Tudo isso aconteceu antes do presidente subir ao palco para seu discurso de agradecimento. Seu tuíte é agora o mais retuitado da história do microblog. Sua foto postada no Facebook também é a mais curtida da história.
Tais fatos demonstram o poder do político nas redes sociais. Porém, este poder este que não veio de graça.
Segundo informações da Agência Brasil, mais de US$ 1 bilhão (R$ 2 bilhões) foram gastos em publicidade na atual campanha presidencial dos Estados Unidos. Desse total, US$ 700 milhões (R$ 1,4 bilhões) foram investidos em campanhas publicitárias para televisão.
Um levantamento do Business Insider mostra que Obama gastou mais de US$ 50 milhões em propaganda online. Seu rival, o republicano Mitt Romney, desembolsou mais de US$ 26 milhões para anunciar na internet. O foco dos candidatos difere, por exemplo, dos políticos brasileiros.
Em 2008, os gastos de Obama e Hilary, candidatos à época, foi de apenas US$ 22 milhões. Ou seja, 2012 representou um gasto quase quatro vezes maior que do pleito anterior. (Veja infográficos abaixo)
Como fica a indústria da publicidade norte-americana?
Para especialistas ouvidos pelo Advertising Age, uma das mudanças para os próximos quatro anos que preocupa os publicitários dos Estados Unidos é uma possível revisão da dedução de imposto para o setor no país.
Outro fator que pode ser revisto é a questão da privacidade. A reeleição de Obama pode culminar num controle mais rigoroso sobre a coleta de informações pessoais na internet. Porém, como destaca o artigo, a própria campanha do candidato reeleito utilizou este artifício para angariar votos.
O marketing direcionado para crianças, principalmente o que envolve alimentos e refrigerantes, também pode ter seu debate reacendido no segundo mandato de Obama. Durante seus primeiros quatro anos, ele já havia anunciado restrições para as empresas alimentícias.
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