quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A arte de engajar sua audiência

Uma década atrás, teria sido tecnicamente impossível cidadãos comuns responderem publicamente a eventos globais e partilhar as suas opiniões tão facilmente com um público tão amplo. Mas foi exatamente isso que aconteceu. Nós estamos vivendo em um mundo dramaticamente menor e mais interligado. Praticamente qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode amplificar suas ideias e opiniões através de ferramentas gratuitas e fáceis de dominar.
Essas mudanças trouxeram novos desafios para as marcas, que lutam para encontrar o equilíbrio certo entre metas realistas e visionárias. Uma das maiores barreiras ao usar a web para o marketing é engajar as pessoas, isso porque a empatia, ou seja, uma resposta afetiva não ocorre com freqüência. Engajamento pouco tem a ver com a lógica ou razão. Você pode ter argumentos brilhantes a respeito de porque as pessoas devem se envolver, mas se você não consegue envolvê-las emocionalmente, elas não serão seduzidas.
O engajamento é mais uma arte do que uma ciência, porém, podemos identificar algumas características de campanhas altamente envolventes:

Transparência: a transparência tem um benefício adicional. Ela mostra uma vontade de arriscar e se envolver com seu público. Sempre haverá momentos que iremos cometer erros, mas a transparência mostra uma vontade de aceitar isso e entender que a presença nas mídias sociais oferece muitos riscos, mas também pode ser benéfica, porque as pessoas podem ver um rosto ao olhar para o seu negócio em vez de um logotipo.

Interatividade: o atual ambiente da mídia social não é nada de novo, exceto, claro, pela escala e a velocidade das conversas. O cerne da mídia social não é uma mensagem de saída, ao contrário, o valor é encontrado na comunicação interpessoal. Assim, as marcas que pretendem participar destas conversas necessitam reconhecer os parâmetros e a dinâmica das mesmas, e entender que se trata de um ambiente de interatividade.

Co-criação: O ato de criar algo em conjunto com os outros é algo que edifica a comunidade, a cultura (atitudes e comportamentos compartilhados dentro da comunidade) e a identidade social (nossa identidade em relação à comunidade).
Co-criação é o que acontece em uma conversa construtiva. Se não houver conversa (construtiva), não vai acontecer a co-criação. Isso é o que mais e mais as organizações estão aprendendo quando exploraram a mídia social: o valor é criado nas conversas.

Colaboração: Empresas e consumidores trabalhando de mãos dadas para desenvolver a marca e atingir um objetivo.

Confiança: Como resultado da transparência, da co-criação e colaboração, a confiança é construída entre a marca e os consumidores através de um complexo processo onde as ações geradas pela organização são complementadas com as ações geradas pelos consumidores.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Interação com produtos via mobile

Blippar permite visualizar e interagir com embalagens de produtos, caso tenham códigos de leitura mobile

 

Vocês conhecem o Blippar? É um aplicativo que permite visualizar e interagir com embalagens de produtos, caso tenham indexados à elas códigos de leitura mobile. É até possível ativar games no produto, por meio de Realidade Aumentada.

Em um tempo onde os consumidores anseiam por interagir mais, essa pode ser uma tecnologia interessante para melhorar a relacão com as marcas, desde que não seja utilizada unicamente pela própria tecnologia.

Publicidade online passará TV em 2016

Análise da Forrester Resercher prevê que fatia da internet no bolo publicitário global será de 35% em cinco anos 

 

Nos próximos cinco anos, a publicidade na TV será engolida pelos anúncios criados para a internet, prevê um novo relatório do observador do mercado Forrester Researcher. Até 2016, diz a Forrester, os anunciantes deverão gastar quase US$ 77 bilhões com anúncios digitais, o que corresponderá a 35% dos gastos globais com publicidade. Dentro do escopo publicidade online, no entanto, muitas mudanças estão por vir e, segundo a Forrester, essas serão as principais:

Os anúncios para celular vão ultrapassar os anúncios sociais e e-mails marketing. Eles vão chegar a US $ 8,2 bilhões em receita em 2016.

O retorno dos banners. Não como conhecemos hoje, mas graças a novos formatos, esses pilares vão voltar com tudo, atingindo quase US$ 28 bilhões em receita e participação de 37% entre os anúncios online em 2016.

Promoções diárias vão diminuir. Os consumidores vão crescer tão condicionados a micro-impulsos que vão se cansar das ofertas sem um porquê. Alerta vermelho para Groupon e semelhantes.

As mídias sociais vão crescer de forma relativamente lenta. Em outra previsão surpresa, diz a Forrester, gastos com a mídia social vão bater apenas US $ 4,4 bilhões, ou 7% da publicidade online gasta em 2016. Isso se deve em parte a possibilidade de criar páginas no Facebook com custo relativamente baixo. 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

6º Encontro de Redação Publicitária em Paraty acontece em setembro

A cidade de Paraty sedia o 6º Encontro de Redação Publicitária, que acontece na Casa da Cultura nos dias 9, 10 e 11 de setembro. As inscrições para participar do evento e do Concurso Universitário já estão abertas e podem ser feitas pelo site. O valor da inscrição é de R$ 120,00 e de R$ 40,00 para estudantes da ESPM-Rio.

Cerca de 200 inscrições são efetivadas a cada ano, lotando o auditório da Casa de Cultura com profissionais e estudantes vindos de diferentes regiões do País. As inscrições para participação nos debates já estão abertas e o auditório tem capacidade limitada.

Este ano o Concurso Universitário terá como tema do briefing, para a criação de um anúncio para revista, a Sustentabilidade no Turismo em Paraty. Não há limite de peças inscritas por universitário, mas a inscrição deve ser individual. O vencedor irá receber uma bolsa de estudos do Curso Portfolio de Redação e Direção de Arte da ESPM.

Todos os inscritos no concurso terão direito a participar do Workshop criativo que será feito pelos Diretor e de Criação da Que Eduardo Almeida, que também é o Presidente do CCRJ. A ficha de inscrição está no site do evento e tem o valor de R$ 35,00.

O evento é uma iniciativa da Associação Latino Americana de Agências de Publicidade (ALAP), idealizado por Jomar Pereira da Silva Roscoe com apoio do Conselho Nacional de Propaganda e do CCRJ. O patrocínio é da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que desde 2006 faz parte do Calendário Oficial de Paraty.

Com o objetivo de reunir profissionais e estudantes, o encontro visa debater a redação publicitária em suas diversas mídias e procura valorizar os conteúdos das mensagens. O evento conta com uma equipe técnica composta por Jomar Pereira da Silva Roscoe na Direção Geral, Cristina Simões no Operacional, Neuza Silveira no Comercial e por Nelson Longuinho no Concurso Universitário.

O encontro conta com coquetel, lançamento de livro, exposição de anúncios consagrados, concurso para universitários, palestras e debates, além da entrega do Troféu Jeca Tatu para um profissional da área da publicidade.

O Troféu Jeca Tatu foi criado por Hiran Castello Branco, Presidente do Conselho Nacional de Propaganda e Vice-Presidente da Escola Superior de Propaganda e Marketing, com a finalidade de reconhecer e valorizar a linguagem brasileira na propaganda.

Durante alguns anos o Jeca Tatu fez parte do calendário de eventos da Academia Brasileira de Letras, depois na Associação Brasileira de Propaganda e agora integra a programação do Encontro de Redação Publicitária.

Já receberam o Troféu: Mauro Salles, Antonio Torres, Mauro Matos, Alex Periscinoto, Roberto Duailibi, Washington Olivetto e Eloy Simões. No Encontro deste ano ele será entregue a Christina Carvalho Pinto, presidente da Full Jazz.

Paraty foi escolhida para ser a sede deste evento por estar localizada no eixo de 3 dos mais importantes centros de desenvolvimento do País, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, além da tradição histórica e cultural da cidade. A Casa da Cultura, onde se concentra a realização do evento, é uma das jóias da arquitetura colonial e foi restaurada com apoio da Fundação Roberto Marinho.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Como integrar para aumentar vendas?

Confira com exclusividade o estudo Neoconsumidor 2011 da GS&MD – Gouvêa de Souza

 

Será apresentada no DIGITAILING – 1º Fórum Internacional de Varejo Digital, no dia 23 de agosto, o estudo Neoconsumidor 2011. A pesquisa realizada em 15 países descobriu como utilizar celular, tablets, internet e lojas físicas, de forma integrada, para alcançar os consumidores e aumentar suas vendas. Foi um total de 10.5 mil respondentes em 15 países, sendo 700 internautas entrevistados por país. A ProXXIma conseguiu com exclusividade alguns dos resultados da pesquisa.

A coordenação da pesquisa foi da GS&MD – Gouvêa de Souza, que contou com a participação da Ebeltoft. Os países pesquisados foram Alemanha, Austrália, Brasil, Canada, Chile, Espanha, Dinamarca, Estados Unidos, França, Itália, México, Portugal, Reino Unido, Roménia e Turquia.

“Já tínhamos realizado essa pesquisa em 2009, mas queríamos medir novamente quem é o nosso neoconsumidor”, explica Luiz Goes, sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza. Goes revela que o atual neoconsumidor é multicanal, digital e global. “Algo importante que constatamos é o reforço da característica do neoconsumidor, que se tornou ainda mais mobile e global”, finaliza. Confira abaixo números da pesquisa envolvendo o Brasil.

Principais razões por não comprar
- 59% Prefere tocar o produto
- 48% Informações bancárias
- 37% Prefiro falar pessoalmente
- 41% Evita passar informações pessoais
- 41% Receio de não receber o produto

Processo de compra
- 62% Compram online e recebe em casa
- 84% Verificam online e compra na loja

Comparam preços
- 81% Utilizam sites de comparações de preço

De onde, geralmente, compram
- 67% Casa
- 18%Trabalho
- 6% Outros

Comportamentos de compra online
- 47% Fico desapontado se as lojas que compro regularmente não vendem online
- 71% A Internet é um ótimo ambiente de Compras
- 57% Considero a Internet um local seguro para Compras

Acesso à Internet via Celular
- 49% Acessa a Internet utilizando o celular
- 9% Acreditam que o celular possui um ambiente seguro para troca de informações
- 18% Sinto-me seguro em usar meu celular para compras online
- 67% Mais funções direcionadas a segurança precisam ser desenvolvidas para me sentir seguro em comprar pelo telefone
- 27% Demorará um bom tempo para que o número de compras por celular (dados) aumente
- 37% Gostaria de receber promoções e propagandas por meio do celular

Pagamento móvel
- 17% Estão familiarizados com o sistema de pagamento móvel
- 18% Conhece lojas que aceitam pagamento móvel
- 35% Pagamento móvel é o futuro
- 22% Funciona em outro país, mas não no meu

Compras coletivas

- 51% Já utilizaram
- 48% Nunca utilizaram
- 1% Não conhece

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

E-Commerce fatura R$ 8,4 bilhões no 1º semestre de 2011

Crescimento de 24% foi menor do que o registrado no mesmo período do ano passado

 

O varejo eletrônico brasileiro faturou R$ 8,4 bilhões no primeiro semestre de 2011, registrando um crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume arrecadado é superior aos R$ 8,2 bilhões registrados durante todo o ano de 2008. O mercado, no entanto, sofreu uma retração no crescimento, comparado à expansão de 40% nos primeiros seis meses de 2010, quando fatores como a Copa do Mundo e a aderência às vendas de produtos de maior valor agregado contribuíram para o aumento no período. 
Os dados são do relatório “WebShoppers”, realizado pela e-bit, em parceria com a Ecommerce School, com 2.043 e-consumidores de todo o país. O levantamento mostra ainda que 81% dos usuários acessam a internet com a finalidade de fazer uma compra online, seja em uma loja virtual, um clube de compras ou site de compras coletivas. A novidade do e-commerce em 2011 foi a entrada da baixa renda no canal de compras, com 61% dos novos usuários com renda familiar de até R$ 3 mil.
O primeiro semestre do ano promoveu uma disputa acirrada entre as categorias do setor. Os eletrodomésticos ficaram na primeira colocação, com 13% do total de pedidos, seguidos por Informática (12%) e Saúde, Beleza e Medicamentos (11%). A categoria líder do setor nos outros anos, Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais, caiu para a quarta colocação do ranking, com 8%, acompanhada pelos eletrônicos (6%), sendo o tíquete médio durante o período de R$ 355,00.
A pesquisa indica que as vendas online no Brasil devem continuar crescendo no próximo semestre, já que 55% do faturamento anual do e-commerce pertence ao período entre julho e dezembro. A previsão é que a segunda metade de 2011 movimente R$ 10,3 bilhões, excluindo compras coletivas, venda de automóveis, passagens áreas e sites de leilão. Até o fim do ano, o mercado de comércio eletrônico espera um faturamento de R$ 18,7 bilhões, o que representaria um acréscimo de 26% em relação a 2010.
O estudo revela ainda que os e-consumidores dobraram de tamanho em apenas dois anos. Em 2009 eram 17,6 milhões, contra 32 milhões de pessoas que já fizeram pelo menos uma compra online atualmente. Apesar de o comércio eletrônico oferecer maiores facilidades aos consumidores, ainda falta confiança e segurança por parte dos compradores. O levantamento também assinala que a utilização do internet banking ainda é um obstáculo e 26% dos clientes ainda não aderiram o serviço.
Dentro desse universo, 58% dos usuários afirmaram não se sentirem seguros com as operações bancárias online. De acordo com números da pesquisa, 70% dos entrevistados se sentem mais seguros com as compras na internet atualmente do que há dois anos, comprovando que o consumidor confia cada vez mais nos serviços prestados pelas lojas virtuais.

 

Como o brasileiro busca na web?


Google e iProspect descobrem que 79% realizam buscas após serem impactados por ações publicitárias em mídia offline

 

O Google e a iProspect Brasil realizaram uma pesquisa sobre o comportamento de busca dos internautas e qual a influência das ações de marketing offline nesta atividade. O levantamento foi encomendado pela Forrester Research e consiste na reedição de um estudo realizado pela empresa nos Estados Unidos. Foram entrevistadas duas mil pessoas, entre 14 e 45 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Brasília, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José dos Campos e São José do Rio Preto.

Segundo a pesquisa, 93% dos brasileiros se conectam pelo menos uma vez por dia e 85% utilizam o serviço de busca diariamente. Já 79% realizam buscas após serem impactados por ações publicitárias em mídias offline, sendo que o “Boca a boca/Indicação” responde por 53% dos estímulos, seguido por “Anúncio na TV” (51%), “Anúncio de Revista/Jornais” (35%) e “Lojas Físicas” (27%). A resposta a comentários e anúncios é feita no mesmo dia em 49% casos.

Para 47% dos entrevistados a procura é realizada pelo nome do produto ou serviço; 30% vão atrás do nome de empresa/prestadora; 7% buscam slogan ou anúncio, 6% elementos referenciais na propaganda, e 9% outros termos.

Para Patrícia Maschio, diretora geral da iProspect Brasil, é importante conhecer o perfil dos internautas brasileiros para elaborar estratégias de marketing mais assertivas, mesclando as mídias online e offline. Já Pedro Frigo, head de pesquisas do Google para América Latina, acredita que a integração dos canais offline e online contribui para um resultado melhor em campanhas publicitárias.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Campanha Dia dos Pais Shopping Méier


A Mgil Comunicação fez a programação visual de Dia dos Pais do Shopping Méier. Com a campanha “Pai, você é nossa estrela principal” foram espalhadas estrelas pelos corredores do Shopping,  deixando o clima de admiração no ar.

Confira abaixo como ficou:


Infográfico mostra relação do usuário com mobile marketing


Pesquisa revela que 65% dos usuários estão receptivos a receber informações sobre propagandas

Um infográfico que acaba de ser divulgado pela Upstream mostra a relação do consumidor com o marketing mobile. A pesquisa revela que 65% dos usuários estão receptivos a receber informações sobre propagandas e deste total, 52% relacionadas ao setor móvel, como promoções de operadoras, por exemplo.

O estudo revela que 75% dos consumidores preferem ser alertados sobre os anúncios através de SMS, enquanto 15% por propagandas nos sites móveis e 10% dentro dos aplicativos. Em relação à frequência em que elas são enviadas, 83% preferem que sejam transmitidas no máximo duas vezes ao mês e apenas 2% enviados mais de cinco vezes.

De acordo com o infográfico, 72% das pessoas tendem a trocar a operadora caso os assinantes comecem a receber muitas propagandas de terceiros, como anúncios de tênis, carros, entre outros.

Google Catalogs

Novo app para iPad reúne catálogos de marcas famosas

O Google acaba de anunciar o lançamento do Google Catalogs, um app para iPad que permite explorar catálogos de produtos de marcas famosas - como Macy's, Saks Fifth Avenue, Sephora e Urban Outfitters. O aplicativo, que também direciona o usuário diretamente para a compra dos produtos online ou ajuda a encontrar a loja física mais próxima, é o mais novo experimento do Google na área do varejo Entre seus projetos anteriores está, por exemplo, o site Boutiques.com - lembra? O app por enquanto só está disponível para os EUA

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Dia dos Pais movimentará R$ 625 milhões no e-commerce


Previsão do e-bit mostra um acréscimo de 20% em relação a 2010

A e-bit anuncia que o Dia dos Pais deve movimentar R$ 625 milhões no e-commerce em 2011, o que representaria um acréscimo de 20% em relação a 2010, quando o faturamento foi de R$ 520 milhões. O período considerado é entre 31 de julho à 13 de agosto. De acordo com a previsão, as categorias Eletrônicos, além de artigos de Informática, e Acessórios Automotivos devem ganhar relevância nas vendas online. Com isso, o tíquete médio deve fechar em torno de R$ 330,00.

“O Dia dos Pais, assim como as outras datas sazonais, é de extrema importância para o setor, pois, além de contar com o interesse espontâneo dos e-consumidores em presentearem seus parentes, também estimula os lojistas e fabricantes a proporcionarem descontos e promoções direcionadas para a ocasião, estimulando o consumo e movimentando ainda mais o mercado”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

LikeStore chega no Brasil


Serviço independente de e-commerce para Facebook lança operação no Brasil.
 
Com a chegada da LikeStore no Brasil qualquer pessoa, física ou jurídica, pode criar sua loja virtual gratuitamente, utilizando suas redes de amigos e fãs para divulgar ofertas e realizar vendas sem que o comprador tenha que sair da rede social. Em seu primeiro ano de operação no Brasil, a LikeStore espera realizar aproximadamente 150 mil transações, com ticket médio de R$ 120, gerando R$ 18 milhões em vendas na rede social.
Para Gabriel Borges, um dos fundadores da LikeStore, a aposta no social commerce no Brasil é segura, já que a população é uma das mais engajadas social e virtualmente. “O brasileiro é altamente sociável, no mundo real e também no mundo virtual. Para se ter uma idéia, enquanto um usuário de redes sociais no mundo tem, em média, 130 amigos, há estudos que mostram que no Brasil, temos em média 231”, ressalta.
Em fase piloto desde o final de junho, a LikeStore registrou interessados em participar dos testes. Apenas com esse grupo, já há mais de 960 lojas realizando vendas dentro do Facebook através do serviço. A remuneração se dará apenas por um comissionamento pelo sucesso de vendas realizadas. A cada venda será retido, automaticamente, um valor de 2% para remuneração da LikeStore.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Posts do Facebook serão ligados a páginas automaticamente

Depois de transformar os "Likes" dos usuários em propaganda, o Facebook vai fazer algo parecido com os comentários dos usuários. Uma das atualizações da News Feed que já entraram em funcionamento usam comentários sobre páginas como divulgação, mesmo que o internauta não queira.

Quando várias pessoas escrevem no mural de outra por conta de seu aniversário, o Facebook agrupa aquilo e mostra que "fulano e X outros amigos escreveram no Mural de sicrano pelo aniversário dele". A mesma coisa passa a acontecer com páginas de empresas, marcas, personalidades etc.

Atualmente, quando alguém quer falar de uma empresa, por exemplo, ela relaciona a página correspondente com o uso do @. Com o novo recurso, chamado de "Posted About", mesmo que o usuário não faça o link, o Facebook ligará seu post à página. O artifício deve ajudar as marcas citadas a conseguirem mais fãs, mas também há a possibilidade de que elas passem a receber mais críticas.

O formato é semelhante ao dos aniversários, com a diferença de ser mostrado como "fulano e X outros amigos postaram sobre [alguma página]". O Inside Facebook mostrou dois exemplos da novidade, um com mensagens sobre o iTunes e outra, sobre Jesus - sendo que no último caso, uma usuária critica o recurso questionando se o Facebook também agrupará mensagens sobre gatos ou cerveja.


Marketing com uma pitada de inovação

No campo esportivo, onde muitos se veem limitados a patrocínios de uniformes e atletas, esta diferenciação é importantíssima para que sua marca se sobressaia perante a tantos acordos.

Um exemplo muito forte deste diferencial que deve existir ocorreu nesta semana, com o patrocínio da Betfair a dupla britânica de vôlei de praia Zara Dampney e Shauna Mullin. A partir de um código QR (Quick Response), a empresa de apostas colocará uma espécie de patch na parte de trás do biquíni das atletas, que ao ser fotografado (em sua maioria por smartphones) remeterá a uma página na internet. 

Shauna é formada em marketing e alegou que na Inglaterra o público vê o vôlei de praia com conotação sexual e não como esporte. Além da inovação, a provocação e a imprevisibilidade, são ingredientes que colaboram para que um patrocínio seja disseminado. Para comprovar, vamos a quatro exemplos:

Vasco/SBT: Quem não se lembra quando, em represália à Globo, Eurico Miranda estampou o logotipo do SBT no uniforme do Vasco, na final da Copa João Havelange em 2000? A Globo investiu R$ 80 milhões no campeonato e na final foi obrigada a abusar de ângulos abertos. Já o SBT não pagou absolutamente nada pelo patrocínio.

Burguer King/Getafe: Outro acordo que teve grande repercussão pela sua inovação foi o patrocínio do Burguer King ao Getafe, clube da primeira divisão espanhola, em 2009. Para que a exposição não fosse prejudicada no ponto alto da partida, os gols, a rede de fast food patrocinou também a parte de dentro do uniforme. Desta maneira, caso o jogador levantasse o uniforme ao comemorar, ainda que o logotipo fosse escondido, o rosto do mascote da empresa estaria lá.

Heineken/Champions League: A Heineken, em parceria com o jornal La Gazetta Dello Sport, criou uma espécie de pegadinha com torcedores do Milan. As respectivas namoradas e chefes de fanáticos torcedores milanistas fizeram com que eles comparecessem a um concerto de música clássica no mesmo horário da partida entre Milan e Real Madrid na Champions 2009/2010. Após alguns minutos de apresentação e tédio total dos presentes, um telão com dizeres bem humorados levou a transmissão ao vivo da partida.

Topper/Rugby brasileiro:
Para encerrar com um exemplo mais recente, o tom imprevisível utilizado pela Topper em sua campanha para promover o Rugby no Brasil. Como poderíamos imaginar que a empresa utilizaria do humor, sarcasmo e da falta de conhecimento do público para exaltar um patrocínio? Em um primeiro momento, mostraram o anonimato dos atletas brasileiros e o desinteresse da imprensa pelo esporte. Na segunda fase, apresentaram os fracos resultados da seleção brasileira frente às equipes sul-americanas. Curioso, não?

Estes exemplos demonstram quão importante a inovação pode ter nos acordos que, após bons anos, perduram em nossas cabeças. Ainda que a dupla inglesa queira que o esporte seja levado a sério, a Betfair utilizou uma estratégia parecida com a da Topper: aliar o investimento ao humor e preferência do público local, para, em um primeiro momento, mudar a imagem do esporte.

O CRM do século passado evoluiu

Os tempos modernos trazem uma evolução desse conceito, que mostra não apenas o “quem, o quê, quanto, quando e onde”

Clientes. Esse público é, sem dúvida, o mais importante para as empresas. Sem eles, não existem funcionários, afinal, para quem as pessoas vão oferecer soluções? Manter o relacionamento saudável com esse stakeholder é um desejo que não vem de hoje, por isso, existem no mercado diversas alternativas para captá-los, retê-los, fidelizá-los, especialmente se tratando de atividades relacionadas ao Marketing.
No século passado, por exemplo, muito se falou na ferramenta mais popular para garantir a qualidade nesse relacionamento: o CRM, em inglês, Customer Relationship Management – traduzindo, Gestão de Relacionamento com o Cliente. Mas, precisamos evoluir para além do século 20. Os tempos modernos trazem uma evolução desse conceito, que mostra não apenas o “quem, o quê, quanto, quando e onde”, mas responde a perguntas de “como e por quê”. Trata-se do EFM (Enterprise Feedback Management). Saber a segmentação dos clientes e seu perfil de consumo via CRM é ótimo, mas como eu fazer para ter certeza de que estou posicionado de maneira correta hoje para o dinheiro que o cliente quer gastar agora? É aí que o EFM se insere.
O EFM é definido como um modelo de gestão da informação, mais do que apenas o gerenciamento de um relacionamento, pois propõe um monitoramento contínuo dos processos e o gerenciamento do feedback dos stakeholders e processos em tempo real para os principais gestores da empresa. A proposta desta ferramenta é fazer com que as empresas organizem, gerenciem e distribuam continuamente as informações relevantes que transacionam entre seus clientes, colaboradores, parceiros e fornecedores com o objetivo de assegurar o padrão de oferta e de qualidade planejado na prestação de serviços e no atendimento aos clientes no momento em que eles estão dispostos a trocar seu dinheiro por alguma oferta percebida.
Em termos práticos, funciona mais ou menos assim: se sua empresa é uma concessionária de carros, por exemplo, e o cliente quer opções de financiamento de um veículo, espera-se que o seu funcionário (vendedor) cite a opção para quitar o carro por meio do seu próprio banco, por exemplo. Mas e se isso não acontece? E se este vendedor continuar a cometer esta falha por meses? Como você, gestor, saberá disso? Neste ponto, entra o EFM. Saindo da concessionária, o cliente já é convidado a responder um questionário aleatório de perguntas relevantes previamente montadas sobre o atendimento oferecido, sobre a percepção geral com sua empresa e sobre o mercado (satisfação, imagem da marca, concorrência). E é na medida em que os clientes vão respondendo que você entende como está o trabalho do vendedor e como a sua concessionária é percebida no momento em que o cliente esta pronto para decidir a compra (nem muito antes, nem muito depois).
Além dos feedbacks consolidados em gráficos disponíveis em tempo real, as ferramentas de EFM geram alertas imediatos por e-mail e SMS aos principais gestores que tem a opção de tomar rapidamente uma decisão, independente do consolidado de feedbacks de um período. Com o feedback instantâneo, dá tempo de corrigir erros ou comemorar acertos em atividades dos pontos de venda, SAC/Atendimento, retenção de clientes e até mesmo nos processos operacionais internos.
No Brasil, o conceito ainda é pouco conhecido, mas tem tudo para crescer como cresceu no resto do mundo. Empresas como: TAM, Editora Abril, ClubMed, Oi, Cultura Inglesa, Universidade de Estácio de Sá entre outras já estão praticando o conceito com sucesso.