação das redes de fibras óticas. Mas enquanto no Japão e Coreia estas redes representam mais de 50% do total de conexões de banda larga, em alguns países da Europa como Portugal e Itália este número está pouco acima de 1%. No Brasil, o percentual é ainda inferior: 0,1%.
Brasil
No Brasil, com os respectivos crescimentos de 10% e 35% verificados no 1º semestre deste ano, a banda larga fixa fechou o período com 15 milhões de acessos e a móvel com 28 milhões. A densidade dos acessos 3G chegou a 13,7 para cada 100 habitantes, superando a média mundial do final de 2010. Na projeção para 2011, a banda larga móvel deverá contar com 35 milhões de acessos, uma quantidade maior que o dobro da banda larga fixa que está estimada em 17 milhões.
Receita de voz e dados
No Brasil, a participação dos serviços de dados na receita registrou um expressivo aumento de 30% no 2T11 em relação ao trimestre equivalente do ano anterior, levando o faturamento a 18,7%
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
As métricas mais usadas por analistas de mídias sociais e monitoramento
Estudo aponta que as métricas mais utilizadas pelos respondentes foram: Engajamento, Sentimento, Influência, Alcance e Interatividade
O estudo entitulado “Usos e Percepções do Monitoramento de Mídias Sociais”, realizado com profissionais brasileiros de comunicação, mediu a percepção de importância de diferentes métricas na análise do monitoramento de mídias sociais. O resultado aponta que as métricas mais utilizadas pelos respondentes foram: Engajamento, Sentimento, Influência, Alcance e Interatividade.
A extensão de categorias no gráfico mostra a grande quantidade de métricas diferentes citadas pelos profissionais. Isso refletiu, inclusive, na categorias Outras que abarcou uma cauda longa com mais 80 métricas mencionadas. O estudo publicará também uma codificação mais avançada das respostas, categorizando as métricas em 10 tipos gerais. Abaixo, uma tag cloud resultante das respostas:
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Facebook supera Orkut no Brasil pela primeira vez, diz Ibope
Maior rede social do mundo bateu site do Google em visitantes únicos.
Em todo o planeta, Facebook tem mais de 750 milhões de usuários.
O Facebook, maior rede social do mundo, derrubou a supremacia do Orkut no Brasil e passou a ser o maior site do gênero no país em visitantes únicos, segundo pesquisa do instituto Ibope Nielsen Online divulgada pela revista IstoÉ Dinheiro.
De acordo com a revista, o estudo - que será divulgado nas próximas semanas - apontará que a rede criada por Mark Zuckerberg já teve mais acessos que o site social do Google, que tinha no Brasil um dos poucos lugares onde ainda era líder.
Os números de julho já apontavam uma aproximação do Facebook em relação ao Orkut no critério de visitantes únicos, que mede números de IPs e identificadores digitais conhecidos como "cookies". Foram 28,8 milhões de acessos ao Facebook, contra 29 milhões do Orkut.
Em março, segundo a ComScore, o Facebook tinha metade do número de visitantes do Orkut: foram 17,92 milhões de visitantes únicos, contra 32,41 do Orkut.
Em todo o mundo, o Facebook tem 750 milhões de usuários cadastrados.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Opiniões na internet pautam o novo consumidor
Impressões negativas de consumidores sobre determinados produtos têm cada vez mais influência sobre compradores, diz estudo do Cone Inc.
Antes de comprar, consultar. A premissa se torna ainda mais verdadeira quando nos referimos aos nativos ou adeptos ao universo digital. Segundo a pesquisa Rastreador de Tendências Digitais 2011, do Cone Inc., 80% dos consumidores americanos afirmam mudar de ideia sobre um produto se encontram impressões negativas sobre ele na rede. Na edição do ano passado, esse número não passava de 67%. "Informação negativa é agora tão poderosa como a positiva", avalia Mike Hollywood, diretor de novas mídias da empresa e coordenador do estudo. "Para as empresas, deixar que os comentários negativos se espalhem não funciona mais. É preciso ter uma atitude ativa, interativa e reativa junto a esses consumidores", completou.
A boa notícia é que o boca a boca de críticas positivas tem balançado 87% dos compradores, confirmando sua decisão de compra, aponta o Cone Inc. O instituto - sediado em Boston e atuante em todo o continente norte-americano - revelou ainda que quase 90% dos entrevistados encontram nos canais online uma fonte confiável para análises de produtos e serviços. De acordo com a pesquisa, 59% dizem que são mais propensos a investigação de produtos ou serviços no ambiente digital porque eles podem acessar facilmente os aplicativos em seus telefones celulares.
O estudo, que entrevistou mais de duas mil pessoas entre março e julho deste ano, descobriu que os compradores estão indo muito além da leitura de comentários nos próprios sites de comércio eletrônico. Neste ano, 50% deles revelaram que procuram artigos e recomendações em blogs, um crescimento considerável se considerarmos os 28% da edição de 2010. "Os consumidores têm a capacidade de farejar. Eles estão, definitivamente, dando mais crédito às fontes na internet, valorizando a opinião dos blogueiros e formadores de opinião", conclui Mike Hollywood.
5 melhores formas para o varejista online se conectar com os clientes
A internet, como canal de comunicação, não é mais passiva como era antes. De 2007 a 2009, houve uma queda de 50% na quantidade de pessoas que clicam num determinado anúncio. E hoje, 80% dos consumidores online leem a opinião dos outros clientes antes de comprar.
O respeitadíssimo Mitch Joel, autor de “Seis Pixels de Separação”, faz um paralelo muito interessante sobre a evolução do comportamento das pessoas, no ambiente virtual, e como os varejistas podem repensar a forma de se contentarem com o consumidor online. Mitch fala de cinco conceitos que devemos considerar para envolver ativamente os atuais consumidores online, e gostaria de compartilhá-los com vocês neste artigo.
1) Os consumidores esperam que as suas compras sejam sociais
A essência do ser humano é ser social e compartilhar informações. O conceito da sabedoria das multidões é absolutamente poderoso e deve ser respeitado. Joel alerta para o fato de que um review negativo influência muito mais nas vendas do que uma crítica positiva. Por que isso? Porque tudo o que fazemos é social. As pessoas compram porque é social.
2) Interações reais por pessoas reais
Lembramos aqui uma famosa citação de Eckart Walter, que foi VP of Product Management do Yahoo! Search, que ilustra perfeitamente este tópico: "Já não navegamos mais à toa na internet, lendo, ouvindo ou assistindo. O que fazemos é compartilhar, socializar, colaborar e, acima de tudo, criar". Eu chamo atenção para o verbo criar. Quando fazemos o consumidor online interagir com as lojas virtuais ao ponto de criar alguma coisa dentro do site, seja uma comunidade, um pacote de produtos, um encontro, uma marca, ele muda de lado e passa a vestir a camisa da própria empresa, sendo mais do que um cliente fiel.
3) O futuro é agora. Conheça o envolvimento atual do consumidor
Joel usa como exemplo um aplicativo chamado SnapTell, que permite que você tire uma foto de um produto – por exemplo, um livro sobre uma mesa de café – e esse aplicativo, em seguida, mostra todos os lugares em que você pode comprá-lo online, ordenado por preço, com comentários, além de mostrar lojas físicas próximas que também possuem o livro para venda. Mas ele alerta: "Isso não é o futuro, isso é agora. Este é o ambiente atual do consumidor".
4) Vá onde seu cliente está. E envolva!
É extremamente importante identificar o seu cliente e adequar a sua estratégia de mídia social conforme as necessidades de cada um, sem receita de bolo. Joel gosta muito do modelo da BestBuy no Facebook, que permite ao consumidor realizar as compras sem sair do site, assim como acontece com a BestBuy Express física em diversos aeroportos e locais públicos nos EUA. Aqui no Brasil, já temos cases semelhantes, como Fan Shop da Privalia no Facebook. Vale a visita aos 2 cases.
5) Não se trata de números
Não se importe com a quantidade de fãs que você tem ou quantos seguidores você possui no Twitter. Concentre-se em conhecer realmente os seus consumidores. As pessoas querem fazer parte da comunidade. Identifique as que amam a sua marca e descubra uma maneira de se conectar com elas. Comece pequeno, mas conheça sua comunidade!
40% das pessoas usam redes sociais e TV ao mesmo tempo
O ConsumerLab da Ericsson divulgou os resultados do seu estudo anual “TV & Video Consumer Trend Report 2011”, que mostra que as pessoas estão passando menos tempo assistindo às transmissões de TV programadas e estão gastando mais tempo assistindo à TV online via streaming e sob demanda. Mais de 44% dos entrevistados afirmaram que assistem à TV sob demanda pela internet mais de uma vez por semana, enquanto 80% assistem a transmissões de TV mais de uma vez por semana.
Foram coletados dados na Alemanha, Austrália, Áustria, Brasil, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Rússia, Suécia e Taiwan. No total, foram conduzidas 22 entrevistas qualitativas e 13 mil quantitativas, o que representa quase 400 milhões de consumidores.
De acordo com Anders Erlandsson, conselheiro sênior do Ericsson ConsumerLab, “as pessoas querem poder escolher entre a programação e o vídeo sob demanda. A TV e o vídeo não foram afetados negativamente pela internet da mesma maneira que a mídia impressa. Nós apenas assistimos à TV de mais formas do que antes”.
O estudo também mostra que o uso das mídias sociais impactou a forma como as pessoas assistem à TV. Mais de 40% dos entrevistados afirmaram que usam as mídias sociais em vários dispositivos, como smartphones e tablets, enquanto assistem à TV.
“Nossas entrevistas aprofundadas – especialmente aquelas feitas nos EUA, que estão na vanguarda das tendências de consumo em TV e vídeo – mostram como o uso das mídias sociais impacta a forma de se assistir à TV. A maioria das famílias combinam a TV com o uso do Twitter, Facebook, mensagens de texto, chamadas de voz e fóruns de discussão sobre o que estavam assistindo. É assim especialmente quando assistem a reality shows e esportes. Essa comunicação agrega uma nova dimensão à experiência de TV, à medida que os consumidores acham um reality show irritante mais divertido quando podem comentar nas mídias sociais sobre os cantores 'horríveis', as roupas 'feias' ou quando seu time favorito faz um gol”, diz Erlandsson.
Em termos do que os consumidores mais esperam da sua TV, a boa qualidade permanece sendo o principal fator e ela é mais importante do que, por exemplo, a disponibilidade de TV 3D e acesso a aplicações.
A pesquisa também mostra quantas horas por semana em média as pessoas passam vendo TV e que porcentagem do total elas estão usando conteúdo sob demanda. As pessoas na Alemanha passam pelo menos 25 horas por semana assistindo a TV e vídeo, mas apenas 28% deste conteúdo é sob demanda. Na Espanha, 44% de toda a audiência é sob demanda.
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