"Pede pra entrar", diria capitão Nascimento, personagem de Wagner Moura no filme 'Tropa de Elite', se soubesse do potencial das redes sociais para os órgãos de segurança pública. Foi o que fez, na vida real, o tenente-coronel Wilman René Alonso, comandante geral do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da PM do Rio, quando vislumbrou no Twitter um novo meio de interação rápida com a comunidade.
Desde março, o batalhão divulga suas operações pelo perfil @Real_BOPE_RJ, incluindo confrontos com bandidos em comunidades da cidade, como é o caso do Morro da Mangueira, que receberá a primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em breve.
"Nosso objetivo foi criar um canal de comunicação com a população que usa esse tipo de rede social, de forma rápida e direta, com informações relevantes sobre fatos relacionados ao Bope. E isso inclui as incursões em comunidades", explicou o tenente-coronel.
Responsável por acompanhar as operações in loco e twittar toda a movimentação em tempo real, a tenente Marlisa de Oliveira Amorim garante que a adrenalina sobe a cada post. Entre as ações mais recentes divulgadas no @Real_BOPE_RJ, estão incursões nos morros da Mangueira, do Tuiuti e na Pedreira. Durante a cobertura do evento, a tenente prioriza informações que prestem serviço à comunidade e também procura tirar dúvidas dos internautas.
"Você está no meio de uma operação policial e isso envolve a segurança de muitas pessoas. Sempre que informamos, pensamos nisso. O Twitter do Bope é institucional e é uma ferramenta da corporação", disse.
Como, no microblog, as informações correm em mão dupla, a comunidade também costuma enviar pistas de suspeitos e dados que podem contribuir para a ação da polícia - uma vantagem apontada pela tenente para o uso da rede. As identidades são preservadas a fim de garantir a segurança dos denunciantes. O canal também serve para críticas. No último mês, um seguidor do Twitter foi convidado a visitar o Batalhão, depois de enviar mensagens agressivas para os policiais.
Além de convites como esse, o órgão promove eventos nas comunidades e as divulga pelo Twitter. A dobradinha 'futebol + policiamento comunitário' funcionou na rede. O post de maior repercussão desde o lançamento do perfil do Bope foi o que anunciava a presença de Ronaldo Fenômeno em um torneio organizado no Morro da Mineira, no dia 30 de abril.
"Nosso objetivo foi criar um canal de comunicação com a população que usa esse tipo de rede social, de forma rápida e direta, com informações relevantes sobre fatos relacionados ao Bope. E isso inclui as incursões em comunidades", explicou o tenente-coronel.
Responsável por acompanhar as operações in loco e twittar toda a movimentação em tempo real, a tenente Marlisa de Oliveira Amorim garante que a adrenalina sobe a cada post. Entre as ações mais recentes divulgadas no @Real_BOPE_RJ, estão incursões nos morros da Mangueira, do Tuiuti e na Pedreira. Durante a cobertura do evento, a tenente prioriza informações que prestem serviço à comunidade e também procura tirar dúvidas dos internautas.
"Você está no meio de uma operação policial e isso envolve a segurança de muitas pessoas. Sempre que informamos, pensamos nisso. O Twitter do Bope é institucional e é uma ferramenta da corporação", disse.
Como, no microblog, as informações correm em mão dupla, a comunidade também costuma enviar pistas de suspeitos e dados que podem contribuir para a ação da polícia - uma vantagem apontada pela tenente para o uso da rede. As identidades são preservadas a fim de garantir a segurança dos denunciantes. O canal também serve para críticas. No último mês, um seguidor do Twitter foi convidado a visitar o Batalhão, depois de enviar mensagens agressivas para os policiais.
Além de convites como esse, o órgão promove eventos nas comunidades e as divulga pelo Twitter. A dobradinha 'futebol + policiamento comunitário' funcionou na rede. O post de maior repercussão desde o lançamento do perfil do Bope foi o que anunciava a presença de Ronaldo Fenômeno em um torneio organizado no Morro da Mineira, no dia 30 de abril.
"Em geral, os seguidores valorizam os posts de pessoas conhecidas e com fotos", observa Marlisa.
Outra iniciativa do @Real_BOPE_RJ foi uma twitcam com o próprio comandante. Em apenas uma hora de videoconferência, o perfil ganhou 200 seguidores. Ao todo, o batalhão virtual tem pouco mais de 2.600. A intenção do grupo é realizar fóruns mensais com algum representante do Bope. O próximo deve ocorrer com uma das psicólogas responsáveis pelo preparo dos policiais.
Apesar de colecionar diversas ações em 140 caracteres, o Bope ainda não planeja uma incursão pelo Facebook. O motivo não foi revelado pelos caveiras.
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